http://seer.upf.br/index.php/rbceh/issue/feed Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano 2022-06-05T22:20:28-03:00 Luciano de O. Siqueira | Adriano Pasqualotti rbceh@upf.br Open Journal Systems <p>A&nbsp;<strong>Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano (RBCEH)</strong>&nbsp;é editada sob a responsabilidade do&nbsp;<a href="http://ppgeh.upf.br/">Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento Humano (PPGEH)&nbsp;</a>da&nbsp;<a href="http://www.upf.br/">Universidade Passo Fundo</a>. A&nbsp;<strong>RBCEH</strong>&nbsp;é um periódico interdisciplinar que tem como objetivo publicar trabalhos relevantes e originais de pesquisas inéditas em diversas áreas de conhecimento, tais como saúde, educação, ciências exatas, sociais aplicadas. A&nbsp;<strong>RBCEH</strong>&nbsp;é uma revista de acesso aberto de publicação quadrimestral, sem custos de edição para os autores. É um periódico que busca publicar os resultados de estudos desenvolvidos pela comunidade nacional e internacional de pesquisadores em temas como geriatria, gerontologia, envelhecimento humano e velhice.<br><br>eISSN: 2317-6695 (edição on-line)</p> http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13554 Contracapa 2022-06-02T11:13:31-03:00 Adriano Pasqualotti pasqualotti@upf.br 2022-05-22T22:35:17-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13553 Sumário 2022-06-02T11:13:32-03:00 Adriano Pasqualotti pasqualotti@upf.br 2022-05-22T22:31:47-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13555 Editorial 2022-06-02T11:13:32-03:00 Adriano Pasqualotti pasqualotti@upf.br 2022-05-22T22:38:22-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13512 TRABALHADORES FORMAIS IDOSOS E A PANDEMIA DE SARS-COV-2: PROTEÇÃO QUE PUNE 2022-06-02T11:13:32-03:00 Verônica Bohm lauramorel1997@gmail.com Francine Rizzon lauramorel1997@gmail.com Tatiane de Lima lauramorel1997@gmail.com Claire Longhi lauramorel1997@gmail.com <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">INTRODUÇÃO: A pandemia da SARS-COV19 impactou o mundo. No seu início, na tentativa de protegê-las frente ao número elevado de óbitos nesta parcela da população, muitos sofreram, não apenas pelo vírus, mas também pelo estigma que carregavam sem ter responsabilidade alguma por ela. O mundo do trabalho reflete práticas comuns de outros espaços sociais. OBJETIVO: Nesse sentido, este estudo tem como principal objetivo identificar como empresas da serra gaúcha se colocaram frente a trabalhadores idosos no primeiro ano da pandemia. MÉTODOS: Para tal, realizou-se uma pesquisa exploratória descritiva, de caráter qualitativo. A amostra foi intencional e por conveniência, sendo constituída por 20 trabalhadores formais idosos, que foram entrevistados por meio de instrumento semiestruturado. RESULTADOS: Os resultados apontam que, a maioria dos entrevistados foi afastada do trabalho, sendo alguns sem remuneração, o que repercutiu na dificuldade para manutenção do pagamento de&nbsp; contas. Dos entrevistados, três relataram terem perdido o emprego no início da pandemia, mas conseguiram se recolocar meses após. A minoria dos entrevistados ficou em <em>homeoffice </em>no primeiro mês, retornando em seguida para as atividades presenciais, sem sentir maiores repercussões dos efeitos da pandemia na sua atividade laboral. CONCLUSÃO: Conclui-se que, os impactos na vida em decorrência da forma como gestores manejaram os trabalhadores idosos no período inicial da pandemia mostra que, algumas estratégias que o governo federal adotou para proteger a população idosa, repercutiu negativamente na empregabilidade deles.</p> 2022-05-21T18:33:51-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13515 A FRAGILIDADE DO IDOSO INFLUENCIA SUA QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE BUCAL E MASTIGAÇÃO? 2022-06-02T11:13:33-03:00 Emilly Ebersol da Silva emillyebe@outlook.com Laura Lourenço Morel lauramorel1997@gmail.com Fernanda Román Ramos alucafer@gmail.com Victoria Klumb klumbvictoria@gmail.com Fernanda Faot fernanda.faot@gmail.com Maria Elisa Gonzalez Manso mansomeg@hotmail.com Luciana de Rezende Pinto lucianaderezende@yahoo.com.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">INTRODUÇÃO: O processo de envelhecimento vem acompanhado de inúmeras alterações sistêmicas, incluindo o desenvolvimento da Síndrome da Fragilidade. A Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa (AMPI) é considerada o padrão-ouro para o rastreio, manejo e diagnóstico da fragilidade do idoso. A saúde bucal do idoso brasileiro é caracterizada pela alta prevalência do edentulismo, compromete a função mastigatória, nutrição e qualidade de vida. Overdentures implantossuportadas são consideradas tratamento padrão ouro para reabilitação de edêntulos, por apresentaram maior retenção, estabilidade e conforto. OBJETIVO: O objetivo desta pesquisa foi entender de que forma o estado de fragilidade do paciente idoso usuário de Overdenture Mandibular influencia a sua qualidade de vida relacionada a saúde bucal (QVRSB). METODOLOGIA: O trabalho avaliou 32 pacientes &gt;65 anos, reabilitados com Overdentures Mandibulares há mais de 2 anos. Os testes realizados foram divididos nos desfechos: 1. Função Mastigatória (Limiar de Deglutição); 2. QVRSB (GOHAI, OHIP-EDENT); 3. Rastreio de Fragilidade (AMPI). Os dados foram submetidos à análise descritiva e à teste de normalidade. O nível de significância foi estabelecido em 5%. RESULTADOS: Do total de participantes, 43% foram classificados como pré-frágeis e 57% como saudáveis. Os desfechos de Função Mastigatória não demostraram diferença significativa. O questionário GOHAI apresentou diferença significativa nos domínios Físico e Global, assim como os domínios Dor Física e Global do OHIP-EDENT. CONCLUSÃO: Os resultados demonstraram que os pacientes estão mastigando de forma satisfatória. Os domínios Físico do GOHAI e Dor Física do OHIP-EDENT estão relacionados ao estado de pré-fragilidade do paciente idoso.