http://seer.upf.br/index.php/rfo/issue/feed Revista da Faculdade de Odontologia - UPF 2021-06-02T10:51:35-03:00 Coordenação de Editoração da REVFO-UPF revfo@upf.br Open Journal Systems <p>A RFO UPF é uma publicação quadrimestral dirigida à classe odontológica que tem por objetivo disseminar e promover o intercâmbio de informações científicas, divulgando artigos inéditos de investigação científica; resumos de teses, dissertações e monografias; relatos de casos clínicos e artigos de revisão sistemática que representam contribuição efetiva para a área do conhecimento odontológico.</p> http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/12622 EXPEDIENTE RFO - v.25 n. 2 (2020) 2021-06-02T10:51:28-03:00 REV FO revfo@upf.br 2021-06-02T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/9036 Ansiedade materna odontológica e experiência de cárie dentária em crianças de 7 a 13 anos de idade: um estudo transversal 2021-06-02T10:51:27-03:00 Mariana Gonzalez Cademartori marianacademartori@gmail.com Natália Baschirotto Custódio natalia.custodio22@hotmail.com Luiza Sokolovsky Napoleão luizanapoleao@icloud.com Gabriel Robe gabriel.robe@uol.com.br Mariana Gonzalez Cademartori marianagonazalezcademartori@gmail.com Caroline Hoppe Kruger carolinehkruger@gmail.com <p>Objetivo: o objetivo deste estudo foi investigar se a ansiedade materna odontológica está associada à experiência de cárie dentária da criança. Métodos: este estudo transversal foi realizado com crianças entre 7 a 13 anos de idade. A coleta de dados consistiu na aplicação de um questionário às mães e exame clínico nas crianças. A ansiedade odontológica materna foi avaliada pela Modified Dental Anxiety Scale. A experiência de cárie dentária foi avaliada por meio do índice CPO-D/CEO-D. A análise multivariada, bruta e ajustada, foi realizada pelo teste de Regressão de Poisson com variância robusta para testar o efeito das variáveis independentes no desfecho (Razão de Prevalência, Intervalo de Confiança de 95%). Um nível de significância de 5% foi adotado. Resultados: participaram 85 díades mãe/criança. Em torno de 32% das mães apresentaram moderado/alto grau de ansiedade odontológica. A experiência de cárie foi associada à idade da criança (p = 0,001), à percepção materna da saúde bucal da criança (p = 0,017) e à ansiedade materna odontológica (p = 0,001). Após os ajustes, a ansiedade materna odontológica permaneceu associada à experiência de cárie da criança. Crianças filhas de mães ansiosas apresentaram 23% maior prevalência de experiência de cárie dentária quando comparadas aquelas crianças filhas de mães não ansiosas. Conclusão: em crianças de 7 a 13 anos de idade, a ansiedade materna odontológica foi associada à experiência de cárie da criança.</p> 2021-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10616 Saúde bucal de pré-escolares: do processo carioso aos fatores determinantes e moduladores 2021-06-02T10:51:28-03:00 COSMO HELDER FERREIRA DA SILVA helderferreira_18@yahoo.com.br MIRINDA FERNANDO CANA IÉ mirindaie92@gmail.com KARLOS EDUARDO RODRIGUES LIMA karlosed99@gmail.com DAVIDE CARLOS JOAQUIM davidejoaquim@hotmail.com ANA CAROLINE ROCHA DE MELO LEITE acarolmelo@unilab.edu.br <p>Objetivo: objetivou-se avaliar a experiência de cárie e seus fatores determinantes e moduladores em pré-escolares de um centro de educação infantil localizado no estado do Ceará. Método: trata-se de um estudo exploratório, descritivo e de abordagem quantitativa realizado com crianças do infantil IV e V do Centro de Educação Infantil Francisca Arruda de Pontes (Redenção, CE) e suas mães. Após consentimento, as mães responderam um questionário contendo perguntas desde os aspectos socioeconômicos e acompanhamento pelo serviço de saúde a conhecimento das doenças bucais. Posteriormente, as crianças foram submetidas à avaliação odontológica para registro do índice CEO-D, o qual corresponde à soma do número de dentes decíduos cariados (c), com extração indicada (e) e restaurados (o). Os dados foram tabulados e descritos como frequência relativa e absoluta. Resultados: das mães, 80,75% tinham renda de até 1 salário mínimo, 61,53% utilizavam creme dental na higiene oral de seu filho e 48,07% desconheciam as doenças bucais. Das crianças, 65,38% não eram atendidas pelo cirurgião-dentista e 50,00% consumiam diariamente bolacha doce. Das crianças avaliadas, 52,50% tinham dentes cariados, 70,00% não apresentavam dentes com extração indicada e nenhuma tinha dentes obturados/restaurados. A média do índice CEO-D foi 1,325. Conclusão: conclui-se que as crianças, apesar de terem baixa prevalência de cárie, apresentam, como fatores de risco determinantes, uma dieta cariogênica e, como fatores de risco moduladores, um reduzido conhecimento sobre doenças bucais, higiene oral inadequada, renda familiar insuficiente, baixa escolaridade e limitada procura por serviço de saúde, especialmente o odontológico.