http://seer.upf.br/index.php/rhdt/issue/feed Revista História: Debates e Tendências 2021-05-18T11:04:20-03:00 Prof. Felipe Cittolin Abal revistahdt@upf.br Open Journal Systems Revista História Debates e Tendências http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12558 Sumário Trílingue 2021-05-07T12:42:08-03:00 Revista HDT História Debates e Tendências revistahdt@upf.br 2021-05-07T11:17:40-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12559 Editorial 2021-05-07T12:42:09-03:00 Patricia A. Fogelman revistahdt@upf.br Jacqueline Ahlert revistahdt@upf.br 2021-05-07T11:34:45-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12429 Construção sígnica da masculinidade e laços de homossociabilidade nos quadrinhos 2021-05-07T12:42:09-03:00 Mariela Alejandra Acevedo lectorafeministadehistorietas@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Este artigo explora a colocação na página de histórias em quadrinhos em que os personagens masculinos estabelecem - como nó central nas histórias - laços de homossociabilidade. Exploramos esse conceito desenvolvido por Eve Kosofsky Sedgwick (1985), que é produtivo para analisar como os modelos de gênero são construídos a partir das ligações entre personagens masculinos em narrativas e, em nosso caso, em uma seleção de quadrinhos.</span></p> 2021-05-04T16:58:54-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12312 A pequena história da mulher que foi para a casa da morte e sobreviveu para contar as suas memórias: 2021-05-18T11:04:20-03:00 Ivo dos Santos Canabarro icanabarro@yahoo.com.br <p>O artigo aborda uma perspectiva de reparo da memória subterrânea de uma sobrevivente das torturas sofridas na ”Casa da Morte”, em Petrópolis/ RJ, inserida num cenário coletivo de lutas e resistências contra o autoritarismo de Estado. Trata-se de uma perspectiva histórica, a partir de uma atriz social singular, inserida num contexto de recuperação de dimensões significativas da memória subterrânea, diante da violência de gênero que acometeu mulheres rebeladas contra a ditadura militar no Brasil. Sua singularidade foi marcada por uma trajetória ímpar, resistiu aos horrores das torturas, da prisão e continuou a sua luta para trazer a tona o não-dito, aquilo que por muito tempo permaneceu como uma memória subterrânea da história do tempo presente. A reflexão mescla, em termos metodológicos, abordagens analíticas e hermenêuticas.</p> 2021-04-05T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/11827 Movimentos Sociais de Mulheres: 2021-05-07T12:42:10-03:00 Mariana Esteves de Oliveira mariana.esteves@ufms.br <p>Neste texto, apresentamos as memórias do Movimento de Mulheres de Andradina organizados no bojo de uma entidade católica progressista da periferia do município entre os anos 1970 e 1996. As trajetórias de pesquisas que desvelaram o acervo documental do movimento permitem apreender as nuances das ações e dos acervos marginais de grupos populares periféricos, como a utilização de rede tecida na solidariedade dos grupos para potencializar o papel dos documentos recebidos e produzidos nas experiências de lutas. Por fim, aplicando uma perspectiva interseccional, analisamos as estéticas de imagens disponíveis no acervo documental do IAJES para reconhecer elementos implícitos nos textos, compreendendo a imagética dos movimentos populares periféricos como uma expressão de suas expectativas sociais, de potência e radicalidade.</p> 2021-05-04T16:55:49-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12299 A Construção Histórica do Gênero Feminino na Narrativa Fílmica de “Desmundo” 2021-05-07T12:42:10-03:00 Gustavo Batista Gregio gustavogregio@hotmail.com Sandra de Cássia Araújo Pelegrini revistahdt@upf.br <p>O objetivo do artigo é refletir como é construída a imagem feminina na narrativa audiovisual do filme histórico “Desmundo”, lançado em 2002, sob a direção do cineasta francês Alain Fresnot. O longa-metragem é uma livre adaptação do romance literário da escritora Ana Miranda, publicado em 1996. Assim, debatemos como os relatos históricos influenciaram na construção do gênero feminino, e como a narrativa fílmica representa esses aspectos historicamente arquitetados pelo poder masculino, por meio da protagonista Oribela. A personagem foi enviada forçosamente de Portugal para o Brasil, pela Coroa portuguesa, com o auxílio da Igreja Católica, em meados do século XVI, para casar-se com um colono português. Desta forma, a personagem dialoga com a história das mulheres, representando a trajetória de submissão e dominação do gênero feminino da História do Brasil.