</p> 2022-05-21T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13517 DOR CRÔNICA EM PESSOAS IDOSAS PRATICANTES DE HIDROGINÁSTICA 2022-06-02T11:13:34-03:00 Stefânia Anselmini Accorsi stefaniaaccorsi06@gmail.com Anna Regina Grings annaggrings@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p>INTRODUÇÃO: uma das principais causas de diminuição da qualidade de vida em pessoas idosas é a dor crônica; queixa frequente na geriatria. A dor pode ter etiologia neuropática, muscular, inflamatória, mecânica e psicogênica, influenciando diretamente a autonomia do paciente. OJETIVO: o objetivo deste estudo foi analisar a presença e a intensidade da dor crônica em pessoas idosas que praticam regularmente hidroginástica. MÉTODO: delineamento quantitativo, descritivo e transversal. A amostra deste estudo foi não probabilística por conveniência e compreendeu 101 participantes, de ambos os sexos, com idade acima de 60 anos, que participam regularmente das atividades de Hidroginástica da Secretaria de Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente do Município de Dois Irmãos/RS. O instrumento utilizado foi o Escala multidimensional da avaliação da dor (EMADOR). RESULTADOS: a média de idade foi de 72,84 anos (dp. 5,24). O gênero feminino representou 78,2% da amostra. Na mostra estudada foi identificada dor crônica em 71,3% dos casos, principalmente em coluna lombar e joelho, de grau moderado a intenso. Apenas uma porcentagem pequena referiu não apresentar sintomas (28,7%). CONCLUSÃO: o quadro de dor crônica, desconfortável por si só, também pode desencadear complicações severas como depressão e ideação suicida. Conclui-se que a dor crônica é um problema de saúde pública, sendo de extrema importância o manejo multiprofissional, a fim de evitar desfechos desfavoráveis e também melhorar a qualidade de vida dos idosos.</p> 2022-05-21T19:18:54-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13519 REABILITAÇÃO FÍSICA EM PACIENTES IDOSOS NO PÓS-COVID: UMA REVISÃO INTEGRATIVA 2022-06-02T11:13:34-03:00 Maria Luiza Cherem fisioclinicacherem@gmail.com Lucas Abrahão Daher Pacheco lucas.pacheco1@estudante.ufla.br Joziana Muniz de Paiva Barçante joziana@ufla.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A Síndrome Pós-Covid constitui novo desafio para os profissionais de saúde. É complicação decorrente da infecção por Sars-CoV-2, considerada condição inflamatória difusa e multissistêmica.&nbsp;</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">OBJETIVO: Realizar uma revisão integrativa sobre a prática da reabilitação física em idosos, no contexto do Pós-Covid, atualizando os profissionais da saúde quanto às particularidades dessa população.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">MÉTODO: Foram realizadas buscas em bases da área de saúde (MEDLINE, PEBMED) nos portais Periódicos CAPES e Google Acadêmico, e fontes de literatura adicional (OMS, CREFITO-4). Foram utilizados os descritores "post covid", "rehabilitation", "elderly", "age", "guidline" e “physiotherapy”, com operadores booleanos “and" e “or". Utilizou-se o critério de seleção de estudos que apresentaram peculiaridades no Pós-Covid em idosos.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">RESULTADOS: Foram encontrados onze artigos nas bases e fontes de literatura adicional, sendo incluídos cinco artigos que atenderam ao critério de seleção. A população idosa apresentou maior fragilidade e vulnerabilidade, sarcopenia, dinapenia e risco de trombose, com maior mortalidade e fragilidade, assim como desnutrição e déficit protéico. Os candidatos à fisioterapia foram aqueles que apresentaram Covid grave, porém as sequelas podem ocorrer também após as formas mais leves da doença. Os estudos demonstraram maior risco de delírio na fase aguda e mortalidade associada à aspiração na internação em UTI; alterações de memória e dificuldade de comunicação (por presbiacusia ou uso da máscara).</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">CONCLUSÃO: Conclui-se que há um déficit de estudos na área de Gerontologia para a&nbsp; Síndrome Pós-Covid fazendo-se necessários aprimoramentos neste campo, em função das peculiaridades encontradas nessa população.</span></p> 2022-05-21T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13520 PREVALÊNCIA DE INFECÇÃO PELO VÍRUS HIV NA POPULAÇÃO ACIMA DOS 60 ANOS DE IDADE 2022-06-02T11:13:35-03:00 Bruna Tifani Bitzcof brunaabitzcof@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Vivemos um momento em que as infecções por HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) avançam em números absolutos no Brasil. Segundo pesquisas a população idosa representa um número expressivo de casos, estima-se que o número de pacientes, com mais de 60 anos, infectados pelo vírus, entre 2002-2014, foi de 17.861. Dessa forma, o estudo em questão visa observar o cenário atual e comprovar o crescimento de casos de pacientes idosos infectados pelo vírus HIV.&nbsp; OBJETIVO: Avaliar a prevalência, por idade, de infecção pelo vírus HIV em idosos, no Brasil, entre 2019 e 2020. MÉTODOS: Corresponde a um estudo epidemiológico quantitativo, realizada uma busca ativa, através da plataforma de dados do Ministério da Saúde (DataSus) utilizando a Classificação Internacional de Doenças (CID10) referente a doença pelo HIV. Aplicando as variáveis: ano de 2019 a 2020 e faixa etária a partir dos 60 anos de idade.&nbsp; RESULTADOS: No Brasil, em apenas 2 anos de análise, houveram 7.437.822,91 de diagnósticos de doença pelo vírus HIV em idosos no Brasil. Destaca-se pessoas de 60 a 69 anos com 5.834.602,55 casos. 1.311.543,60 de 70 a 79 aos. 291.676,76 em pessoas com 80 anos e mais.&nbsp; CONCLUSÃO: Sabe-se que o Brasil se coloca em lugar de destaque no aumento de casos por HIV, sendo assim comprovou-se os números elevados de casos na população idosa. Evidenciou-se a faixa etária entre 60 a 69 anos com a maioria dos diagnósticos pelo vírus, cerca de 78% do total entre os anos analisados.