http://seer.upf.br/index.php/rfo/issue/feed Revista da Faculdade de Odontologia - UPF 2018-10-24T15:55:02-03:00 Coordenação de Editoração da REVFO-UPF revfo@upf.br Open Journal Systems <p>A RFO UPF é uma publicação quadrimestral dirigida à classe odontológica que tem por objetivo disseminar e promover o intercâmbio de informações científicas, divulgando artigos inéditos de investigação científica; resumos de teses, dissertações e monografias; relatos de casos clínicos e artigos de revisão sistemática que representam contribuição efetiva para a área do conhecimento odontológico.</p> http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8778 Expediente 2018-10-24T15:54:58-03:00 OJS SEER UPF seer@upf.br <p>RFO</p> 2018-10-22T11:21:22-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8774 Editorial - A iniciação científica é fundamental para inovação e desenvolvimento sustentável 2018-10-24T15:54:58-03:00 Alvaro Della Bona dbona@upf.br <p>Editorial</p> 2018-10-22T10:38:40-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8776 Características de pacientes com cárie severa da infância: análise de pacientes atendidos em centro de referência 2018-10-24T15:55:02-03:00 Bruna Camargo jbervian@upf.br Larissa Correa Pavinato jbervian@upf.br Moisés Cardoso jbervian@upf.br Juliane Bervian jbervian@upf.br Berenice Perussolo jbervian@upf.br Eduardo Patussi jbervian@upf.br <p>&nbsp;<em>Objetivo: </em>verificar a correlação dos fatores comporta­mentais na ocorrência de cárie severa. <em>Sujeitos e mé­todo</em>: a amostra foi composta de 25 crianças de 6 a 71 meses, atendidas na Clínica Materno Infantil da Facul­dade de Odontologia da Universidade de Passo Fun­do. O estudo foi realizado em duas etapas: entrevista e exame clínico. A entrevista avaliou os hábitos alimen­tares e de higiene bucal, as variáveis demográficas e o acesso ao flúor. O exame clínico avaliou a presença de cárie severa (incluindo manchas brancas). <em>Resultados: </em>as principais características das crianças da amostra foram idade superior a 24 meses, menor escolaridade materna, prática da amamentação natural e uso da ma­madeira, inclusive com sacarose, além daqueles indiví­duos que não realizavam escovação noturna. Não hou­ve diferença estatisticamente significativa na média de ceo-d para nenhum dos fatores em estudo. <em>Conclusão</em>: pode-se concluir que há a necessidade de formar pro­fissionais voltados não apenas ao tratamento, mas tam­bém à prevenção das doenças na cavidade oral, como a cárie, mas, para que isso ocorra, é de extrema importân­cia que se conheça o perfil das crianças que necessitam de maior cuidado.</p> 2018-10-22T10:58:08-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8083 A satisfação profissional de cirurgiões-dentistas da atenção básica em um município no sul do Brasil com diretrizes municipais de saúde bucal 2018-10-24T15:55:00-03:00 Júlia Guedes Alves juliaguedesa@outlook.com Vitor Henrique Digmayer Romero vitordigmayer@gmail.com Peterson Oliveira Boeira peter.oli@hotmail.com Tania Izabel Bighetti taniabighetti@hotmail.com Eduardo Dickie de Castilhos eduardo.dickie@gmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: identificar a satisfação profissional de cirur­giões-dentistas atuantes na atenção básica do Sistema Único de Saúde em um município do sul do Brasil, que foi pioneiro na implantação de diretrizes municipais de saúde bucal. <em>Sujeitos e método</em>: para a coleta dos da­dos, foram utilizados componentes descritivos a partir de dados secundários obtidos por meio de um questio­nário aplicado para todos os cirurgiões-dentistas atuan­tes no referido serviço. <em>Resultados</em>: no total, 46 profis­sionais foram incluídos na amostra, sendo que 82,5% estavam satisfeitos em seu trabalho e, desses, o reco­nhecimento dos usuários do serviço foi o fator que os cirurgiões-dentistas mais associaram à felicidade. Já os fatores mais relacionados à infelicidade no trabalho são as críticas ao salário e os usuários não colaboradores; 97,8% acreditavam que seu trabalho fazia diferença na comunidade em que estavam inseridos. <em>Conclusão</em>: este estudo sugere que estabelecer diretrizes no proces­so de trabalho pode ter um impacto positivo na prática e na satisfação dos profissionais, e essas estratégias po­dem ser utilizadas como amparo para planejamento em gestão de saúde bucal de forma sistematizada.