http://seer.upf.br/index.php/rhdt/issue/feed Revista História: Debates e Tendências 2022-02-25T14:37:01-03:00 Prof. Dr. Alessandro Batistella revistahdt@upf.br Open Journal Systems Revista História Debates e Tendências http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/13321 Sumário Trílingue 2022-02-16T16:49:21-03:00 Eduardo Ramón Palermo López revistahdt@upf.br Ana Luiza Setti Reckziegel revistahdt@upf.br 2022-02-08T20:59:01-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/13322 Apresentação do Dossiê 2022-02-16T16:49:21-03:00 Ana Luiza Setti Reckziegel revistahdt@upf.br Eduardo Ramón Palermo López revistahdt@upf.br 2022-02-08T21:20:35-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12208 Espacio e história na programação política da historiografia do Revisionismo 'antes' do Revisionismo na Argentina 2022-02-16T16:49:21-03:00 Eduardo Alberto Escudero escuderoea@yahoo.com.ar <p>Este artigo propõe o exame das ideias políticas e historiográficas que J. Francisco V. Silva (Córdoba, Argentina, 1890-1978) colocou em sua intervenção intelectual para explicar as causas do "desmembramento territorial" da Argentina e da Ex-Vice-Reino do Río de la Plata desde 1810. O objetivo é compreender a referida textualidade à luz do contexto da Primeira Guerra Mundial e em conjunção com a revitalização do passado hispânico na América, que muitos intelectuais da situação propuseram ao contrário da história da história liberal herdada do século XX. Neste sentido, este trabalho centra-se na leitura de como Silva representa um eixo sensível ao imaginário revisionista, como o desmembramento do antigo vice-reinado, e a sua forma metodológica de o abordar, aduzindo a relevância da história e da a geografia de um positivismo residual, ao conceber o primeiro como equivalente ao ambiente físico que modela o tipo racial e o segundo como um processo pelo qual as determinações sociais são feitas.</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12068 Revisão crítica da historiografia anarquista brasileira: 2022-02-16T16:49:22-03:00 Cláudia Tolentino Gonçalves Felipe claudiatolentino.ufu@gmail.com <p>Pretende-se realizar um breve balanço da historiografia anarquista brasileira, com o intuito de problematizar leituras que consideram o anarquismo uma "planta exótica", que tomam-no como movimento que, a partir da década de 1920, tornou-se desprovido de força e vigor, ou que se restringem a sondar sua atuação, exclusivamente, por meio de "vetores sociais" e acabam negligenciando seu caráter multifacetado, histórico, dinâmico. A abordagem transnacional é capaz de favorecer esse aspecto datado e múltiplo na medida em que desnaturaliza fronteiras e se concentra nas diferentes linguagens libertárias.</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12243 A historiografia sobre as prisões na Era Vargas: 2022-02-16T16:49:22-03:00 Aurélio de Moura Britto aurelio.britto@yahoo.com.br <p>Este artigo tem por propósito realizar uma aproximação crítica, ainda que bastante panorâmica e seletiva, da historiografia das prisões na Era Vargas. Pretendemos demarcar as abordagens predominantes neste incipiente campo de estudos de modo a explorar suas potencialidades e lacunas, sugerindo algumas problematizações gerais que podem robustecer o debate. Portanto, não pretendemos aqui realizar a sistematização das obras, na forma de um balanço historiográfico mais acabado e amplo, mas dialogar criticamente com algumas referências e problemáticas da produção historiográfica pertinente aos estudos prisionais.</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12439 Colonizar ou não colonizar, eis a questão. Portugal e suas possessões africanas no século XIX 2022-02-16T16:49:22-03:00 Rodrigo do Prado Bittencourt rodrigopbittencourt@gmail.com <p>O estudo do empreendimento colonial português em África não pode prescindir de uma análise das alternativas que Portugal tinha (além de colonizar com mais efetividade suas possessões ultramarinas). Não se pode analisar a História a partir do ponto de vista do presente, mas é preciso avaliar as vantagens e desvantagens de tal empreendimento. Isto deve ser feito mediante a análise das vantagens e desvantagens das outras opções que o país tinha: vender suas possessões; investir mais em regiões negligenciadas de seu próprio território; estabelecer uma colonização mais branda e, por conseguinte, mais barata e menos militarista ou ainda, por fim, retomar o modelo colonial utilizado na América, com forte participação da Igreja Católica</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12882 Empresarios y política partidaria: 2022-02-16T16:49:23-03:00 Carlos Alberto Adrianzen adrianzen.ca@pucp.edu.pe <p>Este artigo discute a relação entre as partes e os atores de negócios. Com base nessa relação, ele discute um novo arcabouço teórico que busca limitar algumas das limitações da teoria existente. Busca não apenas fazer uma definição parcimoniosa do conceito, mas também discutir as variáveis ​​que explicam seu surgimento. O modelo de partido empresarial é aplicado ao estudo de caso do partido peruano Peruanos Por el Kambio no marco da campanha presidencial de 2016. Neste caso, são discutidas as características centrais desse partido, bem como as condições em que seu surgimento e sua eventual perda de momentum é enquadrada.</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12344 Tempos de pandemia: 2022-02-16T16:49:23-03:00 Ronaldo Bernardino Colvero ronaldocolvero@unipampa.edu.br <p>o presente artigo tem por objetivo analisar alguns aspectos sociais e políticos relacionados ao contexto atual no Brasil. Trabalhando questões como sociedade, política e contexto pandêmico, visa-se discutir algumas problemáticas da atualidade relacionadas à realidade extraordinária atual. O trabalho se torna importante pelo diálogo entre teoria e realidade social, numa conversa problematizadora e que visa a reflexão sobre os aspectos sócio-políticos brasileiros atuais. A metodologia utilizada se caracteriza como uma análise teórica, discutindo bibliografias relacionadas ao recorte temático da proposta. Dentre os resultados, foi possível perceber que a polarização política, presente mais fortemente desde 2018, se apresenta também nas interpretações sobre a realidade social afetada pela pandemia. Foi possível observar, também, a realidade social desigual do Brasil sendo desvelada ao longo da pandemia, evidenciando problemáticas pré-pandemia numa amplitude ainda maior. Além disso, a dicotomia advinda da polaridade política vem se somando a conflitos entre interesses econômicos e de saúde pública, fazendo com que haja constante atrito e tentativas de conciliação entre ambas as facetas.