</span></p> 2022-05-22T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13521 DIAGNÓSTICOS DE TRANSTORNOS AFETIVOS EM IDOSOS DURANTE PANDEMIA DE COVID-19 2022-06-02T11:13:35-03:00 Bruna Tifani Bitzcof brunaabitzcof@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Transtornos afetivos (TA) são transtornos mentais sérios, cujo quadro clínico é caracterizado por humor patológico e alterações comportamentais, cognitivas e vegetativas. Entre os idosos a depressão é o distúrbio mais comum e possui um importante impacto epidemiológico na mortalidade dessa população. Abordar tais questões, principalmente entre essa parcela da sociedade, não pode ser uma atitude negligenciada. OBJETIVO: Avaliar a predominância, por idade, de TA diante de um cenário global ocasionado pela pandemia do vírus COVID-19, no Brasil. MÉTODOS: Corresponde a um estudo epidemiológico quantitativo, realizada uma busca ativa, através da plataforma de dados do Ministério da Saúde (DataSus) utilizando a Classificação Internacional de Doenças (CID10) referente a transtornos afetivos. Aplicando as variáveis: período entre março de 2020 e maio de 2021 e faixa etária a partir dos 60 anos de idade. RESULTADOS: Cerca de 6.756.161,79 de idosos foram diagnosticados com TA no período de pandemia, no Brasil. Idosos de 60 a 69 anos abarcam cerca de 78% do total de diagnósticos. Idosos de 70 a 79 anos compreendem 18%. População a partir dos 80 anos correspondem a 3,69%. Vale ressaltar que foram diagnosticados cerca de 1.619.413,65 casos de 60 a 69 anos apenas no primeiro trimestre do ano de 2021.&nbsp; CONCLUSÃO: Medidas de distanciamento social e quarentena em massa devido a pandemia do vírus COVID-19 podem ter facilitado o agravo de TA em pessoas suscetíveis, como os idosos. População de 60 a 69 anos é a mais afetada com mais de 70% dos diagnósticos feitos nesse período.</span></p> 2022-05-22T16:18:10-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13522 RELAÇÃO ENTRE DISPONIBILIDADE DE TEMPO E A PRÁTICA DE LAZER SÉRIO EM PROFISSIONAIS IDOSOS DA SERRA GAÚCHA 2022-06-02T11:13:36-03:00 Francine Rizzon frizzon3@ucs.br Verônica Bohm frizzon3@ucs.br Tatiane de Lima frizzon3@ucs.br Claire Longhi frizzon3@ucs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O momento de deixar o mercado formal de trabalho, que pode coincidir com a aposentadoria, é motivo de satisfação para alguns e de angústia para outros, principalmente para os que não têm perspectivas de ocupação para o tempo disponível que terão e o que vem depois. Esse tempo livre, que é usado por muitos como descanso e abandono da rotina, também pode ser utilizado para tirar velhos sonhos do papel, trazendo ao aposentado a chance de se dedicar a uma nova atividade, que pode vir a ser um lazer sério, tendo em vista a dedicação e a nova rotina criada para inserir esta atividade no cotidiano. OBJETIVO: Dentro desse contexto, este estu</span><span style="font-weight: 400;">do tem como</span><span style="font-weight: 400;"> objetivo principal explorar a relação entre a satisfação com o tempo livre, promovido pela aposentadoria e a prática do l</span><span style="font-weight: 400;">azer sério. MÉTODOS: Para este trabalho foi feito um recorte do projeto “Continuo na Ativa”, no qual, através de entrevistas semi-estruturadas foram entrevistados 20 aposentados, que continuam inseridos no mercado formal de trabalho em empresas da Serra Gaúcha. RESULTADOS: Os</span><span style="font-weight: 400;"> resultados evidenciaram que os idosos que atualmente desenvolvem um lazer sério apresentam maior satisfação em desligar-se do mercado formal de trabalho em comparação aos que afirmam não possuir uma atividade regular inserida em sua atual rotina. CONCLUSÃO: Por fim, conclui-se que a prática do lazer sério representa uma fonte significativa de satisfação, sentimentos de utilidade e capacidade produtiva para o profissional idoso.</span></p> 2022-05-22T16:31:14-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13524 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE ÓBITOS POR CÂNCER DE MAMA EM IDOSOS BRASILEIROS, 2010-2019 2022-06-02T11:13:36-03:00 Rafael Tenório Falcão rafael.tenorio@upe.br Bruno Sutani Barros Cardoso sutanibruno@gmail.com Alexandre de Mattos Gomes alexandre.mattos@upe.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O câncer de mama é um grupo heterogêneo de doenças, cuja incidência tende a crescer progressivamente a partir dos 40 anos, assim como a mortalidade por essa neoplasia. OBJETIVO: Analisar o perfil epidemiológico de óbitos causados por câncer de mama em idosos brasileiros. MÉTODOS: Trata-se de um estudo retrospectivo em base de dados secundários, considerando todos os óbitos causados por câncer de mama (CID C50) no Brasil, no período de 2010 a 2019; nos sexos masculino e feminino; e nas faixas etárias de “60 a 69 anos”, “70 a 79 anos” e “80 anos e mais”. Os dados foram obtidos no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Sistema Único de Saúde do Brasil. RESULTADOS: Observou-se que, no período analisado, ocorreram 153.951 óbitos por câncer de mama no Brasil. Deste quantitativo, 81.322 óbitos ocorreram em pessoas idosas, representando 52,82% do total de óbitos. Analisando especificamente o grupo dos idosos, constatou-se maior frequência de internações em “60 a 69 anos” (41,60%), seguido por “70 a 79 anos” (31,02%). O número de óbitos em mulheres idosas, quando comparado ao sexo masculino, é significativamente maior (98,49% do total de óbitos em idosos). CONCLUSÃO: A idade é apontada pela literatura como um dos principais fatores de risco para câncer de mama, dado que foi igualmente confirmado nesse estudo. Sabe-se também que o câncer de mama é o mais incidente em mulheres no mundo e o presente estudo, portanto, corrobora a notória predominância do câncer de mama no sexo feminino.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T16:49:09-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13525 O CONTEXTO LABORAL E O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO: ESTRATÉGIAS DE SELEÇÃO, OTIMIZAÇÃO E COMPENSAÇÃO 2022-06-02T11:13:37-03:00 Marina Fritz enf.marinafritz@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O conceito de envelhecimento frequentemente tem sofrido alterações na nossa sociedade contemporânea, principalmente devido ao aumento da expectativa de vida. Com isso, surge a teoria SOC: seleção, otimização e compensação. A tese desta teoria relaciona-se ao processo natural do envelhecimento, passando pelas mais variadas fases do desenvolvimento humano. Fatores extrínsecos como o ambiente social, familiar e trabalho são influências no processo de envelhecer. Por essa razão, são necessárias pesquisas voltadas a observar tais influenciadores. OBJETIVO: Investigar as relações entre o contexto laboral e a teoria SOC. MÉTODO: O método proposto é constituído de uma Revisão Sistemática, método prisma</span><span style="font-weight: 400;">.