</p> 2018-10-22T10:02:23-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8192 Uso de chupeta em pré-escolares do sul do Brasil: prevalência e fatores associados 2018-10-24T15:55:00-03:00 Fabiana Vargas-Ferreira fabivfer@gmail.com Rita de Azevedo Senna ritase@terra.com.br Mariana Cezar Ilha marianacilha@outlook.com Patrícia Figueiró fabivfer1@gmail.com Carlos Alberto Feldens cafeldens@terra.com.br Paulo Floriani Kramer paulokramer@hotmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: investigar a prevalência e os fatores asso­ciados ao uso de chupeta em pré-escolares. <em>Sujeitos e método</em>: estudo transversal foi realizado com 1.316 crianças de 0 até 5 anos de idade no município de Ca­noas, no Rio Grande do Sul. O instrumento de pesquisa foi um questionário semiestruturado respondido pelos responsáveis sobre características sociodemográficas (sexo, cor da pele, idade da criança e materna, esco­laridade materna, estrutura e renda familiar) e compor­tamentais (uso da mamadeira e aleitamento materno). O desfecho foi presença/ausência de uso de chupeta. A análise estatística compreendeu regressão de Poisson com variância robusta bruta e ajustada. <em>Resultados</em>: a prevalência de uso de chupeta em algum momento da vida foi de 68,1%. A análise multivariável ajustada mostrou que crianças que usaram mamadeira tiveram três vezes maior prevalência do desfecho (RP: 3,21; IC95% 2,25-4,59; p&lt;0,001) se comparadas àquelas que nunca usaram mamadeira. Além disso, a análise adicio­nal encontrou que crianças mais novas ainda usam a chupeta quando comparadas às mais velhas. <em>Conclu­são</em>: conclui-se que a prevalência do uso de chupeta é alta e está associada com hábitos de nutrição. Assim, entender a associação de aspectos biopsicossociais e sua rede de causalidade torna-se essencial para o es­tabelecimento de estratégias de promoção de saúde na primeira infância.</p> 2018-10-22T10:04:45-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8202 Conhecimento dos cirurgiões-dentistas em atendimento de pacientes com coagulopatias hereditárias 2018-10-24T15:55:00-03:00 Rafaella Bastos Leite rrafaella_bastos@hotmail.com Rayssa Nunes da Mota Nascimento rrafaella_bastos@hotmail.com Renata de Souza Coelho Soares rrafaella_bastos@hotmail.com Andreza Cristina de Lima Targino Marsson rrafaella_bastos@hotmail.com Carlos Augusto Galvão Barboza rrafaella_bastos@hotmail.com Raquel Cristina Barboza Gomes rrafaella_bastos@hotmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: verificar o conhecimento dos cirurgiões-den­tistas que trabalham nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) com Equipes de Saúde Bucal (ESB) modalidade I, no município de Campina Grande, sobre o atendi­mento odontológico de pacientes com coagulopatias hereditárias. <em>Sujeitos e método</em>: por meio de questio­nário autoaplicável, foi feita uma entrevista com os cirurgiões-dentistas do município em questão para ana­lisar os seus conhecimentos. Participaram da pesquisa 24 profissionais que se encaixaram nos critérios de in­clusão e responderam de forma adequada o questioná­rio com questões objetivas, sendo que os participantes foram orientados a assinalar somente uma alternativa para cada questionamento. <em>Resultados</em>: a maioria dos profissionais é formada há mais de 10 anos. A média de acertos das respostas foi de 50%. Em relação aos achados clínicos que determinam a possível presença de distúrbio hemorrágico, 44% afirmaram que são: púr­pura, sangramento gengival espontâneo e hemartrose. Os pacientes considerados de risco elevado para o tra­tamento odontológico foram: pacientes sem distúrbios hemorrágicos revelados, mas com exames complemen­tares alterados; pacientes em tratamento com AAS; e pacientes em tratamento com anticoagulante por via oral. A maioria (68%) não considera a utilização de su­gadores de saliva como risco para sangramento bucal. Os procedimentos odontológicos que os profissionais não se sentem seguros a executar, nesse tipo de pacien­te, foram: exodontias (88%); tratamento periodontal cirúrgico (76%); raspagem e alisamento coronoradicular (RACR) (28%); anestesia do nervo alveolar inferior ou outros (24%); tratamento endodôntico (20%); e anes­tesia infiltrativa (8%). <em>Conclusão</em>: os dados obtidos na pesquisa mostraram que o conhecimento dos cirurgi­ões-dentistas das UBS do município de Campina Gran­de não é satisfatório, havendo dúvidas sobre a maioria dos tratamentos odontológicos direcionados aos pa­cientes com coagulopatias hereditárias.</p> 2018-10-22T10:05:26-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8220 Concentração de íons flúor em águas minerais envasadas no Rio Grande do Sul 2018-10-24T15:55:01-03:00 Alexandre Emidio Ribeiro da Silva aemidiosilva@gmail.com Francisco Roberto de Avelar Bastos aemidiosilva@gmail.com Mariana Silveira Echeverria aemidiosilva@gmail.com Jiuliani Radünz aemidiosilva@gmail.com Camila Reis de Oliveira aemidiosilva@gmail.com Celso Afonso Klein-Junior aemidiosilva@gmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: avaliar o nível de flúor presente nas águas mi­nerais carbogasosas e não carbogasosas envasadas no estado do Rio Grande do Sul, comparando os dados com as informações descritas nos rótulos das embala­gens. <em>Materiais e método</em>: foram analisadas cinco mar­cas comerciais de água mineral. Os valores de padrão/ amostra e tampão Tisab foram utilizados em uma re­lação de 1:1, e as amostras foram lidas em duplicata. As amostras carbogasosas