http://seer.upf.br/index.php/rd/issue/feed Revista Desenredo 2018-12-07T17:26:05-02:00 Rejane Pivetta de Oliveira pivetta.rejane@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Desenredo é uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade de Passo Fundo. Recebe artigos em fluxo contínuo de colaboradores do Brasil e do exterior interessados em propostas relacionados à área de Letras, no âmbito dos estudos linguísticos e literários.<br>A Revista poderá organizar dossiês temáticos, de acordo com decisão da Comissão Editorial.</p> <p>A Revista Desenredo adota o DOI (Digital Object Identifier) desde 2013 e, atualmente, é qualificada como B1 no webqualis da Capes. Desde janeiro de 2015, é publicada somente em versão on-line.<br>ISSN: 1808-656X</p> http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8944 Expediente Revista Desenredo, v. 14, n. 3, set/dez. 2018 2018-12-07T17:26:02-02:00 OJS SEER UPF seer@upf.br 2018-12-07T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8640 Editorial v. 14, n. 3 2018-12-07T17:26:02-02:00 Claudia Toldo claudiast@upf.br <p>Editorial</p> 2018-12-07T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8581 Sobre a definição de dêixis a partir de "A natureza dos pronomes" 2018-12-07T17:26:03-02:00 Alena Ciulla alenacs@gmail.com Neste artigo, apresento uma reflexão sobre o texto de Émile Benveniste, intitulado A natureza dos pronomes, publicado em Problemas de Linguística Geral I – texto citado reiteradamente na literatura, quando se trata de definir a dêixis. Contudo, classificações diferentes e quase sempre inconsistentes – ou no mínimo ambíguas – são apresentadas para tipos dêiticos com base nesta definição, supostamente amparada na obra de Benveniste. O intuito aqui não é o de fazer uma revisão das tipologias dêiticas na literatura, mas, neste momento, apenas o de retornar ao texto fundamental do autor e salientar aquilo que nele parece ser o mais importante: não a dêixis e seu traço de ostensão, mas a sua característica de auto-referência como fenômeno essencial à linguagem. 2018-10-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8624 A questão da unidade na forma e no sentido: implicações para os estudos textuais e gramaticais 2018-12-07T17:26:03-02:00 Carmem Luci da Costa Silva clcostasilva@hotmail.com Este artigo tem como objetivo tratar do problema da unidade no texto A forma e o sentido na linguagem para, em um primeiro momento, abordar a importância da delimitação da unidade em uma Linguística própria a Émile Benveniste e, em um segundo momento, considerar as implicações dessa delimitação para os estudos textuais e gramaticais da língua portuguesa, uma língua-idioma específica. Na primeira parte do artigo, é proposta a reflexão em torno da unidade presente em outros textos – Os níveis da análise linguística e Semiologia da língua –, colocados em relação com A forma e sentido na linguagem – texto-base da reflexão aqui proposta – para constituir uma concepção de língua que abarque a teorização de linguagem proposta pelo linguista. A abordagem do problema da unidade na reflexão benvenistiana sobre língua permite, na segunda parte do estudo, uma discussão sobre as implicações da delimitação da unidade no domínio da língua em emprego – o da palavra – em relação com as unidades no domínio intralinguístico – o do signo – para os estudos textuais e gramaticais. 2018-10-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8583 A língua como prática humana: desdobramentos das relações entre língua e sociedade 2018-12-07T17:26:03-02:00 Carolina Knack carolinaknack@gmail.com O presente texto, de caráter ensaístico, apresenta uma leitura prospectiva do artigo de Émile Benveniste intitulado “Estrutura da língua e estrutura da sociedade”, o qual integra a obra “Problemas de Linguística Geral II”. Considerando a indissociável implicação entre linguagem, homem e sociedade, discute-se a concepção de língua como “prática humana”, assim nomeada por Benveniste em seu artigo. A reflexão construída evidencia que tal concepção de língua decorre da relação constitutiva do falante com seu discurso e com a sociedade, destacando-se o alcance social da enunciação. Desse modo, entende-se haver, no artigo do linguista, elementos que revelam uma maior explicitação da abertura da teorização benvenistiana para o exame desse aspecto e, consequentemente, para a formulação de deslocamentos teóricos, metodológicos e analíticos para a abordagem de distintos fenômenos de linguagem. 