</span><span style="font-weight: 400;"> A coleta ocorreu nas bases EBSCO e PUBMED. Inicialmente, foram encontrados 78 estudos, que após sofrerem revisão, reduziram-se a 7 artigos para análise. RESULTADOS: Todos os artigos avaliaram que as estratégias SOC são benéficas</span> <span style="font-weight: 400;">para a saúde mental, física e social, dentro do contexto laboral. Além disso, os resultados obtidos demonstraram relações positivas entre SOC e outras variáveis. CONCLUSÃO: Com o presente estudo, percebe-se a necessidade de mais pesquisas voltadas às influências do contexto laboral no envelhecimento, principalmente com indivíduos ainda na fase adulta. Com isso, espera-se que o trabalho afete positivamente o processo do envelhecimento, como sendo uma ferramenta de auxílio social na qualidade de vida das pessoas idosas. Sugere-se que os empregadores possam implantar as estratégias SOC nas empresas, com o objetivo de prevenir doenças e aumentar o bem-estar de seus funcionários, pensando no desenvolvimento bem-sucedido da velhice.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T16:58:25-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13526 PERCEPÇÕES SOBRE A ALIMENTAÇÃO E QUALIDADE DE VIDA ENTRE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS 2022-06-02T11:13:37-03:00 Sumaia Fey sumaiafeynutri@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Devido ao crescimento da população idosa, observa-se o aumento de agravos crônicos de saúde prevalentes nesta fase da vida, fragilidades e perda de autonomia.&nbsp; Surgindo assim novas demandas de atenção ao idoso como as instituições de longa permanência (ILP). Após a institucionalização o idoso passa por um processo de adaptação de rotina e de alimentação. OBJETIVO: Avaliar a percepção alimentar de idosos em relação a alimentação no contexto da institucionalização. MÉTODOS: Foi realizada uma pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva, realizado com amostra de conveniência composta por 10 idosos de uma ILP. Os dados foram coletados através de uma entrevista semiestruturada e analisados de acordo com a Análise de Conteúdo. RESULTADOS: Os resultados apontaram uma média de idade dos participantes de 76,5 anos, e tempo médio de institucionalização foi de 8,5 meses. Dentre os motivos de institucionalização tivemos como principais fatores a decisões da família, limitações físicas, falta de cuidador e independência. Sentimentos de satisfação, conforto, acompanhamento nutricional e alimentação adequada surgiram como pontos positivos, por outro lado questões como relatos de privação de liberdade e falta de autonomia, rotina monótona, falta de sabor nas refeições e resignação surgem como pontos negativos. CONCLUSÃO: Este estudo contribuiu para explorar os significados e&nbsp; sentimentos&nbsp; atribuídos à alimentação neste contexto, possibilita identificar fatores psicológicos, culturais e sociais&nbsp; envolvidos&nbsp; no&nbsp; comportamento&nbsp; dos&nbsp; moradores, servindo de subsídios para o desenvolvimento de ações com equipes multidisciplinares direcionadas à melhoria da qualidade de vida e alimentação de seus residentes.</span></p> 2022-05-22T17:04:16-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13527 IDOSO EM USO DE CATETER VESICAL DE DEMORA NO DOMICÍLIO: CONSTRUÇÃO DE INFOGRÁFICO ANIMADO 2022-06-02T11:13:38-03:00 Juliete Coelho Gelsleuchter juliete_coelho@hotmail.com Melissa Orlandi Honório Locks melissa.locks@ufsc.br Mônica Stein moni_stein@yahoo.com.br Anderson Abreu de Carvalho anderson.imbituba12@gmail.com Karina Silveira de Almeida Hammerschmidt ksalmeidah@ufpr.br Juliana Balbinot Reis Girondi juliana.balbinot@ufsc.br Nádia Chiodelli Salum nchiodelli@gmail.com Michele Medeiros medeiros.michele@ufsc.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: No intuito de tornar o cuidado cada vez mais tecnológico o infográfico é um meio prático e eficiente de aquisição da informação. OBJETIVO: Descrever o processo de construção de um infográfico animado educacional de orientação para os cuidados por idosos com o cateter vesical de demora no domicílio. MÉTODOS: Estudo metodológico composto por três etapas: pré-produção, produção e pós-produção. Na etapa de pré-produção foi desenvolvida a criação do roteiro a partir de revisão integrativa iniciada em março de 2020 e pesquisa de campo em uma instituição urológica de Florianópolis com aplicação de questionário com idosos ocorrido entre período de maio a julho de 2020. Ainda na etapa de Pré-Produção, foi desenvolvido a direção de arte, gravação de voz, Storyboard e o Amimatec para a junção da voz e imagens. Na etapa de produção onde se contemplou a execução da animação, seguindo as definições prévias da pré-produção. RESULTADOS: O infográfico foi composto de 65 telas e duração de 7 minutos e 35 segundos, contemplando cuidados gerais com higiene, sono e repouso, eliminações e lazer. Os idosos necessitam das orientações corretas, voltadas as demandas da terceira idade e o infográfico pode auxiliar neste processo de aprendizagem, evitando assim complicações em decorrência do manuseio inadequado do Cateter. CONCLUSÃO: Acredita-se que a construção deste infográfico auxiliará como ferramenta de orientação de educação em saúde contribuindo para o preparo dos idosos pós cirúrgicos que vão para domicilio com cateter vesical de demora, minimizando as complicações e inseguranças por parte dos mesmos e família cuidadora.