Revista Espaço Pedagógico
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<p>A revista Espaço Pedagógico é uma publicação científica do<a href="https://www.upf.br/ppgedu" target="_blank" rel="noopener"> Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEDU)</a> e da Faculdade de Educação (FAED) da <a title="UPF" href="https://www.upf.br/" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Passo Fundo</a>, apresentada em versão online. Publica trabalhos originais e inéditos em português, espanhol e inglês, resultantes de estudos teóricos, pesquisas, reflexões sobre experiências pedagógicas, entrevistas com educadores, traduções e resenhas críticas de obras que abordem temas relevantes na área da educação. Excepcionalmente, publica trabalhos em outras línguas, como italiano, francês e alemão.<br> É uma publicação de acesso livre, classificada no <a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf?" target="_blank" rel="noopener">Qualis CAPES</a> (2013-2016) no extrato B1 em Educação.</p>Universidade de Passo Fundopt-BRRevista Espaço Pedagógico0104-7469<p><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/4.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"> </p> <p>Este artigo está licenciado com a licença: <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional</a>.</p> <p>Os direitos autorais são mantidos pelos autores, os quais concedem à revista o direito de primeira publicação. Como a revista é de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias em aplicações educacionais e não comerciais.</p>Expediente
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Flávia Eloisa Caimi (Editora Chefe)
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2019-09-032019-09-0326310.5335/rep.v26i3.9873Editorial
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Flávia Eloisa Caimi (Editora Chefe)Ângelo Vitório Cenci (Organizador)
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2019-09-032019-09-0326310.5335/rep.v26i3.9874Justiça social, democracia e educação: a vigência de velhos legados e desafios presentes
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<p>O texto recupera projetos políticos e pedagógicos dos principais autores da modernidade a respeito das relações entre justiça social, democracia e educação, destacando a vigência que mantêm na atualidade. Além de<br>considerar Comênio (1986) um antecedente importante para uma educação básica comum e igualitária, nesta perspectiva, analisam-se princípios pedagógicos do autor para, em seguida, abordar legados de Rousseau (1988, 2017) e Condorcet (1997, 2008) em tais interrelações; assim como o legado de Comte, quanto ao desenvolvimento de uma religiosidade cívica, além de alguns aportes de Durkheim (2003). Após reconhecer a vigência desses legados, colocam-se alguns novos desafios que afrontam a educação em nosso tempo a respeito da justiça social, da democracia e da educação. </p>Juan Carlos Geneyro
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2019-09-032019-09-0326362464110.5335/rep.v26i3.9445A participação social na escola do México: um problema de democracia e cultura política?
http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9446
<p>Este artigo questiona a tese culturalista, para explicar por que a participação social não pode surgir no setor educativo do México. Baseado em um trabalho empírico com escolas secundárias de três estados: Chiapas, Ciudad de México e Durango (n=27), este estudo evidencia que os indivíduos mostram predisposição a intervir de maneira crítica e fundamentada em seus centros escolares; não obstante, por não existirem estruturas de oportunidade para ampliar competências cidadãs, esses mesmos atores não parecem ser vistos como iguais, havendo entendimento superficial do mundo juvenil por parte dos professores, que impedem que a participação do cidadão se efetive, apesar do regime autoritário construído pelo sistema de partido único (1920-2000).</p>Pedro Flores-Crespo
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2019-09-042019-09-0426364265610.5335/rep.v26i3.9446Educação, justiça e empoderamento
