http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/issue/feedRevista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano2019-03-22T16:12:14-03:00Charise Dallazem Bertol e Adriano Pasqualottirbceh@upf.brOpen Journal SystemsComunicamos que a partir do v. 13, n.1 de 2016, a revista conta apenas com o ISSN online.http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/9178Contra capa2019-03-14T19:40:27-03:00Editores RBECHrcech@upf.br2019-03-08T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/9202Editorial2019-03-15T08:49:37-03:00Charise Dallazem Bertolcharise@upf.brAdriano Pasqualottipasqualotti@upf.brCleide Fátima Morettomoretto@upf.brSilvana Alba Scortegagnasilvanaalba@upf.br2019-03-14T19:19:09-03:00##submission.copyrightStatement##http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/9203Pessoas Fotografadas2019-03-14T19:40:27-03:00Editores RBCEHrbceh@upf.br2019-03-14T19:25:39-03:00##submission.copyrightStatement##http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/8787Pessoas idosas e tecnologias de informação e comunicação: inclusão digital como forma de inclusão social2019-03-22T16:12:14-03:00Bárbara Barbosa Nevesbarbara.barbosa@unimelb.edu.au<p>É fundamental entender as razões de adoção ou não adoção das tecnologias de informação e comunicação pelas pessoas idosas, bem como o impacto do uso dessas tecnologias. Nesse intuito, revisito, nesta comunicação, uma pesquisa conduzida com pessoas idosas em Lisboa (Portugal) e descrevo os resultados preliminares de uma pesquisa em Toronto (Canadá) com idosos institucionalizados. </p> <p> </p> <p>* Trabalho apresentado na forma de palestra no IV Congresso Internacional de Estudos do Envelhecimento Humano de 2015. </p>2018-12-10T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/6052Educação intergeracional e envelhecimento bem sucedido2019-03-14T19:40:27-03:00Maria da Conceição Pinto Antunesmantunes@ie.uminho.ptMaria Cristina Moreirac_moreira@adcl.org.pt<p>A intervenção aqui descrita resultou de um trabalho de investigação/intervenção de caráter intergeracional, desenvolvida numa Instituição Social de Solidariedade Social (IPSS) do norte de Portugal, abrangendo um grupo de 17 idosos com idades compreendidas entre os 60 e 70 anos e um grupo de 15 crianças/adolescentes com idades compreendidas entre os dez e 14 anos. O objetivo geral do projeto centrou-se na promoção do envelhecimento bem-sucedido e a inclusão social, através do desenvolvimento de atividades favorecedoras da interação e educação/ aprendizagem intergeracional. Recorrendo ao paradigma interpretativo-hermenêutico, foi desenvolvido um trabalho de investigação-ação participativa utilizando as técnicas de animação sociocultural, enquanto metodologias que fomentam a motivação e participação da população-alvo do projeto. Partindo dos interesses, necessidades e potencialidades dos participantes foram desenvolvidas três oficinas: Oficina da Descoberta, Oficina da Construção e Oficina da Intergeracionalidade, onde foram dinamizados diversos tipos de atividades a nível físico, cognitivo, lúdico, afetivo e cultural que permitiram desenvolver<br>as capacidades funcionais (mobilidade, memória, criatividade, reflexão crítica) e fomentar o convívio e as relações intra e intergeracionais. Os resultados do projeto revelaram alterações significativas a nível<br>do aumento do bem-estar físico e psicológico, melhor relacionamento interpessoal e aquisição de novas aprendizagens.</p>2018-06-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/6422Impacto da força muscular de membro inferior na capacidade funcional de idosas com osteoporose praticantes de hidroginástica2019-03-14T19:40:27-03:00Daniel Vicentini de Oliveirad.vicentini@hotmail.comVanessa Lopes Pereira Miranda de araújovanessa23araujo@hotmail.comDayane Capra de Oliveiradayacapra@hotmail.comMateus Dias Antunesmateus_antunes03@hotmail.comJosé Roberto Andrade do Nascimento Júniorjroberto.jrs01@gmail.com<p>O envelhecimento populacional é considerado atualmente um fenômeno mundial acompanhado por um declínio fisiológico das funções. A capacidade funcional é essencial para os idosos realizarem as atividades de vida diária e a hidroginástica apresenta inúmeros benefícios para melhora da qualidade de vida dos idosos praticantes. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, observacional e transversal com idosas praticantes de hidroginástica. Para coleta de dados, foram utilizados a Escala de Katz e de Lawton e o teste de Levantar e Sentar da cadeira. Os dados foram analisados por meio da estatística descritiva e inferencial. A maioria das idosas eram casadas (68,6%) e 38,6% tinham idade entre 60 e 70 anos. Verificou-se que 14,2% das idosas apresentaram bom nível de força muscular e 71,4% eram independentes nas atividades básicas de vida diária<br>(ABVDs) e 68,6% eram dependentes nas atividades instrumentais de vida diária (AIVDs). Houve correlação significativa (p < 0,05) e positiva da força muscular com as ABVDs (r = 0,45) e AIVDs (r = 0,35). A força muscular apresentou impacto significativo (p<0,05) na variabilidade das AB VDs (17%) e AIVDs (11%). Conclui-se que<br>a força muscular de membro inferior auxilia positivamente na capacidade funcional de idosas com osteoporose praticantes de hidroginástica.