</span></p> 2022-05-22T17:14:07-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13528 ESTUDO BIBLIOMÉTRICO SOBRE PESSOAS IDOSAS, CERVICALGIA E QUIROPRAXIA NAS BASES DE DADOS BVS E SCIELO 2022-06-02T11:13:39-03:00 Caroline Fagundes caroline@espacotao.net.br Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Com a velhice observa-se a redução das funções dos tecidos que recobrem as articulações podendo resultar em dor, e consequentemente limitação em pessoas idosas. OBJETIVO: identificar os estudos realizados com pessoas idosas, acima de 60 anos, que utilizaram a quiropraxia como tratamento para cervicalgia. MÉTODO: para a realização dessa pesquisa foi utilizada a bibliometria. Inicialmente, os descritores idosos, dor na cervical e quiropraxia foram inseridos no campo de busca avançada das bases de dados Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) e Scielo. Em seguida, uma nova busca foi realizada com os termos elderly, neck pain e chiropractic. RESULTADOS: No Scielo zero artigos foram encontrados. Na BVS, com os termos idosos, dor na cervical e quiropraxia 14 artigos foram listados e com as palavras elderly, neck pain e chiropractic 80 artigos foram exibidos. Destes, 13 foram selecionadas por estarem diretamente relacionados com a temática e destes, 10 demonstravam os benefícios do tratamento quiroprático na dor cervical em pessoas idosas. No entanto, três artigos apresentavam relatos de casos no qual o ajuste cervical quiroprático é contraindicado. Destes estudos, dois relatavam casos de pessoas idosas com fraturas cervicais (C1 e C2) e no outro, a paciente idosa apresentava destruição óssea da cervical decorrente de artrite reumatóide. CONCLUSÃO: A dor afeta a autonomia e independência impedindo a pessoa idosa de realizar as atividades da vida diária reduzindo consideravelmente sua qualidade de vida. Nesse sentido, a quiropraxia sendo um tratamento conservador, não-invasivo e não farmacológico pode ser importante aliado no tratamento da cervicalgia em idosos.</span></p> 2022-05-22T17:19:51-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13529 ESTUDO BIBLIOMÉTRICO SOBRE PESSOAS IDOSAS, QUEDAS E POSTUROGRAFIA ESTÁTICA NA BVS E SCIELO 2022-06-02T11:13:39-03:00 Caroline Fagundes caroline@espacotao.net.br Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: No envelhecimento observa-se diminuição das funções dos tecidos que revestem as articulações resultando em desvios posturais contribuindo para a queda nas pessoas idosas. OBJETIVO: verificar os estudos existentes sobre a temática idosos, quedas e posturografia estática. MÉTODO: O método utilizado foi a bibliometria. Inicialmente, os descritores idosos, quedas e posturografia estática foram inseridos no campo de busca avançada das bases de dados Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) e Scielo. Em seguida, uma nova busca foi realizada com os termos elderly, falls e static posturography. RESULTADOS: Após a busca avançada na base de dados BVS, utilizando os descritores idosos, quedas e posturografia estática foram encontrados 4 artigos e 1 no Scielo. Já com os termos elderly, falls e static posturography 78 artigos foram listados na BVS e 4 no Scielo, totalizando 87 artigos. Destas produções, 21 foram selecionadas por estarem diretamente relacionados com a temática. Dos 21 artigos selecionados, 17 demonstraram os benefícios da análise do equilíbrio através da posturografia estática em idosos. CONCLUSÃO: A posturografia estática, além de fácil acessibilidade, aplicabilidade e menor custo mostrou-se eficiente na avaliação do equilíbrio em pessoas idosas. Ressalta-se que as quedas nesses indivíduos podem resultar em incapacidade funcional e isolamento social afetando negativamente a qualidade de vida dessas pessoas. Dessa maneira, investigar as quedas nessa população torna-se de extrema revelância a fim de compreender seus mecanismos, e assim, evitá-la (s), sendo a posturografia estática mais uma aliada na investigação de quedas em indivíduos com 60 anos ou mais.</span></p> 2022-05-22T17:25:48-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13530 RELAÇÃO ENTRE BEM-ESTAR E HÁBITOS ALIMENTARES EM IDOSOS DURANTE A COVID-19 2022-06-02T11:13:40-03:00 Vitória Rodrigues Bottega vitoriabottega.vb@gmail.com Daiana Meregalli Schutz daischutz@gmail.com Nathalia Saraiva de Albuquerque nsalbuquerque2@gmail.com Tainá Rossi tainabrossi@gmail.com Jéssica Santos Machado jessicasmachado8@gmail.com Dalton Breno Costa dalton.bc96@gmail.com Tatiana Quarti Irigaray tatiana.irigaray@pucrs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO:</span><span style="font-weight: 400;"> O</span><span style="font-weight: 400;"> distanciamento social, causado pela pandemia de COVID-19, impactou a saúde da população idosa. </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">OBJETIVO:</span><span style="font-weight: 400;"> Investigar a relação entre bem-estar e </span><span style="font-weight: 400;">alterações na alimentação</span><span style="font-weight: 400;"> em idosos durante a COVID-19. </span><span style="font-weight: 400;">MÉTODO:</span><span style="font-weight: 400;"> Trata-se de uma pesquisa quantitativa transversal, composta por 104 idosos, sendo em sua maioria do sexo feminino (87,50%), com média de idade de 70,38 anos (</span><em><span style="font-weight: 400;">DP</span></em><span style="font-weight: 400;">=7,06), recrutados por conveniência. Os instrumentos utilizados foram </span><span style="font-weight: 400;">uma Ficha de Dados Sociodemográficos e a Escala</span><span style="font-weight: 400;"> de Comportamento Alimentar de Adultos, respondidas através de chamadas de vídeos realizadas por um aplicativo de mensagens instantâneas.</span> <span style="font-weight: 400;">As respostas dos participantes foram computadas pelos pesquisadores na plataforma </span><em><span style="font-weight: 400;">RedCap</span></em><span style="font-weight: 400;">. Os dados foram analisados </span><span style="font-weight: 400;">através do </span><em><span style="font-weight: 400;">software</span></em> <em><span style="font-weight: 400;">SPSS</span></em><span style="font-weight: 400;">, versão 23 para </span><em><span style="font-weight: 400;">Windows</span></em><span style="font-weight: 400;">. A relação entre as variáveis foi verificada através do teste de correlação de </span><em><span style="font-weight: 400;">Spearman</span></em><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;">RESULTADOS:</span><span style="font-weight: 400;"> Verificou-se que 52,80% dos idosos deste estudo não tiveram alterações na alimentação durante a pandemia, 38,50% passaram a comer mais desde o início da pandemia, e 8,70% passaram a comer menos. Foi encontrada uma relação fraca e positiva entre o bem-estar e a diminuição da vontade de comer (</span><em><span style="font-weight: 400;">r</span></em><span style="font-weight: 400;">=0,25), sugerindo que a diminuição da vontade de comer está associada aos melhores índices de bem-estar nesta população. </span><span style="font-weight: 400;">CONCLUSÃO:</span><span style="font-weight: 400;"> Este dado de aumento do consumo de alimentos em mais de 1/3 da amostra pode estar relacionado a sintomas de ansiedade e estresse, provocados pelo distanciamento social, levando a aumento das taxas de obesidade em idosos brasileiros, doença que pode gerar prejuízos às pessoas, diminuir a qualidade de vida, e facilitar o desenvolvimento de comorbidades.