foram agitadas com bastão magnético para eliminação do gás carbônico. Para de­terminação de flúor, foram utilizados analisador espe­cífico de íons, eletrodo seletivo para íon flúor, eletrodo de referência Ag/AgCl de junção simples. <em>Resultados</em>: foram encontradas concentrações de flúor variando en­tre 0,13 mg F-/L e 1,31 mg F-/L, com diferenças entre os valores estipulados nos rótulos das marcas de água mineral avaliadas e as análises laboratoriais na presente investigação. Os valores de duas marcas de água mine­ral com flúor analisadas no estudo mostraram-se acima, considerando os valores de referência (0,6-0,8 mg F-/L), e uma marca não apresentou valores de ação preventi­va contra a cárie dentária (valores abaixo de 0,6 mg F-/ L). <em>Conclusão</em>: conclui-se que há divergência entre os valores de íons flúor encontrados nas medições e os in­formados nos rótulos, sendo necessário um sistema de melhor vigilância para o controle dos níveis de flúor nas águas minerais disponibilizadas à população do estado do Rio Grande do Sul, considerando os benefícios do consumo de águas minerais para prevenção dos níveis de cárie na população.</p> 2018-10-22T10:06:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8245 Produção especializada no SUS em capitais brasileiras com centros de especialidades odontológicas: uma análise descritiva 2018-10-24T15:55:01-03:00 Alissa Schmidt San Martin alissasanmartin@gmail.com Ketlen Conde ketlenc@live.com Luane Morales luanemorales11@gmail.com Marcos Britto Corrêa marcosbrittocorrea@hotmail.com Marcus Cristian Muniz Conde marcus.conde@univates.br Luiz Alexandre Chisini luizalexandrechisini@hotmail.com <p>&nbsp;Centros de especialidades odontológicos (CEOs) são es­tabelecimentos de saúde de âmbito especializado que devem realizar uma quantidade mínima de procedi­mentos. Objetivos: descrever a produção odontológica especializada e reportar o cumprimento das metas nas capitais brasileiras com CEOs. Materiais e método: foi conduzido um estudo do tipo longitudinal retrospecti­vo, sendo realizada uma busca por CEOs cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). A produção odontológica foi pesquisada no Sis­tema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde (SIASUS), de maio de 2015 a abril de 2016. Resultados: foram encontrados e considerados elegíveis para o presente estudo 59 CEOs, localizados em 19 ca­pitais brasileiras e no Distrito Federal, sendo 48% CEOs tipo II. Cerca de 730 mil procedimentos especializados foram realizados durante os 12 meses avaliados. Uma taxa de 86% das metas foi cumprida, sendo que cirurgia foi a área com maior cumprimento (92%), seguida de periodontia (89%) e endodontia (76%). Uma das capi­tais apresentou apenas 33% das metas cumpridas. Três capitais não atingiram nenhuma das metas estabeleci­das em procedimentos de endodontia. Conclusão: foi observada uma grande variação no cumprimento das metas entre as capitais com CEOs. Enquanto algumas capitais apresentaram elevado cumprimento das metas, outras exibiram dados preocupantes, principalmente nos procedimentos de endodontia.</p> 2018-10-22T10:06:35-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8300 Prevalência de sequelas neurológicas associadas a trauma em face 2018-10-24T15:55:01-03:00 Cassian Taparello cassian.taparello@gmail.com Kássia Estefânia Hauck hauckodontologia@hotmail.com Tiago Nascimento Mileto tmileto@gmail.com Ricardo Scariot scariotrica@gmail.com Silvana Gonçalves de Almeida silmtm@yahoo.com Ferdinando de Conto ferdiupf@gmail.com <p>&nbsp;<em>Introdução</em>: pacientes acometidos por traumatismo craniofacial podem evoluir com sequelas variadas. <em>Objetivo</em>: identificar a prevalência de sequelas neuro­lógicas ocorridas entre os pacientes com traumatismo craniofacial em um serviço de referência para o trauma no sul do Brasil. <em>Sujeitos e método</em>: foram analisados 1.385 prontuários, em que 169 (12%) pacientes foram selecionados com trauma em crânio e face simultane­amente, levando em consideração o agente etiológico, a procedência, a idade, o sexo do paciente e a locali­zação das fraturas. <em>Resultados</em>: uma taxa de 85% dos indivíduos era do sexo masculino, com faixa etária en­tre 31-40 anos. Os fatores etiológicos mais prevalen­tes foram acidentes de trânsito (36%), quedas (22%) e violência interpessoal (21%). No grupo selecionado, o traumatismo cranioencefálico esteve presente em 89% dos casos; em 64% da população, não houve sequela neurológica; 28% apresentaram algum tipo de seque­la; e em 8% dos prontuários não havia informações completas. <em>Conclusão</em>: na população estudada, mesmo com um subgrupo específico de traumatizados, houve prevalência de gênero masculino, terceira década de vida e acidente automobilístico. Além disso, a região anatômica mais acometida foi o conjunto de ossos do terço médio da face, e, ainda nesta condição de asso­ciação, o traumatismo cranioencefálico esteve presente na maioria dos casos, porém, somente 28% dos casos evoluíram com alguma sequela neurológica.