Educação infantil: espaço do brincar e da interação da criança

Palavras-chave: Infância. Subjetividade infantil. Cultura neoliberal. Interações. Brincar.

Resumo

O presente artigo objetiva problematizar a condição subjetiva da criança enquanto sujeito num contexto fortemente influenciado pelos pressupostos neoliberais. Desse modo, o estudo qualitativo e de abordagem exploratório-interpretativa buscou refletir sobre a necessária construção conceptual da criança como sujeito histórico e de interação, no sentido de superar as influências paradigmáticas neoliberais da Educação Infantil. Desse modo, a metodologia de estudo englobou a pesquisa bibliográfica, alicerçada em autores como: Ariès (1981); Sarmento (2005); Dewey (1979); Teixeira (1934); Dardot e Laval (2016); Larrosa (2015). A pesquisa constituiu-se da contraposição do paradigma neoliberal de infância pela concepção da subjetivação infantil, tendo em vista as interações, as experiências e o brincar. Por fim, as reflexões chamam atenção para o fato de os espaços educacionais romperem com a dogmatização pedagógica neoliberal, de modo a firmar-se na concepção da criança com direitos de aprendizagem por meio do brincar.

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Biografia do Autor

Daniele Vanessa Klosinski, Faculdade Anglicana de Erechim/RS
Doutoranda em Educação no PPGEDU/UPF. Coordenadora Pedagógica no SENAI Erechim/RS e Professora do Ensino Superior na Faculdade Anglicana de Erechim/RS (FAE), Brasil.
Adriana Salete Loss, Universidade Federal Fronteira Sul - campus Erechim
Doutora em Educação pela PUC/RS com estágio no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa/Portugal (2008-2009). Pós-doutorado em Educação pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (2014-2015). Professora associada da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, Brasil.
Publicado
2020-07-28
Como Citar
KLOSINSKI, D.; LOSS, A. Educação infantil: espaço do brincar e da interação da criança. Revista Espaço Pedagógico, v. 27, n. 2, p. 420-436, 28 jul. 2020.