</span></p> 2022-05-22T17:35:05-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13531 QUALIDADE DE VIDA E ESTRATÉGIA DE ADAPTAÇÃO PARA PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO BEM-SUCEDIDO 2022-06-02T11:13:39-03:00 Elizangela Halinski Cardoso elizahcardoso@gmail.com Anna Regina Grings Barcelos annaggrings@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br Rosane Barbosa ro.barbosas@gmail.com Marina Fritz marinafritz.rs@gmail.com Cesar Augusto Kampff cesarkampff@gmail.com Fernanda Silva de Souza Rodrigues fernandarodrigues@feevale.br Caroline Fagundes caroline@espacotao.net.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial. Dentro desta dinâmica, é necessário que existam ambientes que possibilitem o desenvolvimento das capacidades latentes da pessoa idosa. OBJETIVO: Analisar a relação da qualidade de vida com as estratégias de adaptação para a promoção do envelhecimento bem-sucedido em pessoas idosas que praticam regularmente atividades de hidroginástica. MÉTODO: Participaram dessa pesquisa 99 sujeitos, de ambos os sexos, com idade igual ou maior que 60 anos, que não estavam institucionalizados ou hospitalizados, praticantes de hidroginástica no município de Dois Irmãos. Para a coleta de dados os seguintes instrumentos foram utilizados: Inventário de Seleção, Otimização e Compensação (SOC-12) e qualidade de vida (EUROHISQOL). RESULTADOS: No teste de Pearson, com nível de significância ≤ 0,05, observou que a qualidade de vida dos participantes apresentou correlação direta com a estratégia de seleção eletiva (0,346). Assim, quanto melhor a qualidade de vida dos participantes maior energia para desempenhar suas atividades diárias. Neste sentido, a boa qualidade de vida auxilia a manutenção da autonomia do idoso. Uma forma de quantificá-la é associá-la ao grau de autonomia que o idoso desempenha nas suas funções no cotidiano, tornando-o independente dentro de um contexto social, econômico e cultural. CONCLUSÃO: As atividades físicas em grupo têm contribuído de forma significativa para que as pessoas idosas tenham uma melhor qualidade de vida, vivendo mais tempo, tendo uma vida mais saudável. Para as pessoas idosas estarem inseridas em um grupo social que têm grande significado e relevância, pois, estão convivendo com seus pares.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T17:46:36-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13532 INCLUSÃO DIGITAL DE PESSOAS IDOSAS: ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO BEM-SUCEDIDO 2022-06-02T11:13:45-03:00 Elizangela Halinski Cardoso elizahcardoso@gmail.com Fernanda Souza Rodrigues fernandarodrigues@feevale.br Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br Marcele Medina Silveira marcele.medina@hotmail.com Martina Dillenburg Seur martinads.psico@gmail.com Patrícia Tarouco Felitti pquincozes.adv@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O aumento da população idosa segue em franco crescimento, bem como o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas para eles. OBJETIVO: Analisar a relação das estratégias de promoção para o envelhecimento bem-sucedido, com a escolaridade e necessidade de apoio familiar em pessoas idosas que participam regularmente de atividades de inclusão digital. MÉTODO: Delineamento quantitativo, correlacional e transversal. Participaram dessa pesquisa 115 pessoas, de ambos os sexos, com idade igual ou maior que 60 anos. Para a coleta de dados os seguintes instrumentos foram utilizados: um questionário com dados sociodemográficos e o Inventário SOC-12. RESULTADOS: A partir da análise de correlação de Pearson, identificou-se correlação positiva com a variável anos de estudo (r = 0,230). Assim, verifica-se que quanto mais as pessoas da amostra utilizam as estratégias de seleção, otimização e compensação para a promoção do envelhecimento bem-sucedido, maior é seu grau de escolaridade e consequentemente de anos de estudo. Também, o uso da estratégia de seleção baseada em perdas demonstra menor necessidade de apoio dos familiares (r= -0,277). Isto demonstra que existe uma família que os auxiliam. Entretanto, o mais importante é que a pessoa idosa apenas procure esse auxílio quando realmente precisar, demonstrando autonomia. Portanto, as redes sociais para as pessoas idosas desempenham um papel primordial, uma vez que proporcionam o bem-estar psicológico, ajudando-os a superar possíveis infortúnios. CONCLUSÃO: Constata-se que a ambiência integradora dos cursos foi essencial para descobrir o potencial de cada integrante, bem como os seus desejos, sonhos, desafios, sobretudo para o enfrentamento dos desafios diários.</span></p> 2022-05-22T17:54:05-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13533 TRANSTORNOS COGNITIVOS EM IDOSOS VIVENDO COM HIV: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA 2022-06-02T11:13:47-03:00 Ibrahim Clós Mahmud ibrahim_mahmud@hotmail.com Carla Viero Kowalski carlakowalski25@gmail.com Erick da Rosa Lerner ericklerner2011@gmail.com Fabíola Bastos Giergowicz fabiola26@gmail.com Elisa Paz Dalla Porta Mahmud lili_dallaporta@hotmail.com Rodolfo Herberto Schneider rodolfo.schneider@pucrs.