2018-10-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8610 Delocutividade e distúrbios de linguagem 2018-12-07T17:26:03-02:00 Celia Della Méa celiadmea@gmail.com A noção de delocutividade proposta por Émile Benveniste em Os verbos delocutivos (1958) é o foco desta reflexão que se propõe a resgatar a concepção original benvenistiana, considerar propostas que a contestam e/ou afirmam e a expandem, averiguar a noção aplicada ao contexto brasileiro e, por fim, a vislumbrar possibilidades interpretativas de distúrbios de linguagem, considerando o fenômeno da delocutividade. Nessa trajetória, chega-se à compreensão de que a noção delocutiva é um processo que pode ser extensivo à língua toda e que por meio dele revelam-se significâncias, entendidas como efeitos da enunciação sobre a língua. É nessa acepção que o estudo sobre o reaver a linguagem fruto de distúrbio, ou seja, em novo estado nascente, pode ser percebido 2018-09-27T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8607 O aparelho formal da enunciação: que aparelho é este? 2018-12-07T17:26:03-02:00 Claudia Toldo claudiast@upf.br A proposta deste trabalho aborda o ensino de língua portuguesa na escola a partir de uma perspectiva enunciativa, mais precisamente, uma reflexão que proporcione ao aluno da educação básica a oportunidade de se enunciar, na e pela linguagem, e se colocar como sujeito de sua enunciação na escola enquanto espaço privilegiado para se pensar o uso da língua. Para isso, a discussão ampara-se no texto do linguista Émile Benveniste, O aparelho formal da enunciação, publicado em 1970 na revista Langages, e constitutivo da segunda parte dos Problemas de linguística geral II dedicada à comunicação. Nesse artigo dirigido especificamente a linguistas, Benveniste procede a uma distinção entre o emprego das formas e o emprego da língua. É essa dicotomia que justifica a necessidade de se pensar o ensino da língua a partir da enunciação, haja vista que o aluno-locutor, ao se apropriar das formas, se encontra numa relação absoluta com a escola, com a sociedade, com o mundo e, sobretudo, com uma língua que sirva para viver. 2018-12-07T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8577 A linguagem e a vida: reflexões acerca de língua e literatura 2018-12-07T17:26:04-02:00 Daiane Neumann daiane_neumann@hotmail.com O presente texto objetiva apresentar uma leitura do capítulo “Vista d’olhos sobre o desenvolvimento da linguística”, de Émile Benveniste, publicado em Problemas de Linguística Geral I. Essa reflexão busca atentar para a particularidade da leitura feita pelo linguista acerca do pensamento saussuriano, bem como para o que propõe Benveniste, enquanto sucessor dessa linguística já existente. Na segunda parte do texto, são apresentadas reflexões que envolvem língua e literatura e que se propõem como uma continuidade do pensamento benvenistiano, sustentadas, em grande parte, pela poética do discurso de Henri Meschonnic. 2018-12-07T15:01:13-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8586 Émile Benveniste e a dupla significância da língua: a distinção semiótico/semântico 2018-12-07T17:26:04-02:00 Heloisa Monteiro Rosário heloisa.monteirorosario@gmail.com Este trabalho trata especificamente da dupla significância da língua, ou seja, das noções de semiótico e semântico formuladas por Émile Benveniste nos artigos “A forma e o sentido na linguagem” (1967; 1974) e “Semiologia da língua” (1969; 1974). Objetiva-se, de um lado, discutir a distinção semiótico/semântico (salientando-a em uma perspectiva linguística e outra semiológica) e, de outro, estabelecer uma relação entre o final programático proposto pelo linguista em “Semiologia da língua” e as noções de semiótico e semântico. Para tanto, além dos artigos citados, são mobilizados outros textos de seus Problemas de linguística geral (1966/1995; 1974/1989) em contraponto com a publicação Últimas aulas no Collège de France (1968 e 1969) (2012/2014), obra estabelecida geneticamente a partir de manuscritos do linguista e de seus ouvintes. 2018-12-07T15:35:59-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8555 A noção de estrutura em linguística: uma impactante (e decisiva) repercussão 2018-12-07T17:26:04-02:00 Luiza Milano luizamilanos@gmail.com O presente artigo parte da leitura do texto “Estrutura” em linguística, publicado originalmente em 1962, e presente em Problemas de linguística geral I, de Émile Benveniste. O objetivo é buscar entender a conjuntura em que esse escrito foi elaborado, focando principalmente no movimento intelectual europeu dos anos 1950 e 1960 para refletir sobre o estatuto epistemológico do termo estrutura nos estudos linguísticos da época. 2018-12-07T15:04:01-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8585 A criança e sua relação com a interdição: a mobilização de arranjos discursivos particulares 2018-12-07T17:26:04-02:00 Marlete Sandra Diedrich marlete@upf.br Neste artigo, reflete-se sobre o caráter de interdição que marca a relação do falante com a língua, o que envolve os conceitos de cultura e sociedade. Faz-se um deslocamento da temática trabalhada por Benveniste em A blasfemia e a eufemia para se discutir como a criança vive essa relação de interdição desde muito cedo e encontra, ao longo de sua experiência, modos de lidar com ela, os quais se expressam por meio de determinados arranjos particulares no discurso. 2018-12-07T14:57:43-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8561 A linguagem e a experiência humana em serviço de teleatendimento 2018-12-07T17:26:04-02:00 Patricia da Silva Valerio patriciav@upf.br Este texto, apresentado e discutido durante a realização do II Colóquio de leituras em Émile Benveniste, propôs-se a refletir sobre uma experiência, muitas vezes frustrante, de usuários de serviços eletrônicos de teleatendimento. A reflexão toma por base alguns textos do linguista sírio, em especial, o artigo A linguagem e a experiência humana, publicado em Problemas de Linguística Geral II (1989), para analisar a dificuldade de um locutor, que origina uma ligação telefônica a uma central de serviços, encontrar um outro (tu real) com quem possa construir uma relação intersubjetiva, condição do discurso, em razão da substituição de funcionários por gravações automáticas de vozes. 2018-12-07T15:02:38-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8533 Dom e troca no vocabulário indo-europeu: comentário sobre um texto de Benveniste 2018-12-07T17:26:04-02:00 Silvana Silva ssilvana2011@gmail.com O presente artigo pretende fazer um comentário do texto Dom e troca no vocabulário indo-europeu procurando observar suas relações com textos da seção ‘O homem na língua’ dos PLGs e também com discussões presentes no livro ‘Economia’ do O Vocabulário das Instituições Indo Europeias. Tal comentário abrangerá quatro tarefas: 1. propor uma conceituação teórica; 2. problematizar noções anteriores (pressupostos); 3. propor uma reelaboração da rede conceitual do autor; 4.levantar hipóteses para uma prospeção teórica. 2018-12-07T15:11:40-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8539 A língua, as línguas, o pensamento: apontamentos de leitura de Categorias de pensamento e categorias de língua 2018-12-07T17:26:04-02:00 Valdir do Nascimento Flores valdirnf@yahoo.com.br Este trabalho visa examinar o artigo de Émile Benveniste, Categorias de pensamento e categorias de língua, de 1958, publicado novamente, em 1966, no livro Problemas da Linguística Geral 1. O objetivo geral é apresentar como Benveniste pensa a relação entre pensamento e linguagem. Para fazer isso, em primeiro lugar, é apresentado o contexto de aparição do artigo; em seguida, faz-se uma leitura do artigo, tentando estabelecer os principais pontos de reflexão do autor. Finalmente, as conclusões são formuladas. Este texto conclui destacando as seguintes relações: o pensamento e o símbolo, a língua e a realidade, a língua e as línguas. 2018-12-07T15:05:25-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/8587 “Os perfumes, as cores e os sons se correspondem”: Benveniste e a busca pela imagem criativa em Baudelaire 2018-12-07T17:26:05-02:00 Sabrina Vier sabrinavier@unisinos.br Em 1992, manuscritos de Émile Benveniste sobre a linguagem poética foram anunciados e geraram o que hoje se conhece como Dossiê Baudelaire. Este estudo objetiva verificar como a escrita de Benveniste presente no dossiê esboça um estudo semiológico de uma obra. O corpus são 159 fólios que deixam ver termos e procedimentos ruminados na escrita de Benveniste. Os resultados apontam que a particularidade e a singularidade do discurso de Baudelaire devem-se à imagem do espelho, que engendra outras imagens criativas. A correspondência é, então, o princípio que estrutura o universo poético baudelaireano. 2018-12-07T14:54:00-02:00 ##submission.copyrightStatement##