http://seer.upf.br:80/index.php/rep/issue/feed Revista Espaço Pedagógico 2019-09-17T11:22:09-03:00 Flávia Eloisa Caimi espacopedagogico@upf.br Open Journal Systems <p>A revista Espaço Pedagógico é uma publicação científica do<a href="https://www.upf.br/ppgedu" target="_blank" rel="noopener"> Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEDU)</a> e da Faculdade de Educação (FAED) da <a title="UPF" href="https://www.upf.br/" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Passo Fundo</a>, apresentada em versão online. Publica trabalhos originais e inéditos em português, espanhol e inglês, resultantes de estudos teóricos, pesquisas, reflexões sobre experiências pedagógicas, entrevistas com educadores, traduções e resenhas críticas de obras que abordem temas relevantes na área da educação. Excepcionalmente, publica trabalhos em outras línguas, como italiano, francês e alemão.<br> É uma publicação de acesso livre, classificada no <a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf?" target="_blank" rel="noopener">Qualis CAPES</a> (2013-2016) no extrato B1 em Educação.</p> http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9873 Expediente 2019-09-05T07:30:43-03:00 Flávia Eloisa Caimi (Editora Chefe) caimi@upf.br 2019-09-03T17:46:17-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9874 Editorial 2019-09-05T07:30:43-03:00 Flávia Eloisa Caimi (Editora Chefe) caimi@upf.br Ângelo Vitório Cenci (Organizador) angelo@upf.br 2019-09-03T17:55:44-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9445 Justiça social, democracia e educação: a vigência de velhos legados e desafios presentes 2019-09-05T07:30:43-03:00 Juan Carlos Geneyro juancarlosgeneyro@gmail.com <p>O texto recupera projetos políticos e pedagógicos dos principais autores da modernidade a respeito das relações entre justiça social, democracia e educação, destacando a vigência que mantêm na atualidade. Além de<br>considerar Comênio (1986) um antecedente importante para uma educação básica comum e igualitária, nesta perspectiva, analisam-se princípios pedagógicos do autor para, em seguida, abordar legados de Rousseau&nbsp;(1988, 2017) e Condorcet (1997, 2008) em tais interrelações; assim como o legado de Comte, quanto ao desenvolvimento de uma religiosidade cívica, além de alguns aportes de Durkheim (2003). Após reconhecer a vigência desses legados, colocam-se alguns novos desafios que afrontam a educação em nosso tempo a respeito da&nbsp;justiça social, da democracia e da educação.&nbsp;</p> 2019-09-03T18:07:48-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9446 A participação social na escola do México: um problema de democracia e cultura política? 2019-09-05T07:30:44-03:00 Pedro Flores-Crespo pedro.florescrespo@uaq.mx <p>Este artigo questiona a tese culturalista, para explicar por que a participação social não pode surgir no setor&nbsp;educativo do México. Baseado em um trabalho empírico com escolas secundárias de três estados: Chiapas, Ciudad de México e Durango (n=27), este estudo evidencia que os indivíduos mostram predisposição a intervir de maneira crítica e fundamentada em seus centros escolares; não obstante, por não existirem estruturas de&nbsp;oportunidade para ampliar competências cidadãs, esses mesmos atores não parecem ser vistos como iguais,&nbsp;havendo entendimento superficial do mundo juvenil por parte dos professores, que impedem que a participação do cidadão se efetive, apesar do regime autoritário construído pelo sistema de partido único (1920-2000).</p> 2019-09-04T04:31:38-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9322 Educação, justiça e empoderamento 2019-09-05T07:30:44-03:00 Manuel Gonçalves Barbosa mbarbosa@ie.uminho.pt <p>Este artigo elege como objeto de estudo a relação de co-implicação entre educação, justiça e empoderamento nas sociedades do sistema-mundo onde mais progride a neoliberalização e tem como principal objetivo mostrar que essa relação, ao contrário de certas ideias feitas, e apesar da força excludente da normatividade neoliberal, se abre a vários significados ou a diferentes semânticas analisando e interpretando as tendências em vigor nesses contextos. É com base nessa metodologia que o artigo se focaliza em dois grandes eixos temáticos. Por um lado, o eixo onde se escrutinam as marcas distintivas da visão dominante acerca de educação, justiça e empoderamento. Por outro lado, e já no segundo eixo, apresenta-se a visão subalterna e contra-hegemónica de educação, justiça e empoderamento que se articula, em termos normativos, com as aspirações democrático-igualitárias das classes subprivilegiadas, vítimas de acosso das políticas económicas neoliberais. A conclusão, no termo desse exercício hermenêutico, é que o trabalho de fundamentação da educação deve estar criticamente consciente das consequências desses dois modos de entender a relação em questão e que, caminhar no sentido de uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais democrática, não se coaduna, nem prática nem teoricamente, com o entendimento dominante de educação, justiça e empoderamento.