</p> 2021-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10645 Efeito in vitro da laserterapia e da terapia fotodinâmica na redução de bactérias presentes em canais radiculares 2021-06-02T10:51:30-03:00 Caroline Pietroski Grando carolinepietroski@uricer.edu.br Yasmin Carla Bianchini carolinepietroski@uricer.edu.br Neiva Aparecida Grazziotin carolinepietroski@uricer.edu.br Pauline Mastella Lang carolinepietroski@uricer.edu.br Simone Tuchtenhagen carolinepietroski@uricer.edu.br Bruno Emmanuelli carolinepietroski@uricer.edu.br <p>Este estudo tem por objetivo verificar in vitro o efeito bactericida da laserterapia e da terapia fotodinâmica com laser de baixa potência (660 nm e 808 nm) em bactérias presentes nos canais radiculares. Métodos: foram preparadas 60 placas de Petri com bactérias: 20 placas com Enterococcus faecalis, 20 placas com Staphylococcus aureus e 20 com Pseudomonas aeruginosa. Aleatoriamente, dividiu-se cada grupo em 10 subgrupos (duas placas cada): três subgrupos tratados com laserterapia 660 nm em doses de 150, 225 e 300J/ cm², três subgrupos tratados com terapia fotodinâmica (azul de metileno 0,2% e laser 660 nm) em doses de 150, 225 e 300J/cm²; um subgrupo tratado com laserterapia 808 nm na dose de 225J/cm², um subgrupo com terapia fotodinâmica e laser 808 nm, em dose 225J/cm²; um subgrupo tratado apenas com fotossensibilizante (FS), e um não tratado (controle). Os tratados com laserterapia e terapia fotodinâmica foram irradiados uma única vez e incubados por 24 horas. Os últimos dois não receberam irradiação. As culturas foram analisadas visualmente para verificação do halo de inibição. Nos grupos submetidos somente à laserterapia, para o grupo FS e para o grupo controle, não foram observados halos de inibição, já onde houve aplicação da TFD, tanto com L1 quanto com L2, observaram-se halos de inibição em todas as espécies bacterianas estudadas. Conclui-se que a laserterapia, não produziu efeitos bactericidas e/ou bacteriostáticos, enquanto a terapia fotodinâmica nos dois comprimentos de onda produziu halos significativos de inibição de crescimento nas três bactérias do estudo.</p> 2021-06-01T10:13:43-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10772 Avaliação do nível de percepção de cirurgiões-dentistas das redes pública e privada de um município do norte do Rio Grande do Sul sobre atenção em saúde a pacientes com necessidades especiais 2021-06-02T10:51:31-03:00 Micheli Nádia Boneti miicheli.boneti@gmail.com Fernando Alberto Pensin Moro fer-moro@hotmail.com Simone Tuchtenhagen simonet@uricer.edu.br Antônio Augusto Iponema Costa antonioiponema@uricer.edu.br <p>Objetivo: identificar a percepção de cirurgiões-dentistas das redes pública e privada do município de Erechim, RS, sobre atenção em saúde a pacientes com necessidades especiais, avaliando conhecimento, preparo e limitações para o atendimento odontológico. Métodos: este estudo de caráter transversal ocorreu no período de março a agosto de 2019, por meio da aplicação de questionário próprio semiestruturado para cirurgiões-dentistas. Resultados: participaram da pesquisa 82 cirurgiões-dentistas, sendo a maioria (58,54%) atuantes na rede privada; 56,10% não cursaram uma disciplina específica em sua graduação sobre cuidados a pacientes com necessidades especiais. Em contrapartida, dos que cursaram, para a maioria, a disciplina era obrigatória e teórico-prática. Conclusão: apesar de somente 42,68% se sentirem muito bem ou bem preparados, somente 10,98% nunca realizaram atendimentos. Mesmo não tendo cursado uma disciplina específica em sua graduação, os cirurgiões-dentistas de Erechim, RS, realizam o atendimento e, quando necessário, o encaminhamento desses pacientes. Por manifestarem o interesse em se manterem atualizados sobre o tema, ações de educação continuada serão de fundamental importância.</p> 2021-06-01T10:30:54-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10682 Abordagem dos cirurgiões-dentistas da Estratégia Saúde da Família sobre o câncer bucal 2021-06-02T10:51:32-03:00 Clébio Jarlison Rego de Freitas jarlisonodonto@gmail.com Maria Ângela Ferreira Fernandes mangelaf50@gmail.com Bruna Rafaela Martins Santos brunaraf_odonto@yahoo.com.br Tatyana Maria Silva de Souza Rosendo tatyana.ufrn@hotmail.com <p>Objetivo: este estudo busca analisar a atuação dos cirurgiões-dentistas da rede pública de saúde acerca do câncer bucal. Método: trata-se de um estudo transversal no qual foram entrevistados 217 dentistas. A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário estruturado, enviado via e-mail, pelo Conselho Regional de Odontologia do Rio Grande do Norte. Resultados: um terço dos profissionais relatou ser capaz de realizar biópsias e citologia esfoliativa, mas apenas 15,2% das unidades de saúde possuíam condições materiais para fazê-las. Cerca de 85% dos cirurgiões-dentistas possuíam o conhecimento básico sobre o câncer bucal e 66,8% realizavam ações educativas-preventivas. Conclusão: embora a maioria dos cirurgiões-dentistas tivessem conhecimento adequado para realizar o diagnóstico bucal, a maioria não era capaz de realizar procedimentos cirúrgicos com finalidade diagnóstica. A realização desse exame durante a atenção primária é perfeitamente possível, por necessitar de baixa complexidade de equipamentos, e sua eficácia no diagnóstico permite a detecção precoce e o início do tratamento em estágios iniciais da doença, podendo reduzir as taxas de mortalidade por câncer bucal.</p> 2021-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10748 Prevalência e conhecimento do uso de protetores bucais personalizados em praticantes de esportes 2021-06-02T10:51:33-03:00 Caroline Stein csteinodonto@hotmail.com Danilo Madruga Garcia dickgarcia@bol.com.br Eduardo Dickie de Castilhos eduardo.dickie@gmail.com Tania Izabel Bighetti, Dra. taniabighetti@hotmail.com <p>Objetivo: descrever a prevalência e os conhecimentos sobre o uso de protetores bucais personalizados (PBP) por atletas e professores. Métodos: estudo transversal descritivo realizado em 2016 no município de Piratini, RS. Os participantes eram atletas e professores de escolas e centros de treinamento. Foram coletados dados socioeconômicos, sobre conhecimentos, práticas, experiências e uso de PBP. Os dados foram analisados de forma descritiva com o programa EpiData Analysis, V2.2.3.187. Resultados: a amostra foi composta por 40 atletas e 7 professores, com idades entre 17 e 45 anos. A prevalência do uso de PBP entre os atletas foi de 32,5% (13) e 55% (22) não tinham conhecimento sobre PBP. Além disso, 77,5% (31) dos atletas e 100% (7) dos professores não saberiam indicar um profissional para confeccioná-los. Conclusão: o conhecimento sobre o uso de PBP é escasso, mas, contudo, há uma parcela de atletas que faz uso para a prática de esportes. Destaca-se a importância da necessidade de se investir em políticas de educação em saúde sobre protetores bucais em escolas, academias e centros de treinamento esportivo.</p> 2021-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10620 Perfil de utilização de anestésicos locais de uma cidade brasileira com ênfase em diabéticos 2021-06-02T10:51:34-03:00 Mariana Araújo dos Santos mariana13011997@gmail.com Paula Vitória Bido Gellen paula.vitoria@hotmail.com Hyara Luz Moreira hyaraluz@gmail.com Tassia Silvana Borges tassia.s.borges@hotmail.com Rodrigo Ventura Rodrigues rodrigo.rodrigues@itpacpalmas.com.br <p>Objetivo: avaliar o conhecimento de cirurgiões-dentistas que trabalham em consultórios particulares de Palmas, Tocantins, quanto à utilização de anestésicos locais em pacientes portadores de diabetes mellitus. Materiais e método: trata-se de um estudo descritivo qualitativo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da FAMERP de São José do Rio Preto, sob o protocolo 032/2007 e CAAE: 0065.0.000.140-07, respeitando-se a Resolução 466/12, do Conselho Nacional de Saúde. A coleta de dados foi realizada por meio da aplicação de um questionário, utilizando um formulário estruturado. Resultados: de 113 participantes, 47 (41,6%) eram do sexo masculino e 66 (58,4%) do sexo feminino, com idade média de 35 anos. O anestésico mais utilizado pelos cirurgiões-dentistas avaliados foi a lidocaína 2% + adrenalina 1:100.000 (53,1%), o qual também é o mais utilizado para pacientes diabéticos controlados (64,6%). Quanto à variedade de anestésicos, 47,8% dos avaliados relataram possuir somente 3 tipos de anestésicos no consultório e que 83,2% nunca presenciaram nenhum problema decorrente do uso de anestésico. Além disso, 65,5% relataram não participar de cursos para atualização de conhecimentos, sendo que 53,1% mostraram-se insatisfeitos com o ensino de anestesiologia que receberam na graduação. Conclusão: observou-se que os cirurgiões-dentistas do atendimento odontológico particular de Palmas precisam de uma reciclagem profissional, a fim de atualizarem conhecimentos adquiridos na graduação sobre indicação e utilização de anestésicos locais em tratamentos odontológicos de pacientes com necessidades especiais, com ênfase em pacientes portadores de diabetes mellitus.</p> 2021-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10545 Visão dos enfermeiros e técnicos de enfermagem sobre a importância da higiene bucal em pacientes internados 2021-06-02T10:51:35-03:00 Patrícia Morgana Dapper patriciamorgana18@hotmail.com Gabriela Pizzolatto gabrielapizzolatto@gmail.com Flaviane Lopes da Silva flavyanelopes@gmail.com Daniela Jorge Corralo danicorralo@upf.br <p>Objetivos: avaliar qual a visão de enfermeiros (E) e técnicos de enfermagem (TE) sobre a importância dos cuidados em higiene bucal de pacientes internados; verificar se a remoção do biofilme dental é realizada nos pacientes; e comparar a visão destes profissionais em dois hospitais de Passo Fundo, RS. Materiais e método: a seleção dos profissionais E e TE foi feita através de randomização eletrônica. A coleta dos dados foi através de questionário, aplicado na forma de entrevista. Os dados obtidos foram tabulados (Excel) e apresentados em percentuais. Foram entrevistados 31 TE e 20 E, distribuídos no Hospital de Clínicas (TE=15; E=10) e no Hospital São Vicente de Paulo (TE=16; E=10). Os profissionais eram das unidades de pediatria, oncologia, emergência, maternidade, posto de atendimento geral e outros. Resultados: todos os profissionais consideraram importante a higiene bucal dos pacientes, mas a higienização e a avaliação da cavidade bucal não são realizadas em todas as situações. Os técnicos de enfermagem e os enfermeiros de ambos os hospitais consideraram muito importante a higiene bucal dos pacientes hospitalizados. Conclusão: a realização da remoção do biofilme dental, embora relevante, não é realizada com a frequência preconizada para a manutenção da saúde bucal dos pacientes, reforçando a necessidade do profissional cirurgião-dentista na equipe hospitalar.