CHAMADAS ABERTAS PARA DOSSIÊS

** Dossiê História e imagens: novas visões dos processos sociais

Organização: Profa. Dra. Jenny González Muñoz, UPF, Brasil Prof. Dr. Darlan De Mamann Marchi, UFPEL, Brasil N. 1/2019 (artigos até 30 ago/2018, publicação 1 jan/2019)

As abordagens da História são diversas, estas podem ser vinculadas com aspetos culturais, desde a construção social em relação com o entorno e contexto, até acontecimentos aparentemente transitórios. Neste sentido, este número busca abrir um espaço para analisar e refletir sobre diversos acontecimentos históricos das diferentes culturas do mundo, a partir das imagens: quadrinhos, fotografias, desenhos e incluso grafittis, vistas como documentos visuais, em distintos materiais e lugares, sendo ferramenta social para o protesto, a crítica, a reafirmacão de situacões, como uma sorte de memoriais (Nora, 1984) desde uma construcão cultural emergente.

**Dossiê: Migrações: perspectivas e avanços teórico-metodológicos

Organização: profa. Dra. Rosane Marcia Neumann, UPF N. 2/2019 (artigos até 31 dez/2018, publicação 1 mai/2019)

A temática proposta para o dossiê pretende discutir as perspectivas e avanços teórico-metodológicos da produção historiográfica sobre as migrações históricas e contemporâneas em âmbito internacional. Aceita trabalhos que contemplem o tema migrações, diásporas e mobilidades na perspectiva das autobiografias, da literatura e narrativas, do patrimônio histórico e ambiental e da história comparada.

** Dossiê: Ditaduras de Segurança Nacional no Cone Sul.

Organizadores: Prof. Dr. Alessandro Batistella (UPF) e Prof. Dr. Enrique Serra Padrós (UFRGS). N. 3/2019 (artigos até 30/05/2019, publicação 1 set/2019)

O dossiê visa a reunir trabalhos sobre as ditaduras de Segurança Nacional no Cone Sul entre as décadas de 1960, 1970 e 1980. O panorama político dos países do Cone Sul, nestes últimos anos, tem estimulado debates sobre leis de anistia, acessibilidade dos arquivos repressivos, formação de comissões da verdade e política transicional, o papel das testemunhas, a herança traumática, as formas de reparação e os avanços e recuos do Poder Judiciário diante dos crimes do terrorismo de Estado. Nesse sentido, a história recente do Cone Sul tem sido destacada objeto de análise e pesquisa da academia, assim como de embates políticos envolvendo partidos políticos, associações de direitos humanos, empresas midiáticas, Forças Armadas, etc. Mais recentemente, a instabilidade política da região está profundamente marcada pela volta de forças, argumentações e formas de atuação muito próximas às práticas promovidas pelas ditaduras, décadas atrás, ou revestidas de nova roupagem que, contudo, não escondem ações antidemocráticas e reacionárias. Dessa forma, o dossiê pretende discutir a produção historiográfica sobre as ditaduras de Segurança Nacional, propondo a reflexão sobre os seus antecedentes, as respectivas transições políticas, as batalhas de memória e o papel da justiça de transição, a persistência do entulho securitista no presente, os arquivos repressivos e fontes históricas, a produção historiográfica e memorialística, a fundamentação ideológica das ditaduras (Doutrina de Segurança Nacional, Guerra Revolucionária, Teoria da Contra Insurgência), as estruturas repressivas, as formas de controle e cooptação, a cooperação repressiva entre as ditaduras, as experiências prisionais e de clandestinidade, os exílios, desexílios e inxílios, os efeitos traumáticos e suas consequências, as leis de anistia, políticas de memória e reparação, o ensino das ditaduras em sala de aula, as articulações entre história nacional e história local/regional, as produções artísticas, cinematográficas, literárias, entre outros.

 

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