</p> 2019-09-04T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9324 Educação e Justiça Social na Contemporaneidade: repensando o sentido da docência no âmbito escolar 2019-09-05T07:30:45-03:00 Sidinei Pithan da Silva sidinei.pithan@unijui.edu.br <p>O estudo tematiza novos horizontes para pensar a educação na contemporaneidade a partir dos marcos referenciais modernos e pós-modernos implicados na ideia de justiça social, procurando desdobrar implicações para pensar o sentido da docência no âmbito escolar. O estudo ampara-se na defesa de um pensamento complexo, capaz de permitir a emergência de novas formas de sensibilidade e racionalidade para com a questão educacional, o que pode significar um dimensionamento amplo para a ideia de justiça social, bem como de espectro acerca do que constitui a atividade docente. O repensar da docência no âmbito escolar envolve a compreensão acerca de seu caráter dinâmico, contraditório e complexo, o que significa assinalar seu envolvimento com os problemas do mundo social e histórico e suas relações com o universo das ciências, das subjetividades e, do mundo do trabalho. Os sentidos implicados na ideia de justiça social desafiam aos educadores a não apenas compreender o curso dos acontecimentos do mundo moderno/contemporâneo nestas quatro esferas do mundo humano, como que, fundamentalmente, reconfigurar e avaliar seus modos de intervenção crítica na realidade educacional, tendo em vista o combate das (in)justiças globais e contingentes que se exacerbam no capitalismo.</p> 2019-09-04T05:01:50-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9325 Educação Ambiental e Justiça Social: reflexões em tempos de solidão democrática 2019-09-05T07:30:45-03:00 Vilmar Alves Pereira vilmar1972@gmail.com Simone Grohs Freire simonefreire@furg.br <p>O presente texto busca refletir, criticamente, a partir da Educação Ambiental Crítica, acerca da concepção de Justiça Social. Para tanto, propõe-se trazer ao debate uma perspectiva histórico-política da democracia e da cidadania no cenário brasileiro, como possibilidades não apenas de compreensão do atual cenário posto, como também de uma releitura das relações socioambientais, que definem a realidade contemporânea. Este diálogo tem como base a concepção hermenêutica de Gadamer, enquanto um processo universal do compreender que problematiza o ‘não-dito’, oferecendo uma perspectiva de abertura, para que possamos pensar sobre nós mesmos e sobre qual é o nosso lugar no mundo. Espera-se, ao final, ter promovido um repensar crítico e dialógico acerca da realidade, para que se possa agir em busca de uma justiça social ainda tão negada.</p> 2019-09-04T05:16:48-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9321 Educação e justiça social à luz da teoria crítica da sociedade 2019-09-05T07:30:45-03:00 Luciana Vieira de Lima luna-lima@hotmail.com Geraldo Balduino Horn gbalduino.ufpr@gmail.com <p>O presente artigo problematiza e analisa, a partir da perspectiva da teoria crítica da sociedade, a relação entre educação e justiça social na sociedade hodierna. Parte-se da hipótese que a justiça social só existe com a eliminação das desigualdades econômicas, sociais e culturais entre os indivíduos. Nesse caso, justiça social e capitalismo são, por natureza, incompatíveis. Justiça social tornou-se mera abstração, discurso político-jurídico-ideológico das classes mais abastadas. A norma padrão jurídica, os rituais escolares e religiosos justificam-se e operam a partir da moralidade judaico-cristã burguesa: “todos” têm direitos iguais. “Todos” os incluídos, convertidos, escolhidos ou eleitos, seja pela manifestação divina, seja pelo poder material ou político. A impossibilidade da existência de justiça social na sociedade moderna e contemporânea tem a ver com o problema da padronização e da racionalização exacerbada do processo da produção industrial e da reprodução social; com as carências e as implicações que esse modelo social provoca na vida dos indivíduos, principalmente em relação ao empobrecimento da formação cultural. Justiça social transcende o direito e a ideia de liberdade burguesa e é diametralmente proporcional à conquista de direitos sociais básicos (educação, saúde, segurança, lazer e trabalho), necessários para o bem-viver. A realização plena da justiça social depende <em>pari passu </em>da destruição do modelo social capitalista vigente na atualidade. Nesse contexto, a educação escolar, como prática social, pode contribuir para resgatar e disseminar princípios e valores voltados à realização da justiça social.