Resistência de união e degradação de um compósito fluido autoaderente em substratos dentais e um compósito restaurador

  • Rubens Nazareno Garcia Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
  • Ana Paula de Lucca Werlich Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
  • Bárbara Pamela Siqueira da Costa Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
  • Flávia Carvalho Gonçalves Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
  • Juliani Rafaeli Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
  • Priscila Carla Dambros

Resumo

Objetivo: avaliar a resistência de união (RU) de um compósito autoaderente em quatro substratos usados na técnica direta, nos períodos de uma semana e de um ano de armazenamento em água destilada. Materiais e método: foram utilizadas 96 amostras (5 mm largura / 15 mm comprimento / 2 mm espessura) de dentes bovinos – esmalte hígido (EH), esmalte desgastado (ED), dentina média (DM) – e do compósito restaurador direto (CD) Filtek Z350 XTR (3M ESPE), sendo 24 amostras por substrato. As amostras foram divididas em dois grupos, conforme o período de armazenamento. Foram utilizados dois compósitos fluidos: o controle Filtek Z350XT FlowR (3M ESPE) (FF) e o autoaderente Dyad FlowR/Kerr (DF), aplicados aos quatro substratos (n=6). Em cada amostra, foram posicionadas quatro matrizes cilíndricas transparentes, preenchidas com os compósitos FF/DF, e fotopolimerizadas por vinte segundos. As matrizes foram removidas para expor os corpos de prova (24 por grupo) e armazenadas em água destilada 37±2oC por dois períodos, uma semana e um ano. Após cada período, os corpos de prova foram submetidos ao ensaio de resistência de união ao cisalhamento (velocidade de 1,0 mm/min). Os resultados foram analisados pelo ANOVA/teste de Tukey (p < 0,05). Resultados: nos ensaios de uma semana, o DF, o ED e o CD apresentaram maior RU, não diferindo entre si. O EH e o DM apresentaram menor RU, sem diferença significativa. Nos ensaios de um ano, com o DF, o comportamento foi similar, porém com menor RU para o EH e o DM. Conclusão: os resultados mostram que o compósito Dyad FlowR, após um ano de armazenamento em água destilada, apresentou resistência de união superior ao cisalhamento nos substratos esmalte desgastado e compósito direto.

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Biografia do Autor

Rubens Nazareno Garcia, Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
Acadêmica do Curso de Odontologia
Ana Paula de Lucca Werlich, Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
Acadêmica do Curso de Odontologia
Bárbara Pamela Siqueira da Costa, Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
Acadêmica do Curso de Odontologia
Flávia Carvalho Gonçalves, Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
Acadêmica do Curso de Odontologia
Juliani Rafaeli, Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC
Acadêmica do Curso de Odontologia
Publicado
2016-10-18
Como Citar
Garcia, R., Werlich, A. P., Costa, B., Gonçalves, F., Rafaeli, J., & Dambros, P. (2016). Resistência de união e degradação de um compósito fluido autoaderente em substratos dentais e um compósito restaurador. Revista Da Faculdade De Odontologia - UPF, 21(1). https://doi.org/10.5335/rfo.v21i1.5678
Seção
Artigos