</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12256 Das lutas populares de El Alto à descontinuidade democrática: 2022-02-25T14:37:01-03:00 Rafael Pinheiro de Araujo rafa.ara@gmail.com ´Mariana Bruce brucemariana@gmail.com <p>O 10 de novembro de 2019 marcou mais uma ruptura institucional da história boliviana. Evo Morales renunciou ao seu mandato por pressões das Forças Armadas, justificadas pela convulsão social que assolou o país após o primeiro turno da eleição presidencial, em 20 de outubro. A Bolívia então viveu uma profunda crise política, que foi aprofundada pela pandemia decorrente do vírus Sars-Cov-2 (COVID-19). A proposta deste artigo é, em primeiro lugar, promover uma breve análise social dos Governo Morales a partir da cidade de El Alto e de suas organizações territoriais de base, uma vez que esta é considerada uma das principais bases sociais e políticas do governo. O intuito é observar mais especificamente como se deu uma crescente deterioração do apoio prestado ao governo. Na sequência, refletir sobre os meandros do processo que culmina na renúncia forçada do Presidente, buscando identificar se houve, de fato, um golpe de Estado em 2019 na nação andino-amazônica.</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12518 Pluriatividade: 2022-02-16T16:49:23-03:00 Isadora Wayhs Cadore Virgolin ivirgolin@unicruz.edu.br <p>O artigo tem como objetivo fornecer elementos teóricos para subsidiar a compreensão do fenômeno da pluriatividade no meio rural, entendida como uma das manifestações das mutações do mundo do trabalho contemporâneo. O mesmo foi elaborado a partir do método dedutivo e da pesquisa bibliográfica, realizada durante o processo de doutoramento no Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da Universidade de Santa Maria/ RS. Com o propósito de atingir o objetivo procurou- se abordar acontecimentos que marcaram a sociedade capitalista e que repercutiram no mundo do trabalho, especialmente de agricultores familiares. Também, discorre- se sobre as motivações que levam a pluriatividade e as principais características desta.</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12848 Clodoaldo Bueno e a História da Política Externa Brasileira: pioneirismo e itinerário intelectual 2022-02-16T16:49:24-03:00 Daniel Rei Coronato daniel_coronato@hotmail.com Fernando Comiran fernandocomiran@gmail.com <p>O campo da Histórica da Política Externa Brasileira se confunde com a trajetória de Clodoaldo Bueno. Não é exagero afirmar a impossibilidade de se estudar a história das relações internacionais do Brasil sem, em algum momento, dialogar com a sua produção bibliográfica e intelectual.</p> <p>Graduado em História pela Universidade do Estado de São Paulo - UNESP/Marília (1966), mestre (1974) e doutor (1977) em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP), é professor livre-docente (1984) pela Unesp/Marília, onde foi professor titular em uma trajetória de permanente interesse na inserção internacional do Brasil. Atuou como professor visitante na Universidade de Brasília (UnB) e no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. Integrou o corpo docente fundador do Programa de Pós-Graduação em História da Unesp/Assis, onde também lecionou no curso de graduação até 2013, e integrou, também, o grupo de docentes fundador do Programa de Pós-Graduação “San Tiago Dantas” (UNESP/UNICAMP/PUC-SP). Foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), nível I-A.</p> <p>Da sua densa produção bibliográfica, merecem destaque os livros <em>A República e sua política exterior, 1889-1902</em> (1995) e <em>Política externa da Primeira República</em> ( 2003), e, em coautoria com Amado Luiz Cervo, <em>História da política exterior do Brasil</em> (1992), que já está na 5ª edição pela Editora da UnB. Esse último se tornou referência na área de estudos da política externa brasileira e na formação da maior parte dos historiadores e internacionalistas dedicados ao tema, considerada a principal obra-síntese da história da política externa brasileira e, provavelmente, um dos livros mais acessados nos cursos de graduação e pós-graduação da área. Publicou textos em Paris, Londres, Milão, Buenos Aires, Quito, Tóquio e Assunção.</p> <p>Além de sua produção historiográfica, orientou estudantes de pós-graduação, em nível de doutorado e mestrado, influenciando diretamente na formação de pesquisadores dos temas internacionais do Brasil. Em sua vasta obra é evidente o rigor metodológico no estudo de seus temas de pesquisa e no meticuloso uso e tratamento das fontes primárias. Sua obra acadêmica, em sua maioria produzida antes do encurtamento das distâncias que as tecnologias da informação hoje nos oferecem, pode ser caracterizada como multiarquivística, pois suas pesquisas foram fruto de um trânsito em diferentes arquivos e centros de documentação.</p> <p>Nesta entrevista, procuramos ouvir, além de aspectos de sua trajetória pessoal, seu itinerário intelectual, dando atenção para as principais influências teóricas e metodológicas na sua formação e, especialmente, na composição de sua obra. Realizada dentro do contexto da pandemia do novo coronavírus, a entrevista foi realizada através de plataforma virtual em 16 de dezembro de 2020.&nbsp;</p> 2022-02-08T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement##