O modelo semiótico nos estudos literários

  • Matheus de Brito Universidade de Coimbra, Unicamp
  • Fabio Akcelrud Durão Universidade Estadual de Campinas
Palavras-chave: Sentido, Estudos Literários, Teoria Literária, Semiótica

Resumo

Devido a especificidades que acompanharam a profissionalização e academização dos estudos literários no Brasil, o sentido tomado pela noção de sentido foi quase unanimemente semiótico. Falar de sentido, assim, equivale a pensar em signo. No entanto, diferentemente de “referente”, por exemplo, que imediatamente invoca um contexto linguístico, o sentido pode ser pensado de outras maneiras. A persistência do modelo semiótico, tanto como mentalidade quanto jargão, está na base de vários problemas que marcam os estudos literários brasileiros atuais. Uma outra noção de sentido e uma diferente atitude conceitual em relação à obra literária podem oferecer saídas para muitos desses problemas.

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Biografia do Autor

Matheus de Brito, Universidade de Coimbra, Unicamp
Doutorando do programa Estudos Avançados em Materialidades da Literatura (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) e do programa Teoria e História Literária IEL-Unicamp, sob regime de cotutela. E-mail: debrito@gmx.com
Fabio Akcelrud Durão, Universidade Estadual de Campinas
Doutor pela Duke University (EUA, 2003) e livre-docente (2014) vinculado ao Departamento de Teoria Literária da Universidade Estadual de Campinas. E-mail: fabio@iel.unicamp.br
Publicado
2014-12-18
Como Citar
de Brito, M., & Durão, F. (2014). O modelo semiótico nos estudos literários. Revista Desenredo, 10(2). Recuperado de http://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/4146
Seção
Artigos