</p> 2019-09-04T05:28:36-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9442 Educação, justiça social e direitos humanos: desafios da educação escolar 2019-09-05T07:30:46-03:00 Eldon Henrique Muhl eldon@upf.br Elisa Mainardi emainardi@upf.br <p>A educação tem sido desafiada a promover a justiça social e a cidadania, o que requer, não somente o domínio de conceitos ou de técnicas pedagógicas, mas um repertório de saberes que nos permita desenvolver uma educação justa e uma prática relacional de reconhecimento mútuo. O questionamento orientador deste texto é o de explicitar a necessidade da educação em direitos humanos como exigência imprescindível para a realização da justiça social. Trata-se de compreender, especialmente, a realidade de injustiça e de violação de direitos fundamentais promovidas pela sociedade e pela própria escola. Sustentado em Rawls, Nussbaum, Cortina e em alguns documentos relacionados aos direitos humanos e à educação em direitos humanos, o texto propõe como tarefa fundamental da educação escolar o desenvolvimento de práticas de compreensão e realização dos direitos humanos como condição para obtenção da justiça e da paz.</p> 2019-09-04T05:45:09-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9301 Lei de cotas e promoção da justiça social: percepções de estudantes cotistas de um instituto federal 2019-09-05T07:30:46-03:00 Fabiana Rodrigues de Sousa fabiana.sante@unisal.br Ilca Freitas Nascimento ilca.ifsp@gmail.com <p>Este artigo apresenta reflexões resultantes de pesquisa de mestrado em Educação que objetivou dialogar com estudantes cotistas do curso de Engenharia Mecânica a fim de desvelar suas percepções acerca da implementação da Lei 12.711. Para tanto, o percurso metodológico da investigação contemplou análise documental referente ao processo de preenchimento de vagas do curso; contato telefônico com discentes para identificar causas de suas desistências; aplicação de questionário para levantamento de dados socioeconômicos e realização de entrevistas. Na percepção dos cotistas, a reserva de vagas garantida pela Lei 12.711 pode ampliar a oportunidade de acesso para estudantes de escolas públicas, com baixa renda, afrodescendentes e indígenas. No entanto, para que a lei de cotas se configure como promotora de justiça social é necessário, ainda, o enfrentamento a alguns desafios, quais sejam: a) não se limitar a aspectos de acesso, mas ampliar medidas que favoreçam a permanência destes estudantes; b) avaliar o modo como cotistas são recebidos e acolhidos por seus pares, docentes e funcionários das instituições de ensino; c) desenvolver mecanismos de acompanhamento e apoio do desempenho acadêmico, didático e psicopedagógico dos estudantes; d) aumentar recursos do Programa Nacional de Assistência Estudantil; e) melhorar a qualidade da educação básica em escolas públicas.</p> 2019-09-04T05:56:03-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9267 Justiça social e discurso neoliberal: problematizações sobre a base nacional comum curricular 2019-09-17T11:22:09-03:00 Simone Gonçalves da Silva silva.simonegon@gmail.com Juliana Mezomo Cantarelli jucacantarelli@yahoo.com.br <p>Neste estudo objetiva-se analisar a partir da Base Nacional Comum Curricular - BNCC os atravessamentos do discurso neoliberal na escola em prol da justiça social. Para tanto, a pesquisa de abordagem qualitativa e de cunho bibliográfico parte do entendimento que por meio da justiça curricular (TORRES SANTOMÉ, 2013) a escola contempla todos os aspectos da formação dos estudantes, podendo contribuir efetivamente para a justiça social (NANCY FRASER, 2012). Porém, durante a análise da política BNCC, percebeu-se que a proposta está alinhada a um projeto neoliberal que atende o capital e a iniciativa privada. Para a lógica neoliberal é a economia que rege os assuntos governamentais e transforma os indivíduos em consumidores, inclusive do ensino. Deste modo, para que a escola possa se tornar um espaço de justiça social é necessário, entre outras, assumir-se como um espaço de lutas e tensões na constituição de um projeto de educação antagônico ao vigente, ou seja, um projeto que vise à democracia, a solidariedade e o bem comum.