</p> 2021-05-04T17:04:50-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12257 “Por que me fust' enganar, Santa María, pois en ti fïava”?: 2021-05-07T12:42:10-03:00 Guilherme Antunes Junior guiantunesjr@yahoo.com.br <p>O presente trabalho analisa o relato medieval da dama que foi obrigada por seus pais a se casar com um homem de posses. Tendo prometido seu corpo à Virgem Maria, a dama resistiu ao ato sexual com o marido, sendo violentamente ferida na vagina. Essa história aparece em diferentes fontes histórias, porém, analisarei a cantiga 105 das <em>Cantigas de Santa Maria</em>, atribuídas ao seu patrocinador, Alfonso X. Meu interesse é fazer uma leitura comparativa, com recorte de gênero, entre o texto poético e as miniaturas do códice historiado, ou Códice Rico, T-I-1 (E2), elaborado no século XIII, travando discussões também sobre casamento e corpo.</p> 2021-05-05T20:59:41-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12314 Contextos, histórias e mulheres: 2021-05-07T12:42:11-03:00 Carlos Eduardo Millen Grosso machadosartre@yahoo.com.br <p>O artigo analisa a formação dos cânones literários no Brasil do último quartel do século XIX às primeiras décadas do século XX.&nbsp; Inicialmente, reflete-se sobre a questão do cânone e sua relação com a produção literária, explorando os mecanismos de regulação literária adotados no Brasil. Posteriormente, busca-se reavaliar conceitos e padrões estéticos compostos pela crítica especializada do período na composição dos cânones literários, estabelecendo trajetos que atendam às necessidades do presente, de modo a ampliar e diversificar o exercício de construção do passado. Finalmente, busca-se avaliar a relação da crítica especializada com a produção de autoria feminina.</p> 2021-05-05T21:08:52-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/11096 Harlem Renaissance: 2021-05-07T12:42:11-03:00 João Gabriel do Nascimento Nganga jg.nascimento@yahoo.com <p>Harlem Renaissance foi um movimento que surgiu na década de 1920, por professores/as, pesquisadores/as, escritores/as e artistas negros/as nos Estados Unidos, com mais intensidade no bairro do Harlem da cidade de Nova Iorque. Esse movimento renascentista foi uma possibilidade de enfrentamento às construções de preconceitos e estereótipos acerca da população negra. Foi um momento de “auto-escrita”, no qual negros e negras utilizaram da literatura, música, pintura e teatro para falarem de si próprios em primeira pessoa, para relatarem seus medos, vitórias, angústias e anseios a partir da perspectiva e subjetividades de quem vivenciava esses sentimentos, e não mais pautado pelo olhar de quem está de fora.</p> 2021-05-05T21:13:34-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/11095 Quem acolhe o menor, a mim acolhe: 2021-05-07T12:42:11-03:00 Elisangela da Silva Machieski lismachieski@gmail.com <p>A Campanha da Fraternidade de 1987, que teve como tema “Quem acolhe o menor, a mim acolhe”, foi foco central de análise desta narrativa histórica. A problemática partiu da ideia de que a Igreja Católica contribuiu para dinamizar a discussão do chamado problema do menor por vários meios; no entanto, foi a partir desta campanha que a temática ganhou amplitude, capaz de atingir grupos populacionais anteriormente não alcançados. Diante dessa perspectiva, o artigo buscou responder – por meio de dois livros elaborados para a Campanha da Fraternidade e alguns relatórios provenientes da Pastoral do Menor – como essa pauta ganhou o cenário nacional, além de apresentar quais foram os seus desdobramentos: a articulação da Pastoral do Menor, o artigo 227 da Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente.</p> 2021-05-05T21:19:54-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/11330 El O "contratista" de vinhas e frutas em Mendoza, Argentina: 2021-05-07T12:42:12-03:00 Juan Manuel Cerdá jmcerda@unq.edu.ar Eunice Sueli Nodari eunice.nodari@ufsc.br <p>O <em>Contratista de viñas</em> foi uma figura central no desenvolvimento da vinificação de Mendoza no final do século XIX e sobrevive até hoje. As particularidades deste contrato levaram à discussão sobre se seriam trabalhadores, por “conta própria” ou empreendedores. De uma perspectiva histórica, este trabalho aborda o processo de construção de identidade e legado do <em>contratista</em> como trabalhador rural. Em particular, são analisadas a luta dos trabalhadores e a participação do Estado no referido processo. O corpus documental utilizado é baseado em: bibliografia dos líderes políticos e sociais da época, discussões parlamentares e jornais.</p> 2021-05-04T17:43:26-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/12557 Estigmas à imagem pública: registros da violência de gênero nos papéis da Inquisição portuguesa 2021-05-13T16:36:50-03:00 Luiz Fernando Rodrigues Lopes revistahdt@upf.br 2021-05-07T11:10:24-03:00 ##submission.copyrightStatement##