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<p>Este artigo elege como objeto de estudo a relação de co-implicação entre educação, justiça e empoderamento nas sociedades do sistema-mundo onde mais progride a neoliberalização e tem como principal objetivo mostrar que essa relação, ao contrário de certas ideias feitas, e apesar da força excludente da normatividade neoliberal, se abre a vários significados ou a diferentes semânticas analisando e interpretando as tendências em vigor nesses contextos. É com base nessa metodologia que o artigo se focaliza em dois grandes eixos temáticos. Por um lado, o eixo onde se escrutinam as marcas distintivas da visão dominante acerca de educação, justiça e empoderamento. Por outro lado, e já no segundo eixo, apresenta-se a visão subalterna e contra-hegemónica de educação, justiça e empoderamento que se articula, em termos normativos, com as aspirações democrático-igualitárias das classes subprivilegiadas, vítimas de acosso das políticas económicas neoliberais. A conclusão, no termo desse exercício hermenêutico, é que o trabalho de fundamentação da educação deve estar criticamente consciente das consequências desses dois modos de entender a relação em questão e que, caminhar no sentido de uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais democrática, não se coaduna, nem prática nem teoricamente, com o entendimento dominante de educação, justiça e empoderamento.</p>Manuel Gonçalves Barbosa
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2019-09-042019-09-0426365767510.5335/rep.v26i3.9322Educação e Justiça Social na Contemporaneidade: repensando o sentido da docência no âmbito escolar
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<p>O estudo tematiza novos horizontes para pensar a educação na contemporaneidade a partir dos marcos referenciais modernos e pós-modernos implicados na ideia de justiça social, procurando desdobrar implicações para pensar o sentido da docência no âmbito escolar. O estudo ampara-se na defesa de um pensamento complexo, capaz de permitir a emergência de novas formas de sensibilidade e racionalidade para com a questão educacional, o que pode significar um dimensionamento amplo para a ideia de justiça social, bem como de espectro acerca do que constitui a atividade docente. O repensar da docência no âmbito escolar envolve a compreensão acerca de seu caráter dinâmico, contraditório e complexo, o que significa assinalar seu envolvimento com os problemas do mundo social e histórico e suas relações com o universo das ciências, das subjetividades e, do mundo do trabalho. Os sentidos implicados na ideia de justiça social desafiam aos educadores a não apenas compreender o curso dos acontecimentos do mundo moderno/contemporâneo nestas quatro esferas do mundo humano, como que, fundamentalmente, reconfigurar e avaliar seus modos de intervenção crítica na realidade educacional, tendo em vista o combate das (in)justiças globais e contingentes que se exacerbam no capitalismo.</p>Sidinei Pithan da Silva
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2019-09-042019-09-0426367670010.5335/rep.v26i3.9324Educação Ambiental e Justiça Social: reflexões em tempos de solidão democrática
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<p>O presente texto busca refletir, criticamente, a partir da Educação Ambiental Crítica, acerca da concepção de Justiça Social. Para tanto, propõe-se trazer ao debate uma perspectiva histórico-política da democracia e da cidadania no cenário brasileiro, como possibilidades não apenas de compreensão do atual cenário posto, como também de uma releitura das relações socioambientais, que definem a realidade contemporânea. Este diálogo tem como base a concepção hermenêutica de Gadamer, enquanto um processo universal do compreender que problematiza o ‘não-dito’, oferecendo uma perspectiva de abertura, para que possamos pensar sobre nós mesmos e sobre qual é o nosso lugar no mundo. Espera-se, ao final, ter promovido um repensar crítico e dialógico acerca da realidade, para que se possa agir em busca de uma justiça social ainda tão negada.</p>Vilmar Alves PereiraSimone Grohs Freire
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2019-09-042019-09-0426370171810.5335/rep.v26i3.9325Educação e justiça social à luz da teoria crítica da sociedade
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<p>O presente artigo problematiza e analisa, a partir da perspectiva da teoria crítica da sociedade, a relação entre educação e justiça social na sociedade hodierna. Parte-se da hipótese que a justiça social só existe com a eliminação das desigualdades econômicas, sociais e culturais entre os indivíduos. Nesse caso, justiça social e capitalismo são, por natureza, incompatíveis. Justiça social tornou-se mera abstração, discurso político-jurídico-ideológico das classes mais abastadas. A norma padrão jurídica, os rituais escolares e religiosos justificam-se e operam a partir da moralidade judaico-cristã burguesa: “todos” têm direitos iguais. “Todos” os incluídos, convertidos, escolhidos ou eleitos, seja pela manifestação divina, seja pelo poder material ou político. A impossibilidade da existência de justiça social na sociedade moderna e contemporânea tem a ver