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: O envelhecimento populacional traz consigo o aumento de doenças crônicas, dentre elas as disfunções cognitivas, sendo os distúrbios neurocognitivos associados ao HIV (HAND) uma delas. Objetivo: Verificar as publicações dos últimos cinco anos referente aos mecanismos patogênicos e aos fatores de risco envolvidos nos transtornos cognitivos associados ao HIV em pacientes com 50 anos ou mais. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases dados – PUBMED/MEDLINE; BVS/LILACS e SCOPUS, com artigos publicados entre 2015 e 2019 sobre a temática em questão. Resultados: A busca resultou em 345 citações. Após a leitura completa dos trabalhos realizados de forma independente por dois revisores, chegou-se a elegibilidade de 11 artigos. Conclusões: Dos 11 estudos selecionados, 6 referem-se a pesquisas envolvendo temas relacionados com a neurologia, abordando neuroimagem, redes de conectividades e metabolismo cerebral; 3 pesquisas contemplam a relação da TARV e da carga viral com a incidência e prevalência da HAND e os últimos 2 trabalhos estão relacionados às atuais pesquisas com marcadores de remodelamento vascular e lipídios no fisiopatogenia da HAND. São necessárias mais pesquisas que possam correlacionar a HAND com fatores de risco e esclarecer de uma forma mais concisa seus mecanismos patogênicos na população idosa.</span></p> 2022-05-22T18:02:31-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13534 ESTRATÉGIAS DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO BEM-SUCEDIDO, QUALIDADE DE VIDA E ESPIRITUALIDADE EM PESSOAS IDOSAS 2022-06-02T11:13:44-03:00 Marcele Medina Silveira marcele.medina@hotmail.com Anna Grings annaggrings@gmail.com Caroline Fagundes caroline@espacotao.net.br Cesar Kampff cesarkampff@hotmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: o processo de envelhecimento humano apresenta muitas variáveis que podem auxiliar ou dificultar o envelhecimento. Neste sentido, as estratégias de seleção, otimização e compensação (SOC) foram criadas por Paul Baltes para auxiliar a promover o processo de envelhecimento/desenvolvimento bem-sucedido. OBJETIVO: analisar a associação das estratégias de seleção, otimização e compensação com qualidade de vida e espiritualidade. MÉTODO: O delineamento é quantitativo, correlacional e transversal. A amostra foi não probabilística por conveniência e compreende 85 participantes, de ambos os sexos, com idade acima de 60 anos, que participam regularmente das atividades de Hidroginástica do Município de Dois Irmãos. Os instrumentos utilizados foram: Inventário SOC; Escala de Espiritualidade; EUROHISQOL. RESULTADOS: A análise através do coeficiente de Correlação de Spearman (p ≤ 0,05), demonstrou que as estratégias SOC apresentam correlação indireta com o fator Crenças da variável Espiritualidade (rho= -0,254/ p=0,019). A seleção eletiva apresentou correlação com a percepção de energia suficiente para o cotidiano (rho= 0,344/ p=0,000). A seleção baseada em perdas apresentou correlação indireta com percepção de que as crenças espirituais/religiosas dão sentido à vida (rho= -0,249/ p=0,022). A compensação apresentou correlação indireta com a espiritualidade (rho= -0,219/ p=0,044. CONCLUSÃO: Diante deste resultado pode-se concluir que as estratégias para a promoção do envelhecimento bem-sucedido não demandam a presença da espiritualidade, mas estão relacionadas positivamente com o incremento da percepção de energia para o cotidiano. Portanto, quando são incrementadas as estratégias para o envelhecimento bem-sucedido é diminuída a necessidade de percepção de espiritualidade.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T18:11:15-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13535 SAÚDE MENTAL E PROCESSO DE ENVELHECIMENTO BEM-SUCEDIDO DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19 2022-06-02T11:13:46-03:00 Rosane Barbosa ro.barbosas@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br Patrícia Tarouco Quincozes Felitti ro.barbosas@gmail.com Elizangela Halinski Cardoso ro.barbosas@gmail.com Cesar Augusto Kampff ro.barbosas@gmail.com Caroline Fagundes ro.barbosas@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: </span><span style="font-weight: 400;">O Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. A pandemia do Novo Coronavírus causou grande impacto a nível mundial porque todos os países tiveram que se articular e se modificar como forma de prevenção e com isso alterando a rotina. O objetivo principal deste trabalho foi analisar os sentimentos de pessoas infectadas de COVID-19. Trata-se de um estudo qualitativo, descritivo e transversal. Participaram do estudo dez pessoas, de ambos os sexos, que apresentam um processo de envelhecimento bem-sucedido. O instrumento de pesquisa foi um roteiro de entrevista semiestruturado identificando aspectos de percepção de segurança, dúvidas, sintomas e tratamento. As informações foram analisadas através da análise de conteúdo de Bardin. Os dados revelam que as pessoas apresentam inseguranças e vários medos relacionados a esta pandemia COVID-19. As vivências durante a pandemia dos participantes deste estudo evidenciaram dificuldades relacionadas à saúde mental, sendo necessárias adaptações às adversidades e resiliência, com o propósito de recuperar o processo de envelhecimento bem-sucedido. A COVID-19 destacou a necessidade de compaixão, empatia, esperança e pesquisas clinicas diagnósticas inclusivas para todas as idades. Mas principalmente, políticas públicas eficazes para assistência às pessoas idosas para desta forma garantir um processo de envelhecimento bem-sucedido. O estudo identifica a relevância do acompanhamento destes pacientes para diminuir os efeitos psicológicos do isolamento e da falta de informação.