A Teoria dos Blocos Semânticos e as significações de entremeio: um estudo sobre os quase-blocos

Autores

  • Julio Cesar Machado Universidade Estadual de Minas Gerais

Palavras-chave:

Argumentação. Blocos semânticos. Quase-bloco. Paradoxo

Resumo

Este artigo tem por objetivo geral refletir sobre a nova noção de quase-bloco, proposta por Carel e Ducrot no ano de 2013-2014 em Paris, na França, para pensar significações limítrofes e intermediárias na língua. Nossos objetivos específicos são: (i) pensar as noções teóricas clássicas da Teoria dos Blocos Semânticos, inicialmente, o que possibilitará (ii) melhor compreender o engendramento teórico de dois tipos de quase-blocos propostos pelos autores: o quase-bloco converso e o quase-bloco transposto; Por fim, objetivamos (iii) analisar nossa hipótese: a comprovação de um novo quase-bloco ainda não trabalhado pelos autores: o quase-bloco recíproco, reclamado a partir do problema da expressão morto-vivo, que ilustra semantismos paradoxais.

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Biografia do Autor

Julio Cesar Machado, Universidade Estadual de Minas Gerais

Coordenador do Grupo de Investigações Semânticas e Discursivas - GISD/CNPq Coordenador da Unidade de Estudos em Ficção Fantástica e Contos de Fadas (UEMG-PAEx)

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Publicado

08-06-2017

Como Citar

Machado, J. C. (2017). A Teoria dos Blocos Semânticos e as significações de entremeio: um estudo sobre os quase-blocos. Revista Desenredo, 13(1). Recuperado de https://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/6715

Edição

Seção

Artigos