</p> 2021-06-02T08:13:45-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10634 Ação inibitória de dentifrícios sobre Streptococcus mutans e Candida albicans: estudo in vitro 2021-06-02T10:51:35-03:00 Renata Dos Santos Borges re.odontoborges@gmail.com Daniele Canova Maso re.odontoborges@gmail.com Patrícia Canova Maso re.odontoborges@gmail.com Letícia de Abreu Giacomini re.odontoborges@gmail.com Daniela Jorge Corralo danicorralo@upf.br <p>Introdução: este estudo avaliou a ação antimicrobiana de sete dentifrícios nacionais com ação antiplaca ou antimicrobiana, conforme os fabricantes, sobre os patógenos orais Streptococcus mutans e Candida albicans. Métodos: a avaliação dos dentifrícios foi realizada pelo teste de difusão em ágar. Placas de Petri com meios de cultura ágar cérebro coração e ágar Sabourad foram semeadas com suspensão microbiana padronizada de S. mutans e C. albicans. Poços foram confeccionados no ágar semeado e preenchidos com as soluções dos dentifrícios diluídas em 1:1, 1:2, 1:4 e 1:8, além dos controles positivo (solução de clorexidina 2%) e negativo (dentifrício sem princípios ativos). Após incubação por 48h/37°C, os halos de inibição do crescimento microbiano foram medidos com paquímetro e régua milimetrada, e os resultados finais dos halos obtidos em milímetros. Resultados e conclusão: verificou-se que todos os dentifrícios, na diluição de 1:1, foram efetivos sobre C. albicans e S. mutans, exceto o composto de bicarbonato de sódio e extratos vegetais, o qual não inibiu S. mutans. Na diluição de 1:2, somente o dentifrício contendo triclosan inibiu C. albicans, enquanto todos mostraram algum potencial de inibição ao S. mutans. Nas demais diluições, não foram observados halos de inibição de ambos os microrganismos. A C. albicans demonstrou ser mais resistente à ação inibitória dos antimicrobianos dos dentifrícios testados neste estudo. S. mutans demonstrou ser mais sensível à ação dos dentifrícios, no entanto, a diluição durante a escovação dentária reduz a ação inibitória esperada, indicando a importância da remoção mecânica do biofilme.</p> 2021-06-02T08:22:15-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/9579 ULTRA Tomografia Computadorizada Multidetectores com ultra baixa dose de radiação e impressão 3D como auxiliares para cirurgia guiada em implantodontia 2021-06-02T10:51:27-03:00 Ricardo Bidart de Leon Rodrigues bidartdeleonrodrigues@gmail.com Eva Aguiar Almeida Campos Castro Torriani bidartdeleonrodrigues@gmail.com Giuliano Omizzolo Giacomini bidartdeleonrodrigues@gmail.com Gustavo Nogara Dotto bidartdeleonrodrigues@gmail.com Gabriela Salatino Liedke bidartdeleonrodrigues@gmail.com <p>Objetivo: relatar um caso clínico de reabilitação com implante dentário imediato realizado utilizando Tomografia Computadorizada Multidetectores (TCMD) com ultra baixa dose de radiação, software de código aberto para manipulação das imagens e impressão 3D de baixo custo do guia cirúrgico. Relato de caso: paciente, sexo masculino, 50 anos de idade, foi avaliado clinicamente relatando dor na região do dente 45, com suspeita de fratura radicular. Como complemento ao exame clínico, o paciente realizou TCMD com ultra baixa dose de radiação para avaliar a condição dentária e do tecido ósseo adjacente. Tendo sido diagnosticada fratura radicular vertical, procedeu-se ao planejamento virtual do implante e à confecção do guia cirúrgico. As imagens em formato DICOM da TCMD foram convertidas para formato STL (Stereolithography) para manipulação e confecção do guia cirúrgico virtual. Esse guia foi impresso em PLA (poliácido láctico) utilizando impressora 3D pelo método FDM (Fusão e Deposição de Material). Após a exodontia atraumática, o guia cirúrgico foi posicionado nos dentes adjacentes e o implante foi inserido. Clinicamente, o paciente encontra-se assintomático, o implante sem sinais clínicos de inflamação e a prótese em função. Uma segunda tomografia do paciente permitiu comparar de forma tridimensional a posição final do implante e o planejamento virtual, que se mostraram equivalentes. Considerações finais: a impressão 3D em PLA mostrou-se uma solução com custo acessível para a produção de guias cirúrgicos, fornecendo previsibilidade e segurança ao implantodontista.