</p> 2018-10-22T10:07:07-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8305 Fatores maternos relacionados à alta frequência de consumo de sacarose por crianças acompanhadas por um programa de atenção odontológica materno-infantil nos dois primeiros anos de vida 2018-10-24T15:55:01-03:00 Andréia Drawanz Hartwig andreiahartwig@hotmail.com Ana Regina Romano romano.ana@uol.com.br Fernanda Gerardo Pappen ferpappen@gmail.com Marina Sousa Azevedo marinasazevedo@hotmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo: </em>avaliar se os hábitos alimentares maternos re­latados durante a gestação influenciam a ingestão de sacarose das crianças nos primeiros dois anos de vida. <em>Sujeitos e método</em>: participaram da pesquisa 204 díades mãe-filho acompanhadas por um programa de atenção odontológica materno-infantil em uma cidade no sul do Brasil. As variáveis independentes foram obtidas por meio dos prontuários odontológicos disponibilizados pelo programa. Os hábitos alimentares maternos foram coletados durante a gestação e a ingestão diária de sa­carose pelas crianças foi baseada em um questionário alimentar de frequência, dicotomizado em &lt; 4 vezes/ dia e ≥ 4 vezes/dia. A análise multivariada foi realizada com modelos de regressão de Poisson, com variância robusta para estimar a razão de prevalência e os interva­los de confiança de 95%. <em>Resultados</em>: a prevalência do consumo de sacarose nos primeiros dois anos de vida, com uma elevada ingestão de sacarose (≥ 4 vezes/dia), foi detectada em 90,69% das crianças. Após o ajuste, o desfecho (alta ingestão de sacarose) foi 10% maior para as crianças cujas mães relataram beber bebida açuca­rada para satisfazer sua sede durante a gestação [RP = 1,10 (IC95%: 1,02-1,18)]. <em>Conclusões</em>: a maioria das crianças apresentou alta ingestão de sacarose em idade precoce. A triagem de mulheres grávidas para consumo de bebidas açucaradas pode ser uma maneira possível de reconhecer crianças em risco futuro de alta ingestão de sacarose na primeira infância.</p> 2018-10-22T10:07:56-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8314 Rotatividade de profissionais da Estratégia Saúde da Família no município de Montes Claros, Minas Gerais, Brasil 2018-10-24T15:54:58-03:00 Bárbara Quadros Tonelli babi-tonelli@hotmail.com Ana Paula dos Reis Leal anapleal@hotmail.com Wanini Félix Quadros Tonelli niniquadros09@gmail.com Daniella Cristina Martins Dias Veloso daniellaveloso@hotmail.com Dulce Pimenta Gonçalves dulcepribeiro@ig.com.br Stephanie Quadros Tonelli stephanie_tonelli@hotmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: analisar a rotatividade dos profissionais de saúde vinculados às Equipes de Saúde da Família (ESFs) de Montes Claros, MG. <em>Sujeitos e método</em>: trata-se de um estudo transversal de natureza quantitativa do tipo exploratório e descritivo. Os dados foram extraídos do Relatório de Profissionais Desligados no Estabelecimen­to do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), no período de fevereiro de 2001 a agosto de 2016. <em>Resultados</em>: foram avaliados 811 profissionais, dos gêneros feminino (n=599) e masculino (n=212), em 93 ESFs. Estiveram cadastrados 283 médicos, 264 enfermeiros, 50 técnicos de enfermagem, 75 auxiliares de enfermagem, 78 dentistas, 56 auxiliares de saúde bu­cal e 5 técnicos de saúde bucal. A média do tempo de permanência (TP) dos profissionais nas ESFs foi de 20 meses, sendo que o tempo mais frequente foi menor que 1 mês (6,2%), seguido pelos tempos de 1 (5,9%) e 2 (4,3%) meses; 48,82% dos profissionais (n=396) permaneceram por tempo menor que 12 meses. Os cirurgiões-dentistas foram os profissionais que tiveram maior TP dentre os profissionais de nível superior, e profissionais de nível médio apresentaram TP significa­tivamente maior. <em>Conclusão</em>: pôde-se observar uma alta taxa de rotatividade profissional nas ESFs no município avaliado.</p> 2018-10-22T09:54:27-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8345 Necessidade de tratamento ortodôntico em adolescentes do Rio Grande do Sul: relação entre autopercepção e necessidade clínica 2018-10-24T15:54:59-03:00 Karen Luciane Zappe Pereira Soto karenzpereira@hotmail.com Helenita Correa Ely elenitaely@hotmail.com Fernanda Hilgert Mallmann femallmann@hotmail.com Claides Abegg claides.abegg@gmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivos: </em>analisar a associação entre a autopercepção e a necessidade clínica de tratamento ortodôntico e investigar a relação entre a necessidade de tratamento ortodôntico e o impacto nas atividades diárias comer, sorrir e falar, em adolescentes. <em>Sujeitos e método</em>: estu­do transversal com 1.630 escolares com idade entre 15 e 19 anos, de 36 municípios do estado do Rio Grande do Sul. Os instrumentos utilizados para determinar a