A sala de aula invertida na percepção de estudantes de uma universidade pública brasileira

  • Marcelo Valério Universidade Federal do Paraná
  • Joschua Rezende da Silva
  • Gabrielly Giovana Pereira Senes
  • William Junior do Nascimento Universidade Estadual do Norte do Paraná
Palavras-chave: metodologias ativas, ensino superior, ensino centrado no estudante

Resumo

Resultados de pesquisas e de relatos de experiência transformaram a sala de aula invertida em tendência no ensino superior. Algumas críticas recentes, contudo, têm arrefecido o entusiasmo, reivindicando evidências mais amplas e contextualizadas. Este artigo buscou identificar e analisar a percepção de estudantes que vivenciaram a sala de aula invertida em uma universidade pública brasileira. Um questionário foi desenvolvido e aplicado aos alunos matriculados em sete disciplinas das áreas de ciência e tecnologia, em duas licenciaturas e três engenharias. As 122 respostas foram tratadas por estatística descritiva e analisadas comparativamente. Embora haja uma tendência de acolhimento, interesse e percepção positiva sobre a sala de aula invertida, os resultados não são homogêneos e se constatou um preocupante contingente de estudantes resistentes.

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Biografia do Autor

Joschua Rezende da Silva
Licenciado em Computação pela Universidade Federal do Paraná. Brasil.
Gabrielly Giovana Pereira Senes
Licencianda em Ciências Exatas - Matemática pela Universidade Federal do Paraná. Brasil.
William Junior do Nascimento, Universidade Estadual do Norte do Paraná
Doutor em Física pela Universidade Federal de São Carlos. Docente do Programa de Pós-Graduação em Ensino (Mestrado Profissional) da Universidade Estadual do Norte do Paraná. Docente da Universidade Federal do Paraná - campus avançado Jandaia do Sul. Brasil.
Publicado
2020-09-03
Como Citar
VALÉRIO, M.; REZENDE DA SILVA, J.; PEREIRA SENES, G.; DO NASCIMENTO, W. A sala de aula invertida na percepção de estudantes de uma universidade pública brasileira. Revista Brasileira de Ensino de Ciências e Matemática, v. 4, n. 1, 3 set. 2020.