com o problema da padronização e da racionalização exacerbada do processo da produção industrial e da reprodução social; com as carências e as implicações que esse modelo social provoca na vida dos indivíduos, principalmente em relação ao empobrecimento da formação cultural. Justiça social transcende o direito e a ideia de liberdade burguesa e é diametralmente proporcional à conquista de direitos sociais básicos (educação, saúde, segurança, lazer e trabalho), necessários para o bem-viver. A realização plena da justiça social depende <em>pari passu </em>da destruição do modelo social capitalista vigente na atualidade. Nesse contexto, a educação escolar, como prática social, pode contribuir para resgatar e disseminar princípios e valores voltados à realização da justiça social.</p>Luciana Vieira de LimaGeraldo Balduino Horn
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2019-09-042019-09-0426371973710.5335/rep.v26i3.9321Educação, justiça social e direitos humanos: desafios da educação escolar
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<p>A educação tem sido desafiada a promover a justiça social e a cidadania, o que requer, não somente o domínio de conceitos ou de técnicas pedagógicas, mas um repertório de saberes que nos permita desenvolver uma educação justa e uma prática relacional de reconhecimento mútuo. O questionamento orientador deste texto é o de explicitar a necessidade da educação em direitos humanos como exigência imprescindível para a realização da justiça social. Trata-se de compreender, especialmente, a realidade de injustiça e de violação de direitos fundamentais promovidas pela sociedade e pela própria escola. Sustentado em Rawls, Nussbaum, Cortina e em alguns documentos relacionados aos direitos humanos e à educação em direitos humanos, o texto propõe como tarefa fundamental da educação escolar o desenvolvimento de práticas de compreensão e realização dos direitos humanos como condição para obtenção da justiça e da paz.</p>Eldon Henrique MuhlElisa Mainardi
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2019-09-042019-09-0426373875710.5335/rep.v26i3.9442Lei de cotas e promoção da justiça social: percepções de estudantes cotistas de um instituto federal
http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9301
<p>Este artigo apresenta reflexões resultantes de pesquisa de mestrado em Educação que objetivou dialogar com estudantes cotistas do curso de Engenharia Mecânica a fim de desvelar suas percepções acerca da implementação da Lei 12.711. Para tanto, o percurso metodológico da investigação contemplou análise documental referente ao processo de preenchimento de vagas do curso; contato telefônico com discentes para identificar causas de suas desistências; aplicação de questionário para levantamento de dados socioeconômicos e realização de entrevistas. Na percepção dos cotistas, a reserva de vagas garantida pela Lei 12.711 pode ampliar a oportunidade de acesso para estudantes de escolas públicas, com baixa renda, afrodescendentes e indígenas. No entanto, para que a lei de cotas se configure como promotora de justiça social é necessário, ainda, o enfrentamento a alguns desafios, quais sejam: a) não se limitar a aspectos de acesso, mas ampliar medidas que favoreçam a permanência destes estudantes; b) avaliar o modo como cotistas são recebidos e acolhidos por seus pares, docentes e funcionários das instituições de ensino; c) desenvolver mecanismos de acompanhamento e apoio do desempenho acadêmico, didático e psicopedagógico dos estudantes; d) aumentar recursos do Programa Nacional de Assistência Estudantil; e) melhorar a qualidade da educação básica em escolas públicas.</p>Fabiana Rodrigues de SousaIlca Freitas Nascimento
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2019-09-042019-09-0426375877610.5335/rep.v26i3.9301Justiça social e discurso neoliberal: problematizações sobre a base nacional comum curricular
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<p>Neste estudo objetiva-se analisar a partir da Base Nacional Comum Curricular - BNCC os atravessamentos do discurso neoliberal na escola em prol da justiça social. Para tanto, a pesquisa de abordagem qualitativa e de cunho bibliográfico parte do entendimento que por meio da justiça curricular (TORRES SANTOMÉ, 2013) a escola contempla todos os aspectos da formação dos estudantes, podendo contribuir efetivamente para a justiça social (NANCY FRASER, 2012). Porém, durante a análise da política BNCC, percebeu-se que a proposta está alinhada a um projeto neoliberal que atende o capital e a iniciativa privada. Para a lógica neoliberal é a economia que rege os assuntos governamentais e transforma os indivíduos em consumidores, inclusive do ensino. Deste modo, para que a escola possa se tornar um espaço de justiça social é necessário, entre outras, assumir-se como um espaço de lutas e tensões na constituição de um projeto de educação antagônico ao vigente, ou seja, um projeto que vise à democracia, a solidariedade e o bem comum.</p>Simone Gonçalves da SilvaJuliana Mezomo Cantarelli