necessidade de tratamento ortodôntico foram o Índice de Estética Dental (DAI) e o Componente Estético (AC) do Índice de Necessidade de Tratamento Ortodôntico (IOTN). Os dados foram analisados com o programa SPSS 21.0, utilizando-se os testes Qui-Quadrado de Pe­arson ou Qui-Quadrado de tendência linear e a regres­são de Poisson. O nível de significância adotado foi de 5%. <em>Resultados</em>: observou-se associação positiva entre o IOTN e o DAI. A proporção de sujeitos que percebe­ram a necessidade de tratamento ortodôntico aumentou com a recomendação feita pelo dentista. Entretanto, a maioria dos adolescentes entrevistados não percebia necessidade de tratamento ortodôntico. Após o ajuste, observou-se associação entre a maloclusão e o desem­penho da atividade diária sorrir (RP = 2,03) e o sexo dos escolares (RP = 1,28). Também se observou associação entre o sexo dos adolescentes (RP = 1,23), a escolarida­de do pai (RP = 1,21) e o impacto na atividade comer. A atividade diária de falar estava associada com a escola­ridade do pai (RP = 2,11). <em>Conclusão: </em>existe associação entre a autopercepção de tratamento ortodôntico e a necessidade clínica. A maloclusão impacta a atividade sorrir entre os adolescentes, entretanto, o mesmo não ocorre com as atividades comer e falar.</p> 2018-10-22T09:55:38-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8394 Consumo de álcool entre os trabalhadores da saúde da família 2018-10-24T15:54:59-03:00 Maria Aparecida Carlos mariaaparecida-carlos@hotmail.com Álex Moreira Herval lilianetannus1@gmail.com Liliane Parreira Tannús Gontijo lilianetannus1@gmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: identificar o padrão e a prevalência de con­sumo de bebida alcoólica entre trabalhadores de equi­pes de Saúde da Família. <em>Materiais e método</em>: estudo transversal conduzido com 118 trabalhadores da Saú­de da Família. Os dados foram coletados por meio um questionário socioeconômico e ocupacional e do Tes­te de Identificação dos Transtornos do Uso de Álcool, cujos resultados foram analisados de forma descritiva. <em>Resultados</em>: o uso de álcool foi observado em 50% dos profissionais de saúde. Dos que faziam uso de álcool, 41% revelaram ter consumido seis ou mais doses de álcool em uma única ocasião (binge), 19% alegaram ao menos um episódio de binge por mês, 12% disseram beber mensalmente, 8% semanalmente e 2% todos ou quase todos os dias. Conclusões: o uso de álcool entre profissionais da saúde da família foi considerado similar à população brasileira. Contudo, entre os trabalhadores que fazem uso do álcool, chamou a atenção a frequên­cia elevada de uso em binge.</p> 2018-10-22T09:56:13-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8301 Efetividade de selantes de fossas e fissuras aplicados por estudantes de Odontologia na prevenção de cárie 2018-10-24T15:55:01-03:00 Viviane Silveira Marques viviane.smarques@icloud.com Guilhermo Enrico Sartori de Oliveira Andres gui-ae@hotmail.com Daniela de Rossi Figueiredo daniela.derossi@gmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: avaliar a efetividade dos selantes aplicados por estudantes do curso de graduação em Odontolo­gia da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Grande Florianópolis, após 6 meses da aplicação, e estimar a prevalência de cárie dos participantes. <em>Su­jeitos e método</em>: estudo observacional descritivo com indivíduos das clínicas de Odontologia. A efetividade dos selantes oclusais foi avaliada por roteiro validado na literatura, e a prevalência de cárie, dicotomizada. Os dados foram analisados por estatística descritiva e as associações pelo teste Qui-Quadrado. <em>Resultados</em>: a taxa de resposta do estudo foi de 94,7% (n=18), 2/3 da amostra eram do sexo feminino (72,2% IC 95% 49,1;87,5), 60% dos pacientes recebiam 3 salários mínimos ou menos, maiores proporções de indivíduo tinham selados seus dentes há pelo menos 9 meses. Pouco menos de 2/3 da amostra receberam Fluroshield como material restaurador em seus dentes. Dentre os 57 dentes avaliados, 70,2% apresentavam retenção to­tal. Os dentes mais acometidos pela perda de retenção foram os segundos molares superiores (40%). Mais de 2/3 da amostra não apresentaram cárie (88,9% IC 95% 67,2; 96,9). O isolamento relativo foi o mais prevalente (72,2% IC 95% 49,1;87,5). <em>Conclusão</em>: sob a perspecti­va das práticas dos estudantes de Odontologia, metade da amostra de pacientes apresentou alguma perda de retenção dos selantes, mesmo que um número maior de retenções totais e a ausência de recidiva de cárie tenham sido observados. Isso reflete a importância da relação professor-aluno no planejamento e na correta aplicação das técnicas de selamento por estudantes de Odontologia.</p> 2018-10-22T10:07:51-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8306 Efeito do hipoclorito de cálcio na resistência de adesão do cimento obturador AH Plus à dentina. 