</p>2018-06-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/6554Hipertensão arterial e osteoporose no processo do envelhecimento: uma revisão de literatura2019-03-14T19:40:28-03:00Luana Decian Saquetluana.258@hotmail.comGrazielle Castagna Cezimbra Weisgrazielle.castagna@gmail.comBruna de Moraes Rossatobrunamrossato@gmail.comCassiano Boessio Vizzotocassibv@hotmail.comCristiana Bassocristiana@unifra.brAdriane Cervi Blümkeadriblumke@yahoo.com.br<p>As doenças crônicas não transmissíveis são umas das principais causas de morte no Brasil. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão de literatura avaliando a prevalência, os fatores de risco, a prevenção e o tratamento de duas doenças envolvidas no processo de envelhecimento, a hipertensão e a osteoporose. Foi realizado busca nas bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), cujos termos de busca foram “doença crônica”, “idoso”, “hipertensão” ou “osteoporose”. Foram incluídos artigos originais e artigos de revisão em português ou em inglês, e excluiu-se da pesquisa artigos que não estivessem disponíveis online gratuitamente na íntegra. Foram encontrados 1393 artigos, sendo selecionadas para o estudo 26 publicações nacionais e internacionais, divulgadas entre os anos de 2004 e 2014. Como resultados, observou-se que a hipertensão e a osteoporose consistem em doenças de elevada prevalência entre os idosos, principalmente entre as mulheres. Fatores genéticos e ambientais, como o tabagismo, o etilismo, o sedentarismo e a alimentação constituem nos principais fatores de risco dessas doenças. A prevenção dessas doenças é baseada em cuidados com os fatores de risco, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação rica em frutas e verduras, e pobre em sal, no caso da hipertensão. O tratamento da osteoporose e da hipertensão usualmente ocorre por intervenção cirúrgica e farmacológica, respectivamente. Os resultados encontrados neste estudo contribuem para o melhor entendimento sobre essas doenças, auxiliando na busca por um envelhecimento saudável.</p>2018-07-19T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/7781Capacidade funcional de idosos adscritos em uma estratégia saúde da família do meio rural2019-03-14T19:40:28-03:00Maiara Tamires Francomayafranco@hotmail.comRosa Maria Wypyszynskivaleriaianiski@gmail.comElisiane Bisogninelisbisognin@yahoo.com.brRonald Schalyvaleriaianiski@gmail.comRenata Breda Martinsnutri.renatamartins@gmail.comValéria Baccarin Ianiskivaleriaianiski@gmail.com<p>Este estudo objetivou identificar o grau de capacidade funcional, as doenças crônicas mais frequentes e as características sociodemográficas de idosos de um território de saúde do meio rural. Trata-se de um<br>estudo quantitativo, descritivo, transversal e exploratório, com 288 idosos residentes de uma zona rural de Santa Rosa/RS, no período de março a junho de 2012. Para a coleta dos dados foram utilizados os<br>instrumentos: índice de Katz, para as Atividades Básicas da Vida Diária (ABVD); e a escala de Lawton para as Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD). Para análise dos dados, foi utilizado o programa<br>Epi Info 3.5.3. Houve predomínio de mulheres idosas (52%), na faixa etária dos 75 anos ou mais (30%). A maioria dos entrevistados eram aposentados (94%), com renda de um a dois salários mínimos (81%)<br>e baixa escolaridade (60%). A maioria se mostrou independente (97%) em relação às ABVDs e às AIVDs (77%). Entretanto, com relação às AIVDs, as mulheres foram as mais dependentes (60%). Observou-se que 57% idosos apresentavam algum grau de dependência, sendo que 23% deles não conseguiam utilizar o telefone e 20% apresentavam dependência parcial para utilizar meios de transporte e controlar as finanças. Foi possível identificar maior frequência de dependência a partir dos 70 anos de idade por meio dos dois instrumentos utilizados. Conclui-se que a diminuição da capacidade funcional relacionou-se ao aumento da idade, sexo feminino e baixa escolaridade. Os homens mostraram-se mais independentes. A hipertensão arterial sistêmica foi a doença mais frequente.</p>2018-07-05T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://seer.upf.br:80/index.php/rbceh/article/view/9204Diretrizes para autores2019-03-14T19:40:28-03:00Editores RBCEHrbceh@upf.br2019-03-14T19:30:47-03:00##submission.copyrightStatement##