</p> 2019-09-04T06:08:55-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9127 Desigualdades educacionais como obstáculo à justiça social: análise da infraestrutura de escolas de Minas Gerais 2019-09-05T07:30:47-03:00 Marisa Ribeiro Teixeira Duarte mmduarte@ufmg.br Daniel Santos Braga danielsbraga@ufmg.br <p>Este artigo tem como objetivo analisar a desigualdade na infraestrutura das escolas da educação básica de Minas Gerais. A fonte utilizada foi o banco de dados do Censo Escolar do INEP tendo como recorte o ano de 2016. Para a construção da análise, foi realizado um levantamento prévio das metodologias de medição de infraestrutura presentes na literatura educacional brasileira, balizando os limites e possibilidades das diferentes métricas. Optou-se por uma escala numérica contínua que foi aferida para melhor se adequar aos propósitos deste estudo. Esta pesquisa tem como achados a verificação da permanência da precariedade infraestrutural das escolas mineiras, que apresentam condições de oferta da educação escolar abaixo do básico em relação ao atendimento de serviços públicos, instalações e dependências, e equipamentos para uso didático-pedagógico. Essa precariedade se manifesta de maneira mais evidente para as áreas mais pobres do estado, reproduzindo desigualdades e se impondo como obstáculo à oferta educacional com maior equidade.</p> 2019-09-04T06:20:02-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/8773 Tempo de estudo, rendimento e estratégias de aprendizagem de alunos do 5º ano do ensino fundamental de escolas públicas municipais 2019-09-05T07:30:47-03:00 Jussara C. B. Tortella jussaratortella@gmail.com Vivian Annicchini Forner vivianforner@gmail.com <p>O trabalho objetivou conhecer o tempo dedicado aos estudos, rendimento e as estratégias de aprendizagem utilizadas por 24 alunos do 5º ano do ensino fundamental participantes do projeto ‘As travessuras do Amarelo’, que visa a promoção da autorregulação da aprendizagem. Foram selecionados 24 estudantes do 5º ano do ensino fundamental de sete escolas de um município do interior do estado de São Paulo. A análise dos dados, coletados a partir de uma entrevista semi-estruturada, indica que os alunos aprenderam a utilizar o modelo PLEA (Planejar, Executar e Avaliar) - pedir ajuda, identificar os distratores, respeitar os colegas e persistir em suas tarefas. Quando questionados sobre as mudanças nos seus estudos, constatou-se que a maioria dos alunos indicou o aumento do número de horas de estudo e das notas, após o projeto. Enfatizamos a necessidade de novos estudos sobre estratégias de aprendizagem utilizadas por alunos que se mostraram mais autorreguladores de suas aprendizagens.</p> 2019-09-04T06:31:37-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/8189 Saberes da formação profissional docente: uma análise a partir do contexto PIBID 2019-09-05T07:30:48-03:00 Ana Lucia Pereira ana.lucia.pereira.173@gmail.com Tatiane Skeika tati.skeika@gmail.com Leila Inês Follmann Freire leilaiffreire@msn.com <p>Este artigo tem como objetivo identificar as diferentes vertentes de formação e os saberes da formação profissional docente que são construídos a partir das práticas de aprendizagem universitária, em um novo contexto, como o do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Os sujeitos da pesquisa são 233 licenciandos que pertenciam aos 13 cursos de licenciaturas de uma universidade pública do Estado do Paraná. A pesquisa é de natureza qualitativa e os dados foram organizados e interpretados a partir de procedimentos metodológicos da Análise de Conteúdo de onde foi possível identificarmos sete categorias que representam a formação no contexto PIBID para esses licenciandos. Com base nos conceitos de saberes docentes e de professor reflexivo e tendo em vista a importância das relações construídas nesse contexto, nossos resultados evidenciam que o contexto PIBID possibilitou que os licenciandos pesquisados se colocassem em constante reflexão sobre a própria prática, refletindo no seu desenvolvimento profissional docente, por meio da construção de alguns saberes identificados nas diferentes vertentes de formação desenvolvidas durante a construção dos conhecimentos da docência.