2018-10-24T15:54:58-03:00 Anelise Özkömür anelisevieceli@gmail.com Lucas Siqueira Pinheiro lucaspinheiroodonto@gmail.com Júlia Eick Iglesias juliaeiglesias@hotmail.com Leticia Mestieri leticiabmestieri@gmail.com Fabiana Soares Grecca fabiana.grecca@ufrgs.br <p>O trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do uso de hipoclorito de cálcio (Ca(OCl)2) como irrigante na resistência de adesão do cimento AH Plus (De Trey-Dentsply, Konstanz, Alemanha) à dentina pelo teste de micro push-out. Trinta e três dentes humanos monorradiculares foram seccionados transversalmente na junção amelocementária e divididos em três grupos: hipoclorito de sódio (NaOCl) 2,5%, hipoclorito de cálcio 2,5% e soro fisiológico. Os canais foram preparados, irrigados ao final com EDTA 17% e foram obturados com cones de guta percha e cimento AH Plus. Após armazenagem por sete dias em 100% de umidade a 37°C, os dentes foram seccionados transversalmente ao longo eixo da raiz. Foram obtidas 3 fatias de cada dente (n=33), que foram submetidas ao ensaio de push-out. O tipo de falha foi analisado por fractografia, e classificado em falha adesiva, coesiva ou mista. Os valores de resistência de união foram analisados pelo teste de Kruskal-Wallis com nível de significância de 95%. O grupo Ca(OCl)2 2,5% apresentou a menor média de resistência de adesão, diferindo estatisticamente do NaOCl e soro fisiológico (p&lt;0,05). Não houve diferença estatística entre os grupos irrigados com soro e NaOCl (p&gt;0,05). A falha predominante em todos os grupos foi a do tipo adesiva. O Ca(OCl)2 2,5% teve um efeito negativo sobre a força de adesão do AH Plus à dentina radicular quando comparado ao NaOCl 2,5%.</p> 2018-10-22T09:53:16-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8059 Adaptação infantil ao tratamento odontológico: relato de caso 2018-10-24T15:54:59-03:00 Marcieli Dias Furtado mdfurtado@live.com Luiza Beatriz Thurow dfurtado@live.com Josiane Luzia Dias Damé mdfurtado@live.com Tania Izabel Bighetti mdfurtado@live.com <p>Na odontopediatria, o ambiente odontológico gera medo e ansiedade, demonstrados de diversas formas pela criança, de modo que há necessidade de promover sua adaptação para que entenda o processo e se sin­ta parte dele. É importante, ainda, que se identifiquem situações em que o desconforto estético possa gerar constrangimento na convivência diária das crianças. <em>Objetivo: </em>relatar um caso clínico de resolução de com­prometimento estético causado por defeito de desenvol­vimento do esmalte (DDE) e utilização de técnicas de adaptação de comportamento. <em>Relato de caso: </em>uma pa­ciente do sexo feminino, 3 anos de idade, nascida pre­matura, apresentava DDE no incisivo central superior esquerdo, que, ao sorrir, cobria com as mãos. O perfil da criança foi avaliado e, a partir das suas característi­cas, foram escolhidas as técnicas de dizer-mostrar-fazer, controle de voz, reforço positivo, distração e repetição, usando-as de forma associada para melhores resulta­dos, considerando a necessidade da repetição das vi­sitas ao consultório. Após cinco consultas, foi possível realizar a restauração com resina fotopolimerizável, restabelecendo a estética e o conforto para a criança. <em>Considerações finais: </em>para o atendimento odontológico de crianças, é de fundamental importância conhecer técnicas de manejo infantil e usá-las de acordo com as necessidades individuais, com a finalidade de tornar as crianças participativas no processo, diminuindo a an­siedade, o medo e as reações que podem dificultar ou impedir o atendimento.</p> 2018-10-22T09:56:53-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8061 Reabilitação de dentes afetados pela Hipomineralização Molar-Incisivo (HMI): um relato de caso com 16 meses de acompanhamento 2018-10-24T15:54:59-03:00 Ivam Freire da Silva-Júnior ivamfreire@gmail.com Carlota Rocha de Oliveira carlota-oliveira@uol.com.br Paula da Silva Berwig paulaberwig@hotmail.com Lisandrea Rocha Schardosim lisandrears@hotmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: relatar um caso clínico de uma criança diag­nosticada com Hipomineralização Molar-Incisivo (HMI) severa, apresentando a proposta terapêutica e o acom­panhamento. <em>Relato de caso</em>: uma paciente do sexo fe­minino, com 6 anos de idade, foi levada a um serviço odontológico com queixa principal de “dor no dente de baixo (lado direito)”. No exame clínico, foram consta­tadas opacidades demarcadas no esmalte dentário, de coloração variando de branco a tons de marrom, carac­terísticas de hipomineralização, nas superfícies vestibu­lares dos dentes 12, 11, 21, 32, 31 e 41 e nas oclusais do 16 e 26, sem perda de estrutura dentária. Nos dentes 36 e 46, observaram-se, além das opacidades demarca­das, fraturas de esmalte pós-eruptivas associadas com lesões ativas de cárie em dentina. Clinicamente e ra­diograficamente, não havia sinais de comprometimen­to da saúde pulpar. A criança foi então diagnosticada com HMI. O tratamento consistiu em restauração direta em resina composta dos elementos 36 e 46. Após 16 meses, observou-se que não houve perda de material restaurador em ambas as restaurações. A criança não relatou sensibilidade dentinária e nem sintomatologia dolorosa. <em>Considerações finais</em>: o tratamento proposto para o caso mostrou-se satisfatório durante o período avaliado, pois recuperou a funcionalidade dos dentes afetados pela HMI e não houve mais eventos de sensi­bilidade e dor.