</p> 2021-06-02T08:50:18-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10113 Fixação funcionalmente estável no tratamento de sequela de fratura cominutiva de mandíbula por PAF 2021-06-02T10:51:29-03:00 Éwerton Rocha Rodrigues ewertondaniel27@hotmail.com Caio Pimenteira Uchôa ewertondaniel27@hotmail.com Luiz Henrique Soares Torres ewertondaniel27@hotmail.com Caroline Ferro Lima Beltrão Dib ewertondaniel27@hotmail.com Emanuel Dias de Oliveira e Silva ewertondaniel27@hotmail.com <p>Introdução: em traumas de alta energia por projéteis de arma de fogo (PAF), pode ocorrer a cominuição da mandíbula. Quando não identificadas ou tratadas de maneira equivocada, essas injúrias podem comprometer a saúde do indivíduo, com graves complicações estéticas e funcionais. Objetivo: o objetivo deste trabalho é relatar um caso de tratamento cirúrgico de sequela de ferimento por arma de fogo com fratura cominutiva em região de sínfise mandibular. Relato do caso: paciente procurou o serviço de cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial após tratamento cirúrgico insatisfatório de fratura mandibular por PAF. Observou-se clinicamente mobilidade em manipulação, exposição óssea e drenagem purulenta. Na tomografia, observou-se gap ósseo, descontinuidade na base mandibular e material de osteossíntese inadequado. Foi proposta uma abordagem cirúrgica para instalação de placa de reconstrução do sistema 2.4 mm. Em acompanhamento pós-operatório, o paciente evoluiu com abertura bucal funcional e satisfatória, sem mobilidade nos fragmentos ósseos, arcabouço mandibular restabelecido e adequado posicionamento do material de fixação. Considerações finais: os casos de cominuição óssea apresentam características individuais que devem ser levadas em consideração em seu manejo. Nesses casos, a escolha do material de fixação é fundamental para o sucesso terapêutico e o uso de prototipagem soma para uma condução satisfatória do caso, garantindo menor tempo cirúrgico e melhor adaptação da placa.</p> 2021-06-02T09:05:17-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/9960 Infecção cervicofacial grave de origem odontogênica – relato de caso 2021-06-02T10:51:30-03:00 Cristovão Marcondes de Castro Rodrigues cristovao-marcondes@hotmail.com Daniela Meneses Santos cristovao-marcondes@hotmail.com Mirlany Mendes Maciel Oliveira cristovao-marcondes@hotmail.com Vinicius Lima de Almeida cristovao-marcondes@hotmail.com Danyella Carolyna Soares dos Reis cristovao-marcondes@hotmail.com Jonas Dantas Batista cristovao-marcondes@hotmail.com <p>Introdução: as infecções odontogênicas tem como principal origem a necrose pulpar com invasão bacteriana no tecido periapical e periodontal, podendo levar à formação de quadros de celulite e posteriormente de abscesso, além disso, possuem o potencial de disseminar-se pelos espaços faciais profundos e comprometer a vida do paciente. Complicações graves, decorrentes dos quadros de infecções odontogênicas, podem ocorrer, se o tratamento instituído não for adequado, como: trombose do seio cavernoso, abscesso cerebral, mediastinite e até óbito. Objetivo: discutir o manejo das infecções odontogênicas disseminados em espaços faciais profundos, através do relato de caso clínico. Caso clínico: paciente de 52 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2, com infecção odontogênica, no exame clínico inicial apresentava trismo, disfonia, dispneia, disfagia, hiperemia e edema em lado esquerdo da face, envolvendo os espaços canino, bucal, submandibular e cervical além de unidades dentárias com foco infeccioso. Em exame de tomográfica computadorizada, observou-se desvio da via área, presença de um grande volume de gás e de lojas de infecção. Optou-se como tratamento a remoção dos focos dentários e drenagem intraoral foi realizada pela equipe da CTBMF com anestesia local e posteriormente drenagem sob anestesia geral, intubação com uso de fibroscopia pela equipe de cirurgia cabeça e pescoço. Considerações finais: as infecções odontogênicas que envolvem espaços faciais profundos devem ser tratadas com urgência e o tratamento de escolha dessa condição deve ser remoção imediata do foco infeccioso, exploração e drenagem rápida e agressiva dos espaços faciais envolvidos e associação com antimicrobianos de amplo espectro com características bactericidas.</p> 2021-06-02T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10899 Abordagem cirúrgica conservadora de fibroma ossificante em localização atípica da mandíbula: relato de caso 2021-06-02T10:51:31-03:00 Larissa Oliveira Ramos Silva larissaramost@hotmail.com Paula Rizerio D’Andrea Espinheira paularizerio@outlook.com Tagna de Oliveira Brandão tagna.brandao@gmail.com André Victor Pinto Serra andreserra3@hotmail.com Joaquim Almeida Dultra joaquimdultra@gmail.com Ieda Margarida Crusoé Rocha Rebello ieda@radiologia.odo.br <p>O fibroma ossificante (FO) é uma neoplasia fibro-óssea benigna da região craniofacial de origem odontogênica, formado a partir de células mesenquimais multipotentes do ligamento periodontal, as quais são capazes de formar osso, tecido fibroso e cemento. Acredita-se que exodontias prévias, infecções, trauma ou uma perturbação de origem congênita na maturação óssea poderiam servir como fatores predisponentes para o desenvolvimento do FO. Radiograficamente, as lesões de FO iniciais são representadas por uma imagem radiolúcida, unilocular, redonda ou oval, de margem bem