http://seer.upf.br/index.php/rhdt/issue/feed Revista História: Debates e Tendências 2019-01-17T17:01:27-02:00 Felipe Cittolin Abal pghis@upf.br Open Journal Systems Revista História Debates e Tendências http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/9051 Apresentação do Dossiê 2019-01-17T17:01:25-02:00 Jenny González Muñoz pghis@upf.br Darlan De Mamann Marchi pghis@upf.br 2019-01-17T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/9052 O fotojornalismo gaúcho dos anos 1970: Jacqueline Joner e Eneida Serrano 2019-01-17T17:01:25-02:00 Carolina Martins Etcheverry etchev@gmail.com <p>Este artigo tem por objetivos apresentar e problematizar o trabalho de duas fotojornalistas gaúchas nos anos 1970, Jacqueline Joner (1953) e Eneida Serrano (1952), a fim de compreender sua inserção e seu papel no campo fotojornalístico gaúcho. As fotógrafas fazem parte da história da fotografia brasileira, o que permite compreender não apenas as tensões nas relações de trabalho e as formas de opressão que sofreram, mas também os mecanismos de emancipação. Assim, abordam-se, de modo específico, as fotografias do fotolivro Santa soja, a passagem pelo jornal Agricultura &amp; Cooperativismo e pela agência de fotografia Ponto de Vista.</p> 2019-01-17T16:06:25-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/8909 Aproximación a la estética indígena 2019-01-17T17:01:25-02:00 Luis Galindez lugalopez@hotmail.com <p>Para a compreensão deste artigo, é importante expor algumas reflexões históricas sobre a estética, começando com uma breve síntese da filosofia estética ocidental. Depois de considerar os critérios eurocêntricos de dominação estética, as ideias sobre o pensamento latino-americano e a estética dos povos indígenas na Venezuela são abordadas. Finalmente, importantes valorações artísticas latino-americanas, bem como interessantes contribuições da arte contemporânea na Venezuela, caso Mito de Amalivaca. A estética indígena como objeto de conhecimento sensível, dentro de práticas sociais (mítico-simbólicas), estimula o interesse por a re-existência e visibilização de nossos povos nativos.</p> 2019-01-17T14:20:12-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/8908 Una experiencia plástica desde mi cotidianidad vinculada a los Diablos Danzantes de Yare 2019-01-17T17:01:25-02:00 Carlos José Morgado Delgado cmorgadodelgado05@gmail.com <p>Este artigo aborda uma experiência de plástico da minha vida diária ligada aos Diabos Dançantes de Yare (parte da festa de Corpus Christi, declarado como património cultural imaterial da Humanidade pela Unesco, 12.06.2012,). De minhas visões, crenças e percepções presentes no meu trabalho pictórico, descobertas da experiência vividas a partir da década de 1960 até o presente. Esta autobiografia foi localizada na cidade de São Francisco de Yare, grande palco ligado a estudos relacionados ao patrimônio imaterial. Importante, as complexidades formalizada e pesquisa orientada, aqui eu embarquei, são transformadas em identidades que são expressas a partir do imaterial ao rito, mito, sincretismo, causando euforia e as emoções transmitidas através da lona no espaço e época de Corpus Christi na enunciação pictórica como autor. A contribuição teórica foi destinado para desenhar nesta pesquisa é orientada para a expansão de uma realidade pictórica sociocultural e histórico pouco abordado na Venezuela, emergindo da minha experiência como associado e ator social, identificar-me como parte desta manifestação mítico-religiosa.</p> 2019-01-17T15:33:32-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/9053 Reflexões acerca do reconhecimento visual do Clube Caixeiral de Rio Grande, RS 2019-01-17T17:01:26-02:00 Gianne Zanella Atallah gizaatallah@gmail.com João Fernando Igansi Nunes pghis@upf.br <p>O artigo pretende estabelecer uma relação entre o presente e o presente tendo como objeto o Clube Caixeiral de Rio Grande, RS, a partir do reconhecimento visual no contexto em que está inserido, e compreender como isso influiu em frequentadores que por ali passaram. Essa análise pretende demonstrar o quanto os sentidos da memória podem exercer uma situação favorável diante das fontes, sejam elas materiais (suportes) ou imateriais (lembranças), a partir de pontos de referência estabelecidos pela memória dos locais.</p> 2019-01-17T16:23:42-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/8929 El imposible regreso a Itaca 2019-01-17T17:01:26-02:00 María del Carmen Sánchez sanchezmc2010@gmail.com <p>A saga do homem é uma jornada sem retorno, da sua condição nômade aos assentamentos urbanos, dá origem a valores diferenciados que definem as diferentes culturas que se expressam fisicamente, através das arquiteturas que definem os espaços e as cidades. A leitura da história humana como memórias acumuladas, tem múltiplas possibilidades de serem revistas em livros ou histórias, em imagens físicas ou virtuais que dão ao leitor a oportunidade de reconstruir sua própria história, pessoal ou coletiva, através de diferentes leituras interpretativas. Essas realidades construídas estão sujeitas a constante evolução através do tempo e das vicissitudes que ocorreram. Somente seu cuidado e manutenção garantem sua continuidade através da preservação da memória e memórias em sua luta contra o esquecimento.