</p> 2018-10-22T10:01:22-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8090 Paracoccidioidomicose com repercussão oral: relato de caso em zona urbana 2018-10-24T15:55:00-03:00 Ana Flávia Barros Souza ana.flavia.sousa@usp.br Rennan Luiz Oliveira Dos Santos rennan_475@hotmail.com Thaís Gimenez Miniello thaminiello@usp.br Claudete Rodrigues Paula crpmicol@uol.com.br Carina Domaneschi domaneschi@usp.br Camila de Barros Gallo camilabg@usp.br <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: relatar um caso de paracoccidioidomicose (Pbmicose), diagnosticado pelo cirurgião-dentista, e o tratamento instituído a um morador de zona urba­na. <em>Relato de caso</em>: paciente do sexo masculino, com 59 anos de idade, leucoderma, compareceu à clínica odontológica com lesão em boca há cerca de vinte dias e queixa de mobilidade dental na região anteroinferior. Durante a anamnese, constatou-se dificuldade respi­ratória, hipertensão controlada, tabagismo e etilismo crônico. No exame físico, foi observado aumento de volume do lábio inferior, linfadenopatia bilateral sub­mandibular e lesões ulceradas com aspecto moriforme em mucosa bucal e gengiva inserida do elemento 31 ao 45. Foi realizada biópsia incisional na lesão com resultado positivo para Pbmicose. O paciente foi me­dicado com itraconazol e apresenta-se periodicamente para acompanhamento. <em>Considerações finais</em>: as lesões bucais dessa doença correspondem a úlceras crônicas e granulomatosas, semelhantes à lesão provocada pelo carcinoma epidermoide oral, assim, o cirurgião-dentista deve conhecer esta micose e considerá-la na elabora­ção do diagnóstico diferencial.</p> 2018-10-22T10:03:03-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8777 Protocolo de atendimento odontológico a pacientes usuários de terapia antitrombótica 2018-10-24T15:55:02-03:00 Maura Sodré Pesse maurapesse@uol.com.br Leandro Dorigan de Macedo maurapesse@uol.com.br Soraya Fernandes Mestriner maurapesse@uol.com.br Cristiane Aparecida Nogueira Bataglion maurapesse@uol.com.br <p>&nbsp;Muitos pacientes que necessitam de intervenção odon­tológica, atualmente, são usuários de terapia medica­mentosa antitrombótica. Essa condição se mostra pre­valente, considerando que problemas cardiovasculares afetam grande parte da população. <em>Objetivo</em>: construir um protocolo clínico para o Serviço de Odontologia e Estomatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, a partir de evidências cien­tíficas. <em>Revisão de literatura</em>: foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados eletrônicas Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e Public MedLine (PubMed), nos idiomas português e inglês, do período entre 2013 e 2017. Após obtenção dos periódicos, fo­ram selecionados os que se tratavam de estudos clí­nicos e seguiu-se com tradução, leitura e análise dos artigos. Com base nas evidências científicas, optou-se por construir o protocolo a partir da classe de medica­mento utilizada pelos usuários de terapia antitrombó­tica (antiagregantes plaquetários, anticoagulantes orais e novos anticoagulantes orais) e orientações (pré, intra e pós-operatórias) para cada procedimento odontológi­co. <em>Considerações finais</em>: o protocolo clínico estabele­ceu parâmetros para condutas clínicas e cirúrgicas em atendimento ambulatorial e hospitalar, possibilitando o cuidado integral aos usuários de terapia antitrombótica. Futuros estudos clínicos são necessários para validação e adequação para seu uso em diferentes serviços.</p> 2018-10-22T11:14:33-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8139 Tratamento de disfunções temporomandibulares com toxina botulínica tipo A 2018-10-24T15:55:00-03:00 Geovana de Oliveira Polette Petrolli geovana.petrolli@gmail.com Pamella Monteiro Mendes pam.monteir0@hotmail.com Fernanda Angeloni de Souza feangelonisouza@hotmail.com Matheus Coelho Blois matheuscoelhoblois@hotmail.com <p>&nbsp;<em>Introdução</em>: a disfunção temporomandibular (DTM) abrange muitos problemas clínicos nas articulações, na musculatura e em outras regiões da oroface. A ori­gem multifatorial e sua etiologia envolvem fatores psi­cocomportamentais, oclusais e neuromusculares, seu diagnóstico é realizado pela anamnese detalhada, com a identificação dos fatores predisponentes, iniciadores e perpetuantes, e pelo exame físico, que consiste em palpação da musculatura, mensuração da movimenta­ção ativa e verificação dos ruídos