circunscrita. No estágio tardio, o componente mineralizado é circundado por uma fina cápsula fibrosa representada por uma linha radiolúcida delgada, que envolve toda a lesão. O objetivo deste trabalho é discutir a abordagem cirúrgica de um FO localizado em região atípica da mandíbula. Relato de caso: paciente leucoderma, 18 anos de idade, sexo feminino, cursando com aumento de volume em região posterior mandibular direita. No exame de imagem, identificou-se uma lesão mista, bem definida, não corticalizada, medindo aproximadamente 3 cm x 2,5 cm. Após realização de biópsia incisional, confirmou-se o diagnóstico de FO. Sendo assim, optou-se pela curetagem acompanhada de uma osteotomia periférica da lesão e reabilitação da região com enxerto ósseo liofilizado, além da instalação de uma placa de reconstrução na base da mandíbula do sistema 2.4 mm. Considerações finais: É necessário ter conhecimento sobre as lesões de aspecto radiográfico misto, que podem fazer diagnóstico diferencial com o FO, para que possa ser realizada uma correta intervenção, visto que para cada lesão há uma abordagem diferente.</p> 2021-06-02T09:36:29-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/11566 Carcinoma escamocelular em soalho de boca causando destruição mandibular 2021-06-02T10:51:33-03:00 Ana Katarine Almeida Rios katarinerios1@gmail.com Kaique Carvalho de Souza katarinerios1@gmail.com Vírginia Dias Uzêda e Silva katarinerios1@gmail.com <p>O carcinoma espinocelular (CEC) representa o tumor mais frequente dentre todos os cânceres da cavidade oral, com uma média de idade de 60 anos e maior ocorrência no sexo masculino. A característica clássica da lesão é de um nódulo endurecida, com sinais e sintomas que se diferem de acordo com a região oral acometida, muitas dessas lesões são indolores, o que pode causar um retardo no diagnóstico e tratamento da doença. Objetivo: relatar um caso clínico de um paciente com CEC em soalho bucal, ressaltando a importância de o cirurgião-dentista reconhecer e diagnosticar essa doença em estágios iniciais. Relato de caso: paciente do sexo masculino, 60 anos de idade, faioderma, tabagista, foi encaminhado para avaliação de lesão indolor em soalho de boca. No exame clínico, observou-se lesão nodular endurecida em soalho de boca com aproximadamente 3 cm de diâmetro, com presença de placas leucoplásicas em sua extensão e associada à ulceração na região de rebordo alveolar. O exame radiográfico panorâmico mostrou reabsorção óssea na região de ulceração. Foram realizadas a biópsia incisional da lesão e a análise histopatológica, em que foi compatível com CEC. O paciente foi encaminhado para tratamento oncológico. Considerações finais: assim, é imprescindível ressaltar a importância de um adequado exame clínico, bem como do diagnóstico precoce destas lesões malignas, favorecendo um bom prognóstico ao paciente.</p> 2021-06-02T09:43:41-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10312 Relação da exodontia de terceiros molares e a ocorrência de parestesia do nervo alveolar inferior: uma revisão narrativa 2021-06-02T10:51:28-03:00 Glayson Pereira Vitor gvitorr@hotmail.com Andréa Clarice Vieira Leão gvitorr@hotmail.com <p>Terceiros molares inferiores podem apresentar uma estreita relação com o nervo alveolar inferior, aumentando as chances de lesão durante o ato cirúrgico. Objetivo: descrever a relação entre a exodontia de terceiros molares e a ocorrência da parestesia do nervo alveolar inferior. Revisão de literatura: cirurgia para exodontia de dentes terceiros molares é o procedimento mais frequentemente realizado entre as cirurgias bucais e, como todo tipo de cirurgia, possui riscos e acidentes e/ou complicações que podem acometer os pacientes tal como a parestesia. Esta é uma condição que altera a sensibilidade de determinada área e pode ocorrer em consequência de traumas diretos ao nervo ou pela compressão deste, devido a hematoma e edema, levando a desconforto e incômodo. Considerações finais: é importante o profissional cirurgião-dentista atentar para o planejamento correto, criterioso e fazer uso de exames complementares, a fim de precaver possíveis complicações durante o ato cirúrgico. Caso a parestesia aconteça, podem ser utilizados tratamentos medicamentosos, a laser ou cirúrgicos, com resultados em longo prazo positivos e reversão do caso.</p> 2021-06-02T09:54:16-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10316 Uso de fibrina rica em plaquetas na periodontia: uma revisão de literatura 2021-06-02T10:51:30-03:00 Bruna Luiza Dias e Souza gvitorr@hotmail.com Glayson Pereira Vitor gvitorr@hotmail.com <p>Fibrina rica em plaquetas (PRF) é um concentrado plaquetário de uso autólogo cuja implicação é promover uma melhor e mais rápida cicatrização além de reparo das lesões cirúrgicas, isso devido à sua disponibilidade ilimitada e ao seu potencial regenerativo com liberação de fatores de crescimento. Objetivo: fazer uma revisão de literatura sobre a utilização da PRF na periodontia. Metodologia: o estudo caracterizou-se como revisional, a partir de busca na literatura selecionando estudos transversais, longitudinais, casos clínicos e revisões sistemáticas, em português e inglês, indexados nas bases de dados portal de periódico da Capes, Medline e PubMed. Revisão: PRF tem sido utilizada na regeneração periodontal por sua capacidade de cicatrização e por conter proteínas biologicamente ativas que se ligam a uma malha de fibrina em desenvolvimento ou à matriz extracelular. Conclusão: observa-se que há uma melhora expressiva no processo de regeneração tecidual e na cicatrização quando se utiliza também a PRF no tratamento, o que a torna uma importante aliada na terapia periodontal.