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2019-09-042019-09-0426377779410.5335/rep.v26i3.9267Desigualdades educacionais como obstáculo à justiça social: análise da infraestrutura de escolas de Minas Gerais
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<p>Este artigo tem como objetivo analisar a desigualdade na infraestrutura das escolas da educação básica de Minas Gerais. A fonte utilizada foi o banco de dados do Censo Escolar do INEP tendo como recorte o ano de 2016. Para a construção da análise, foi realizado um levantamento prévio das metodologias de medição de infraestrutura presentes na literatura educacional brasileira, balizando os limites e possibilidades das diferentes métricas. Optou-se por uma escala numérica contínua que foi aferida para melhor se adequar aos propósitos deste estudo. Esta pesquisa tem como achados a verificação da permanência da precariedade infraestrutural das escolas mineiras, que apresentam condições de oferta da educação escolar abaixo do básico em relação ao atendimento de serviços públicos, instalações e dependências, e equipamentos para uso didático-pedagógico. Essa precariedade se manifesta de maneira mais evidente para as áreas mais pobres do estado, reproduzindo desigualdades e se impondo como obstáculo à oferta educacional com maior equidade.</p>Marisa Ribeiro Teixeira DuarteDaniel Santos Braga
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2019-09-042019-09-0426379581410.5335/rep.v26i3.9127Tempo de estudo, rendimento e estratégias de aprendizagem de alunos do 5º ano do ensino fundamental de escolas públicas municipais
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<p>O trabalho objetivou conhecer o tempo dedicado aos estudos, rendimento e as estratégias de aprendizagem utilizadas por 24 alunos do 5º ano do ensino fundamental participantes do projeto ‘As travessuras do Amarelo’, que visa a promoção da autorregulação da aprendizagem. Foram selecionados 24 estudantes do 5º ano do ensino fundamental de sete escolas de um município do interior do estado de São Paulo. A análise dos dados, coletados a partir de uma entrevista semi-estruturada, indica que os alunos aprenderam a utilizar o modelo PLEA (Planejar, Executar e Avaliar) - pedir ajuda, identificar os distratores, respeitar os colegas e persistir em suas tarefas. Quando questionados sobre as mudanças nos seus estudos, constatou-se que a maioria dos alunos indicou o aumento do número de horas de estudo e das notas, após o projeto. Enfatizamos a necessidade de novos estudos sobre estratégias de aprendizagem utilizadas por alunos que se mostraram mais autorreguladores de suas aprendizagens.</p>Jussara C. B. TortellaVivian Annicchini Forner
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2019-09-042019-09-0426381583210.5335/rep.v26i3.8773Saberes da formação profissional docente: uma análise a partir do contexto PIBID
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<p>Este artigo tem como objetivo identificar as diferentes vertentes de formação e os saberes da formação profissional docente que são construídos a partir das práticas de aprendizagem universitária, em um novo contexto, como o do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Os sujeitos da pesquisa são 233 licenciandos que pertenciam aos 13 cursos de licenciaturas de uma universidade pública do Estado do Paraná. A pesquisa é de natureza qualitativa e os dados foram organizados e interpretados a partir de procedimentos metodológicos da Análise de Conteúdo de onde foi possível identificarmos sete categorias que representam a formação no contexto PIBID para esses licenciandos. Com base nos conceitos de saberes docentes e de professor reflexivo e tendo em vista a importância das relações construídas nesse contexto, nossos resultados evidenciam que o contexto PIBID possibilitou que os licenciandos pesquisados se colocassem em constante reflexão sobre a própria prática, refletindo no seu desenvolvimento profissional docente, por meio da construção de alguns saberes identificados nas diferentes vertentes de formação desenvolvidas durante a construção dos conhecimentos da docência.</p>Ana Lucia PereiraTatiane SkeikaLeila Inês Follmann Freire