articulares. <em>Objetivo</em>: sistematizar as evidências científicas e verificar a eficá­cia do tratamento de disfunções temporomandibulares de origem muscular com a toxina botulínica do tipo A (TBX-A). <em>Materiais e método</em>: a busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed e SciELO, com os descritores: “myofascial pain”, “botulinum toxin” e “masticatory muscles”. Foram analisados ensaios clíni­cos randomizados, que apresentaram tratamento para DTM com a utilização da TBX-A em pacientes de am­bos os sexos. A qualidade metodológica dos artigos se­lecionados foi verificada de acordo com a escala de Ja­dad. <em>Considerações finais</em>: observou-se que o tratamen­to para a DTM por meio da TBX-A auxilia no tratamento de dores orofaciais permanentes como coadjuvante, aliado a tratamentos conservadores. Os estudos que de­monstraram resultados clínicos significativos utilizaram uma dose total de 100 U de TBX-A, sendo 30 U nos músculos masseteres e 20 U nos músculos temporais, bilateralmente.</p> 2018-10-22T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8307 Abordagem quanto ao diagnóstico e ao tratamento da avulsão dentária: uma revisão de literatura 2018-10-24T15:54:58-03:00 André Guimarães Rodrigues matosjefferson19@gmail.com Alessandra Dossi Pinto matosjefferson19@gmail.com Jefferson David Melo de Matos matosjefferson19@gmail.com Guilherme da Rocha Scalzer Lopes matosjefferson19@gmail.com Renato Sussumu Nishioka matosjefferson19@gmail.com Valdir Cabral Andrade matosjefferson19@gmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: descrever uma revisão da literatura que apresente as principais consequências que podem ocorrer quando o dente avulsionado é reimplanta­do de forma tardia, proporcionando um prognóstico desfavorável. <em>Revisão de literatura</em>: a avulsão dental é uma lesão traumática que se caracteriza pelo comple­to deslocamento do dente de seu alvéolo, acarretan­do danos tanto às estruturas de suporte do elemento dental quanto às estruturas pulpares. A permanência extraoral do elemento dental avulsionado por períodos longos ou em meios de armazenamento inadequados pode provocar danos adicionais. <em>Considerações finais</em>: as lesões de inserções são as principais consequências da pós-avulsão dentária, isso devido a uma ruptura do ligamento periodontal, com uma secagem excessiva antes do reimplante, danificando as células do liga­mento periodontal, o que, por sua vez, provoca uma resposta inflamatória exacerbada em uma ampla área da superfície radicular.</p> 2018-10-22T09:53:52-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8316 A importância da bioética na prática odontológica: considerações atuais da literatura 2018-10-24T15:54:59-03:00 Jefferson David Melo de Matos matosjefferson19@gmail.com André Guimarães Rodrigues matosjefferson19@gmail.com Alessandra Dossi Pinto matosjefferson19@gmail.com Guilherme da Rocha Scalzer Lopes matosjefferson19@gmail.com Valdir Cabral Andrade matosjefferson19@gmail.com <p>&nbsp;<em>Objetivo</em>: revisar a literatura sobre os meios pelos quais o cirurgião-dentista deve orientar sua conduta, tornan­do-se ciente daquilo que lhe é exigido em relação à sua profissão. <em>Materiais e método</em>: esta revisão de literatura foi conduzida pelos principais bancos de dados de saú­de: PubMed, SciELO e Google Scholar. As palavras-cha­ve para a busca textual foram: ética profissional (ethics, professional); educação em odontologia (education, dental); odontologia (dentistry). <em>Os critérios de inclusão foram</em>: literatura que aborde a temática em estudo, li­teratura dos últimos anos, idiomas inglês e português, estudos laboratoriais e clínicos e revisão sistemática. Os critérios de exclusão foram: revisão de literatura, carta ao editor, artigo de opinião, literatura duplicada em ba­ses de dados e literatura que não abordasse as variáveis em estudo. Revisão de literatura: a bioética baseia-se em quatro princípios básicos que estabelecem uma meto­dologia para analisar os casos concretos e os problemas éticos que ocorrem na prática da assistência à saúde, sendo eles: não maleficência, beneficência, respeito à autonomia e justiça. Sendo esses princípios fundamen­tais para o desenvolvimento da bioética, com isso, abor­dando uma forma peculiar de definir e manejar os va­lores envolvidos nas relações dos profissionais de saúde e seus pacientes. <em>Considerações finais</em>: a bioética deve nortear os avanços dentro do respeito ao ser humano e à sua individualidade, sem que ocorram possíveis in­frações. Todavia, são necessários maiores estudos para uma maior compreensão sobre o tema e as melhores medidas para cada caso em particular.</p> 2018-10-22T09:55:05-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/8775 Normas de publicação 2018-10-24T15:55:02-03:00 João Paulo De Carli joaodecarli@upf.br <p>Normas de publicação</p> 2018-10-22T10:41:37-03:00 ##submission.copyrightStatement##