Educação Ambiental e Justiça Social: reflexões em tempos de solidão democrática

Palavras-chave: Educação Ambiental. Cidadania. Justiça Social

Resumo

O presente texto busca refletir, criticamente, a partir da Educação Ambiental Crítica, acerca da concepção de Justiça Social. Para tanto, propõe-se trazer ao debate uma perspectiva histórico-política da democracia e da cidadania no cenário brasileiro, como possibilidades não apenas de compreensão do atual cenário posto, como também de uma releitura das relações socioambientais, que definem a realidade contemporânea. Este diálogo tem como base a concepção hermenêutica de Gadamer, enquanto um processo universal do compreender que problematiza o ‘não-dito’, oferecendo uma perspectiva de abertura, para que possamos pensar sobre nós mesmos e sobre qual é o nosso lugar no mundo. Espera-se, ao final, ter promovido um repensar crítico e dialógico acerca da realidade, para que se possa agir em busca de uma justiça social ainda tão negada.

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Biografia do Autor

Vilmar Alves Pereira, Universidade Federal do Rio Grande
Doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Coordenador e pesquisador no Programade Pós-Graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, nível 2. Brasil.
Simone Grohs Freire, Universidade Federal do Rio Grande. Brasil.
Doutora em Educação Ambiental pela Universidade Federal do Rio Grande. Professora da Faculdade de Direito e do Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande. Brasil.
Publicado
2019-09-04
Como Citar
PEREIRA, V.; FREIRE, S. Educação Ambiental e Justiça Social: reflexões em tempos de solidão democrática. Revista Espaço Pedagógico, v. 26, n. 3, p. 701-718, 4 set. 2019.