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2019-09-042019-09-0426383385610.5335/rep.v26i3.8189O espaço da formação inicial do coordenador pedagógico
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<p>Analisar a formação inicial do coordenador pedagógico torna-se uma tarefa árdua quando se considera as contradições presentes no processo formativo e, consequentemente, no trabalho desse profissional. A conquista do escopo específico de trabalho do coordenador pedagógico, na escola, precisa estar atrelada a saberes de bases teóricas e práticas. Este artigo tem como objetivo analisar os saberes que compõem a formação inicial do coordenador pedagógico. Os relatos de oito coordenadoras pedagógicas, sujeitos desta pesquisa, coletados por meio de entrevista, deflagram uma formação que desvaloriza os conhecimentos práticos e uma atuação que desconsidera os conhecimentos teóricos. Assim, o entendimento errôneo da universidade como espaço exclusivamente teórico e da escola como peculiar às questões práticas manifesta-se nas falas dessas profissionais.</p>Susana Soares TozettoPriscila Kailer
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2019-09-042019-09-0426385788010.5335/rep.v26i3.7262O atendimento educacional especializado para a educação infantil em Caxias do Sul
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<p>Este artigo analisa as práticas do atendimento educacional especializado para a educação infantil na rede municipal de ensino de Caxias do Sul, RS. As questões orientadoras são: como é a organização do atendimento educacional especializado na educação infantil na rede municipal de ensino de Caxias do Sul? Qual a formação dos profissionais para atender ao público-alvo da educação especial na educação infantil? Como o apoio educacional especializado vem sendo ofertado a bebês e crianças pequenas, considerando a obrigatoriedade da educação aos 4 anos de idade? Trata-se de uma pesquisa qualitativa, construída por meio de entrevistas semiestruturadas com o gestor da educação especial e com dois professores do atendimento educacional especializado na educação infantil. Constatou-se que a rede estudada enfrenta limitações na oferta do serviço de apoio para as crianças pequenas, tais como a falta de espaço próprio para os atendimentos individualizados e a condição de itinerância dos professores especializados, dificultando o estabelecimento de vínculo com as crianças atendidas. Essas dificuldades também são enfrentadas na oferta da educação infantil, uma vez que a rede não possui escolas próprias para essa, atuando em forma de convênios com a rede privada de ensino.</p>Cláudia Rodrigues de FreitasJoseane Frassoni dos SantosClarissa Haas
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2019-09-042019-09-0426388190310.5335/rep.v26i3.8287Educação escolar e direitos indígenas: uma revisão integrativa de teses e dissertações a partir do BDTD
http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9309
<p>Este estudo aborda a relação entre a educação escolar e os direitos indígenas no Brasil. Tem como objetivo analisar e sintetizar as teses e dissertações que versam sobre as categorias: educação escolar e direitos indígenas. Caracteriza-se como uma revisão integrativa, utilizando como base bibliográfica teses e dissertações do Banco de Dados de Teses e Dissertações do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Foram selecionadas doze pesquisas no período de 2008 a 2018, totalizando 10 anos de recorte temporal. Os resultados apresentam análises interpretativas sobre o modo como as pesquisas abordam as categorias de análise. O estudo está estruturado da seguinte forma: primeiramente, explica-se a abordagem metodológica, a revisão integrativa e seus processos. No segundo momento, apresentam-se os resultados do levantamento das teses e dissertações, seguidos das análises e sínteses dos estudos selecionados. Por último, constam as considerações finais.</p>Claudio Emidio SilvaLucas Antunes Furtado
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2019-09-042019-09-0426390492010.5335/rep.v26i3.9309Diálogo com educadores
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Angelo Vitório CenciMargarita R. Sgró
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2019-09-042019-09-0426392193410.5335/rep.v26i3.9876O frango de Newton: a ciência na cozinha
http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9878
Ênio Freire de Paula
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2019-09-042019-09-0426393694010.5335/rep.v26i3.9878Um convite ao Elogio da Escola
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Renata Maraschin
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2019-09-042019-09-0426394194710.5335/rep.v26i3.9320