</p> 2021-06-02T10:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10371 Relação entre o estrogênio e as disfunções temporomandibulares: uma revisão de literatura 2021-06-02T10:51:31-03:00 Laura Gomes Berrutti laura.gomes.be@gmail.com Gabriela Moraes Machado gabrielamoraesm1994@gmail.com Flávio Renato Reis de Moura professor.flaviorenato@hotmail.com Myrian Camara Brew mcbrew@terra.com.br Caren Serra Bavaresco c_bavaresco@yahoo.com.br <p>Objetivo: realizar uma revisão da literatura a fim de traçar um panorama atual sobre o papel do estrogênio nas disfunções temporomandibulares. Metodologia: foram realizadas buscas nas plataformas digitais PubMed, SciELO e Google Acadêmico, durante os meses de setembro de 2018 a maio de 2019, sem filtros para determinar período de tempo, sendo excluídos aqueles trabalhos em que não foi possível identificar relação com o tema. Resultados: na análise dos estudos encontrados, foi observada a relação entre o estrogênio e a prevalência de disfunções temporomandibulares em mulheres. O estrogênio atua central e perifericamente no sistema nervoso central, influenciando no processamento dos receptores pró e antinoceptivos da articulação temporomandibular. Considerações finais: a modulação estrogênica da dor é um mecanismo complexo. Diversos estudos associam o hormônio estrogênio às disfunções temporomandibulares. Embora não haja um consenso entre os autores do papel exato deste hormônio, há evidências comprovadas de que as mulheres possuem uma susceptibilidade a dores em geral, com prevalência tanto em frequência quanto em intensidade.</p> 2021-06-02T10:09:03-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/10556 Uso de agentes antimicrobianos como solução refrigerante no ultrassom para tratamento das doenças periodontais: uma revisão de literatura 2021-06-02T10:51:32-03:00 Matheus Völz Cardoso matheusvolz@usp.br <p>Objetivo: revisar a literatura quanto ao uso de soluções no reservatório líquido do ultrassom (US) para o tratamento das doenças periodontais, avaliando as contribuições dessa associação e as soluções mais eficazes para essa terapêutica. Métodos: foi realizada pesquisa bibliográfica nas bases de dados Public Medline (PubMed), Lilacs, Science Direct e ISI web of knowledge. As palavras-chave utilizadas foram: “periodontal disease”, “ultrasonic”, “cooling solution”, “antimicrobial” e “irrigation”. Como critérios de inclusão, foram selecionados estudos prospectivos, retrospectivos, caso controle, transversal e relatos de casos, publicados em inglês. Resultados: após pesquisa e minuciosa revisão por título e resumo de cada estudo, 15 estudos foram selecionados para avaliação dos desfechos investigados. As principais soluções associadas ao US foram povidono-iodo (PVPI), clorexidina, óleos essenciais, bicarbonato de sódio. O irrigante mais utilizado foi o PVPI, seguido por clorexidina e óleos essenciais. Os agentes podem conferir discretas melhoras no nível clínico de inserção e profundidade de sondagem, porém os resultados são controversos, já que nem todos os ensaios demonstraram efeitos positivos. Uma importante evidência observada foi em relação à redução dos níveis de microrganismos derivados do aerossol do US quando essas substâncias foram utilizadas no reservatório de água, sendo esse um aspecto positivo de seu uso como solução refrigerante ao US. Considerações finais: de modo geral, não puderam ser confirmados benefícios adicionais dos irrigantes antimicrobianos nos principais parâmetros periodontais avaliados, porém não se pode descartar o potencial uso desses agentes para a redução da dispersão de microrganismos advindos do aerossol, promovendo assim maior proteção ao paciente e ao profissional.</p> 2021-06-02T10:19:13-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/11266 Condutas práticas para atendimento odontológico em pacientes com necessidades especiais em tempos de Covid-19: minimizando os riscos 2021-06-02T10:51:33-03:00 Patrícia Gonzatti Zanatta patriciagonzattizanatta@hotmail.com Antônio Augusto Iponema Costa antonioiponema@uri.com.br Aline Macarevich alinemacarevich@yahoo.com.br <p>O mundo está diante da pandemia pela Covid-19, novo coronavírus conhecido como causa da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2 (SARS-CoV-2) e a Odontologia pode ser considerada uma das áreas com maior risco de contaminação. Objetivo: revisar a literatura existente sobre as manifestações da Covid-19 relacionadas com a atuação odontológica e apresentar