</p> 2019-09-04T06:40:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/7262 O espaço da formação inicial do coordenador pedagógico 2019-09-05T07:30:48-03:00 Susana Soares Tozetto tozettosusana@hotmail.com Priscila Kailer tozettosusana@hotmail.com <p>Analisar a formação inicial do coordenador pedagógico torna-se uma tarefa árdua quando se considera as contradições presentes no processo formativo e, consequentemente, no trabalho desse profissional.&nbsp;A conquista do escopo específico de trabalho do coordenador pedagógico, na escola, precisa estar atrelada a saberes de bases teóricas e práticas. Este artigo tem como objetivo&nbsp;analisar os saberes que compõem a formação inicial do coordenador&nbsp;pedagógico. Os relatos de oito coordenadoras pedagógicas, sujeitos desta pesquisa, coletados por meio de entrevista, deflagram uma formação que desvaloriza os conhecimentos práticos e uma atuação que desconsidera os conhecimentos teóricos. Assim, o entendimento errôneo da universidade como espaço exclusivamente teórico e da escola como peculiar às questões práticas manifesta-se nas falas dessas profissionais.</p> 2019-09-04T06:57:30-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/8287 O atendimento educacional especializado para a educação infantil em Caxias do Sul 2019-09-05T07:30:49-03:00 Cláudia Rodrigues de Freitas freitascrd@gmail.com Joseane Frassoni dos Santos jfrassoni@hotmail.com Clarissa Haas cla.haas@hotmail.com <p>Este artigo analisa as práticas do atendimento educacional especializado para a educação infantil na rede municipal de ensino de Caxias do Sul, RS. As questões orientadoras são: como é a organização do atendimento educacional especializado na educação infantil na rede municipal de ensino de Caxias do Sul? Qual a formação dos profissionais para atender ao público-alvo da educação especial na educação infantil? Como o apoio educacional especializado vem sendo ofertado a bebês e crianças pequenas, considerando a obrigatoriedade da educação aos 4 anos de idade? Trata-se de uma pesquisa qualitativa, construída por meio de entrevistas semiestruturadas com o gestor da educação especial e com dois professores do atendimento educacional especializado na educação infantil. Constatou-se que a rede estudada enfrenta limitações na oferta do serviço de apoio para as crianças pequenas, tais como a falta de espaço próprio para os atendimentos individualizados e a condição de itinerância dos professores especializados, dificultando o estabelecimento de vínculo com as crianças atendidas. Essas dificuldades também são enfrentadas na oferta da educação infantil, uma vez que a rede não possui escolas próprias para essa, atuando em forma de convênios com a rede privada de ensino.</p> 2019-09-04T10:18:32-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9309 Educação escolar e direitos indígenas: uma revisão integrativa de teses e dissertações a partir do BDTD 2019-09-05T07:30:49-03:00 Claudio Emidio Silva emidiosilva@yahoo.com.br Lucas Antunes Furtado lucasfurtado@ufam.edu.br <p>Este estudo aborda a relação entre a educação escolar e os direitos indígenas no Brasil. Tem como objetivo analisar e sintetizar as teses e dissertações que versam sobre as categorias: educação escolar e direitos indígenas. Caracteriza-se como uma revisão integrativa, utilizando como base bibliográfica teses e dissertações do Banco de Dados de Teses e Dissertações do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Foram selecionadas doze pesquisas no período de 2008 a 2018, totalizando 10 anos de recorte temporal. Os resultados apresentam análises interpretativas sobre o modo como as pesquisas abordam as categorias de análise. O estudo está estruturado da seguinte forma: primeiramente, explica-se a abordagem metodológica, a revisão integrativa e seus processos. No segundo momento, apresentam-se os resultados do levantamento das teses e dissertações, seguidos das análises e sínteses dos estudos selecionados. Por último, constam as considerações finais.</p> 2019-09-04T10:28:40-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9876 Diálogo com educadores 2019-09-05T07:30:43-03:00 Angelo Vitório Cenci angelo@upf.br Margarita R. Sgró msgro@speedy.com.ar 2019-09-04T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9878 O frango de Newton: a ciência na cozinha 2019-09-05T07:30:43-03:00 Ênio Freire de Paula eniodepaula@ifsp.edu.br 2019-09-04T10:52:33-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br:80/index.php/rep/article/view/9320 Um convite ao Elogio da Escola 2019-09-05T07:30:44-03:00 Renata Maraschin renatamaraschin@upf.br 2019-09-04T10:59:23-03:00 ##submission.copyrightStatement##