The As vozes nas marginálias de Fantoches: roupagens verbais e imagéticas de Erico Verissimo

vertical and imagectical clothing by Erico Verissimo

  • Airton Pott Universidade de Passo Fundo
  • Miguel Rettenmaier da Silva Universidade de Passo Fundo
Palavras-chave: Fantoches, Marginálias, vozes, Erico Verissimo

Resumo

Autor de uma gama de obras, sobretudo romances e demais narrativas, Erico Verissimo não se abstém da criatividade na hora da escrita. A edição de Fantoches (1972) que comemora o quadragésimo aniversário da publicação de estreia desse livro, que inclusive foi seu primeiro, é um propício exemplo disso. Sendo assim, esta obra, formada por uma série de pequenas narrativas, muitas delas peças teatrais, fornece o corpus para os estudos aqui propostos, já que se pretende analisar os registros manuscritos, tanto verbais quanto não-verbais, feitos pelo próprio autor e que confirmam a crítica dele mesmo com relação às suas próprias produções. Para tanto, as análises fundamentam-se nos estudos de crítica literária de Bordini (1995), bem como sobre teorias a respeito dos recursos verbais e não-verbais, de Ackerman (2014) e Aurouet (2014), e, também, usa-se o livro Solo de Clarineta: memórias, volume I (2005), do mesmo autor de Fantoches.

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Biografia do Autor

Airton Pott, Universidade de Passo Fundo
Mestrando em Letras do PPGL da UPF (Universidade de Passo Fundo). Professor do Estado do RS e do município de Condor.
Miguel Rettenmaier da Silva, Universidade de Passo Fundo
Mestrado em Teoria da Literatura (1998), Doutorado também em Teoria da Literatura (2002), ambos pela PUCRS e Pós-Doutorado pela Universidade de Santiago de Compostela (2014) É professor (Titular III) na Graduação, no Mestrado e no Doutorado em Letras da Universidade de Passo Fundo.
Publicado
2020-03-12
Como Citar
Pott, A., & da Silva, M. (2020). The As vozes nas marginálias de Fantoches: roupagens verbais e imagéticas de Erico Verissimo. Revista Desenredo, 16(2). https://doi.org/10.5335/rdes.v16i2.10342