orientações aos profissionais de saúde bucal no manejo de pacientes com necessidades especiais. Métodos: foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados PubMed, SciELO, Wiley Online Library, Portal de Periódicos Capes e Google Acadêmico, além de orientações (protocolos) por órgãos oficiais de saúde nacionais e internacionais. Resultados: durante o atendimento odontológico, ocorre uma proximidade face a face entre dentistas e pacientes, além de exposição a saliva, sangue e instrumentos manuais que podem estar contaminados. A atenção aos pacientes com comprometimento sistêmico requer uma anamnese minuciosa, avaliando a necessidade ou não de interconsulta médica. Enquanto os pacientes de difícil manejo precisarão de técnicas lúdicas para reduzir as barreiras que dificultam o atendimento odontológico. Conclusão: pessoas com deficiência e com outras necessidades em saúde usualmente já tinham maior dificuldade para receber atendimento odontológico. Com a Covid-19, isso se agravou, visto que o atendimento eletivo é contraindicado neste grupo. No entanto, o conhecimento que a comunidade científica está produzindo não servirá apenas para esta pandemia. A melhora na biossegurança e a valorização dos profissionais de saúde devem ser mantidas mesmo quando o surto passar.</p> 2021-06-02T10:25:59-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/11410 Diagnóstico do bruxismo infantil: uma revisão da literatura para auxiliar o cirurgião-dentista 2021-06-02T10:51:34-03:00 Laura Simões Siqueira ssiqueira.laura@gmail.com Carina Borges Machado carina_mbc@hotmail.com Tamara Ripplinger tamararipplinger@yahoo.com.br Catiara Terra da Costa catiaraorto@gmail.com <p>Objetivo: analisar a literatura pertinente sobre diagnóstico do bruxismo infantil, a fim de auxiliar o cirurgião-dentista em como detectar esta condição. Materiais e métodos: através das bases de dados PubMed, SciELO e Lilacs, com termos específicos, foi revisada a literatura e realizada a seleção de artigos mais relevantes, por dois examinadores independentes. Os critérios incluíram crianças com bruxismo, de 0 a 12 anos, independentemente de sexo, ano ou contexto geográfico. Resultados: inicialmente, 1.409 artigos foram identificados. Após a exclusão de duplicatas, avaliação dos títulos, resumos e textos completos, foram selecionados 42 artigos. Uma tabela foi delineada para extrair dados e através desta foram mapeados os estudos. Questionários/ relatos dos responsáveis foram os métodos mais utilizados para diagnóstico de bruxismo infantil, relatados na literatura, 21 artigos, e associados com exame clínico, 16 artigos. A polissonografia foi utilizada em 5 artigos, sendo 2 exclusivamente, 1 em revisão sistemática e 2 associados com questionário aos responsáveis. Os indicadores da Associação Americana de Medicina do Sono (AASM) foram utilizados em 9 artigos. Conclusão: a associação entre exame clínico/relato dos responsáveis, com critérios específicos, sugere uma boa conduta para o cirurgião-dentista, embora a polissonografia seja considerada o método padrão-ouro, pois independe de condições financeiras e manejo, principalmente por se tratar de crianças.</p> 2021-06-02T10:33:16-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rfo/article/view/11551 Etiologia e fatores associados à halitose: uma revisão integrativa da literatura 2021-06-02T10:51:34-03:00 Ismael Lima Silva ismaellms839@gmail.com Samara Crislâny Araújo de Sousa samaracrislany06@gmail.com Layla Beatriz Barroso de Alencar laylabeatriz249@gmail.com Júlia Tavares Palmeira julia.palmeira@hotmail.com Vitória Freitas de Araújo freitasdearaujov@gmail.com João Nilton Lopes de Sousa jnlopesodonto@gmail.com <p>Objetivo: avaliar quais as possíveis causas e quais são os fatores associados ao surgimento da halitose. Métodos: foi realizada uma revisão nos bancos de dados PubMed e SciELO, utilizando os descritores e sinônimos MeSH organizados em lógica booleana: ‘Halitosis’ AND ‘Risk Factors’ OR ‘Association’ OR ‘Etiologies’, com as seguintes etapas: identificação dos artigos, triagem, elegibilidade e inclusão. Apenas artigos publicados entre os anos de 2015-2020, ensaios clínicos randomizados, estudos transversais ou de coorte foram incluídos na revisão. Foram excluídos protocolos de estudos e os artigos que não estavam nos critérios e objetivo desta revisão. Resultados: de 240 artigos encontrados, 22 foram inclusos. Desses, 50% demonstraram que a falta ou a deficiência dos hábitos de higiene oral se relacionam com a halitose. Ainda, 40,9% deles se referem à saburra lingual como um forte fator etiológico e 36,4% demonstram que a doença periodontal está diretamente associada com o mau hálito. Além disso, em relação a outras condições locais e sistêmicas, xerostomia (13,6%), doença gastrointestinal e refluxo laringofaríngeo (9,1%), rinite e diabetes (4,5%) também demonstraram associação. Considerações finais: a halitose pode estar associada com higiene bucal, saburra lingual, doença periodontal, alguns hábitos e quadros sistêmicos.</p> 2021-06-02T10:39:34-03:00 ##submission.copyrightStatement##