</p> 2019-01-17T15:23:44-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/8562 Isto não é uma pichação: afrontas (icono)gráficas e ilusões nominalistas em Joinville-SC 2019-01-17T17:01:26-02:00 Diego Finder Machado diego_finder@yahoo.com.br <p>Com base em narrativas de acontecimentos recentes em Joinville, Santa Catarina, este artigo discute a diferenciação entre as práticas da pichação e do grafite, (icono)grafias que se sobrepõem às paredes e muros da cidade. Argumenta-se que a demarcação da linha que diferencia tais práticas depende de disputas por um poder de nomeação. Em um primeiro momento, são analisados projetos de lei que visaram a criar mecanismos para coibir ações de pichadores e permitir que grafiteiros pudessem expressar sua “arte”, desde que autorizados. Em seguida, a análise se volta a argumentos de estudos que explicaram as diferenças entre pichação e grafite. São perceptíveis esforços para elencar critérios objetivos de diferenciação, apostando em uma neutralidade axiológica. Na parte final do artigo, propõe-se suspender essa pretensa neutralidade para compreender as palavras pichação e grafite como rótulos que atribuem valores a práticas sociais, os quais se adequariam, mais ou menos, aos ideais de “pureza”, “significação” e “beleza”.</p> 2018-12-13T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/8930 Cosmovisiones Maipure-Arawakas del Noroeste Amazónico: relaciones de oralidades y escritura desde la interculturalidad 2019-01-17T17:01:27-02:00 Omar González Ñáñez wamudana@gmail.com <p>A visão de mundo compartilhada etnograficamente e lingüisticamente classificada como "Maipure-Arawakos" (Venezuela) nos permitirá aprofundar o conhecimento, que pudemos investigar e praticar através de discursos orais administrados por xamãs e donos de conhecimento e suas narrativas sobre o significado simbólico dos códigos representados em sua arte rupestre, especialmente em seus petróglifos sagrados.</p> 2019-01-17T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/8405 Direitos Humanos e diálogo com o século XXI na Carta Magna da Umbanda 2019-01-17T17:01:27-02:00 Artur Cesar Isaia arturci@uol.com.br <p>Este texto aborda um documento atual, representativo do posicionamento de alguns líderes da Umbanda. A questão central tratada no mesmo é a relativa aos direitos humanos, procurando articular a Umbanda com pautas atuais e articuladas com a organização micro e macro social no país e no mundo. Neste sentido posiciona-se, entre outras, frente a questões que envolvem a cidadania, o gênero, a ecologia e à política reprodutiva.</p> 2018-11-14T17:27:16-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/8399 Anjos planetários e o mundo sublunar: Trithemius, astrologia e política nos séculos XV e XVI 2019-01-17T17:01:27-02:00 Francisco de Paula Souza de Mendonça Júnior kirijy@gmail.com <p>Discutiremos as relações entre esoterismo e política na transição do século XV para o século XVI, na Alemanha de Maximiliano I (1459-1519), imperador do Sacro Império-Romano Germânico. Analisaremos a obra do abade alemão Johannes Trithemius (1462-1512) chamada De septem secunda Deis id est intelligentiis sive spiritibus orbes post deum moventibus, produto dos seus anos finais de vida. Ao analisar tal fonte, investigaremos a relação que o abade fez entre o reino supralunar e o reino sublunar, ou seja, como ele pensava a dinâmica entre ideias esotéricas e práticas políticas, após já carregar a pecha de demonomago há alguns anos. Dessa forma, acreditamos contribuir para ampliar o olhar sobre o complexo cenário das relações políticas no período marcado pela passagem do regimen medieval para a Razão de Estado.</p> 2019-01-17T16:36:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rhdt/article/view/8452 Quando as tragédias explicam: a importância heurística das catástrofes para o conhecimento histórico 2019-01-17T17:01:27-02:00 Eliézer Cardoso de Oliveira ezi@uol.com.br <p>O objetivo deste texto é mostrar a importância analítica das catástrofes e das tragédias para o conhecimento histórico. Esses eventos, ordinariamente subestimado pelos historiadores, são relevantes para a compreensão dos acontecimentos históricos. Nesse sentido, procurar-se-á mostrar essa importância analítica das tragédia e catástrofes a partir dos seguintes exemplos: o impacto do Acidente de Chernobyl na abertura política soviética; da Epidemia de Febre Amarela, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro, na proibição do tráfico negreiro no Brasil; da Chacina dos Turmeiros, ocorrida em Catalão (GO), na interrupção da construção da estrada de ferro em Goiás; do Acidente com Césio 137 na mudança da imagem da cidade de Goiânia.</p> 2019-01-17T16:40:03-02:00 ##submission.copyrightStatement##