</span></p> 2022-05-22T18:41:47-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13536 DEPRESSÃO E ESTRATÉGIAS SOC NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO: UM ESTUDO COM PESSOAS IDOSAS 2022-06-02T11:13:42-03:00 Martina Dillenburg Scur martinads.psico@gmail.com Elizangela Halinski elizahcardoso@gmail.com Diego da Silva Souza diegossouza@hotmail.com Marina Fritz marinafritznh@hotmail.com Anna Regina Grings Barcelos annaggrings@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO:A expectativa de vida aumentou consideravelmente, em consequência, as pessoas idosas adquirem cada vez mais visibilidade de suas necessidades e tornam-se mais ativas na sociedade. OBJETIVO: Verificar se há relação entre depressão e Estratégias de Seleção, Otimização e Compensação em pessoas idosas residentes no município de Ivoti/RS. MÉTODO: O estudo teve um delineamento descritivo, quantitativo e transversal. A amostra foi composta por 193 sujeitos, de ambos os sexos, entre 60 e 79 anos. Para a coleta de dados os seguintes instrumentos foram utilizados: Dados sócio demográficos, Escala de Depressão Geriátrica (GDS) e Inventário SOC. Após a classificação e planilhamento dos dados coletados foi realizado o estudo de correlação através do coeficiente de Correlação de Pearson com nível de aceitação ≤ 0,05. RESULTADOS: Observou-se associação estatisticamente significativa com a variável Depressão, as variáveis estratégias SOC (rho= -0,268;p=0,000), Seleção Eletiva (rho= -0,157;p=0,029), Seleção baseada em perdas (rho= -0,153;p=0,033), Otimização (rho= -0,210; p=0,003) e&nbsp; Compensação (rho= -0,174;p=0,015).</span> <span style="font-weight: 400;">Compreende-se que, quanto mais estratégias de envelhecimento bem sucedido o individuo utiliza, quanto mais consegue definir suas escolhas de metas e ações, quanto mais se utiliza de estratégias para o envelhecimento bem-sucedido baseada em perdas, quanto mais há a monitorização das estratégias a serem aplicados para atingir bons resultados, quanto mais se utiliza de estratégias compensatórias para driblar o efeito das perdas, menos episódios depressivos estão presentes. CONCLUSÃO: Conclui-se que as estratégias SOC contribuem positivamente para a capacidade e satisfação com as demandas da vida, enfrentamento de situações de crise, doenças psíquicas e manutenção de habilidades.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T18:51:57-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13537 SUICÍDIO NA POPULAÇÃO IDOSA NO RIO GRANDE DO SUL ENTRE 2015 E 2019 2022-06-02T11:13:47-03:00 Maristela Cassia de Oliveira Peixoto maristelapeixoto@feevale.br Cesar Augusto Kampff cesarkampff@hotmail.com Marina Fritz marinafritznh@hotmail.com Fernanda Silva de Souza Rodrigues fernandarodrigues@feevale.br Elizangela Halinski Cardoso elizahcardoso@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Compreende-se suicídio como um ato voluntário contra a vida. É um fenômeno psicossocial que atinge diferentes classes sociais, idades e raças. Segundo a Organização Mundial da Saúde, em quase todas as regiões do mundo, as taxas de suicídio são mais elevadas entre as pessoas com 70 anos ou mais. OBJETIVO: O presente estudo tem como objetivo descrever o número de suicídio na população idosa no Rio Grande do Sul, entre os anos de 2015 e 2019. MÉTODO: Trata-se de um estudo de delineamento quantitativo. Os dados foram extraídos do Sistema de Indicadores de Saúde e Acompanhamento de Políticas do Idoso – SISAP/FIOCRUZ. RESULTADOS: No período supracitado foram registrados um total de 1.811 óbitos por suicídio. No ano de 2015 foram 310 casos e em 2019 foram 406, perfazendo um aumento de 31%. Em relação às cidades com maiores números de casos, destaca-se Venâncio Aires que apresentou um crescimento superior a 150% entre os anos citados. Na classificação por sexo, os homens apresentaram maior número de casos, um total de 1477, as mulheres tiveram uma elevação de 30% entre o período. CONCLUSÃO: O suicídio é um fenômeno complexo, desencadeado por diversas situações de risco como: discriminação, o sentimento de solidão, abuso, violência, relações conflitivas, perdas financeiras, dores crônicas, consumo nocivo de álcool, transtornos mentais e tentativas prévias. É um sério problema de saúde pública mundial, visto pela sociedade como um tabu, compreendido como uma grande ferida emocional que poucos aceitam falar.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T19:00:09-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13538 ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO LGBTQIA+: A DISCRIMINAÇÃO NA REDE SOCIAL 2022-06-02T11:13:43-03:00 Maristela Cassia de Oliveira Peixoto maristelapeixoto@feevale.br Cesar Augusto Kampff cesarkampff@hotmail.com Marina Fritz marinafritznh@hotmail.com Fernanda Silva de Souza Rodrigues fernandarodrigues@feevale.br Elizangela Halinski Cardoso elizahcardoso@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O envelhecimento da população LGBTQIA+ é uma realidade. Estudos apontam que o atual idoso LGBTQIA+, viveu um período histórico onde não podiam compartilhar sua sexualidade, por medo de rejeição e perseguição. Além do receio de admitir sua orientação para si mesmos, visto que haviam internalizado os estereótipos negativos que a sociedade impunha sobre esse grupo populacional. A internet possibilita a sociedade um canal de comunicação e interação, o ideal para expressar suas ideias, através das denominadas redes sociais. OBJETIVO: Analisar a percepção do internauta acerca do envelhecimento da população LGBTQIA+. MÉTODO: Trata-se de um estudo de delineamento qualitativo. A referência deste estudo foi uma publicação postada em 17 de junho de 2021, na página oficial do UOL, na rede social Facebook: Após liderar luta no passado idosos LGBTQIA+ estão em busca de acolhimento.&nbsp; Esta postagem obteve 1,8mil curtidas; 288 comentários e 50 compartilhamentos. RESULTADOS: Diante da análise dos comentários, evidenciou-se a inexistência de um acolhimento por parte dos internautas sobre a temática, o uso de um vocabulário agressivo e ofensivo, com terminologias insultando a discriminação e o preconceito, em alguns momentos até um certo “incentivo” à violência. CONCLUSÃO: A discriminação está presente nas diferentes esferas sociais, determinados grupos possuem uma maior vulnerabilidade: idosos e LGBTQIA+. Enfrentam um cenário de violência e desrespeito, dentro e fora das redes sociais, violências que variam desde agressões verbais a físicas, podendo chegar ao resultado morte. É uma construção velada a partir das diversas relações políticas, sociais e culturais.</span></p> 2022-05-22T19:08:26-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13539 A SAÚDE MENTAL DA PESSOA IDOSA DIANTE DA COVID-19 2022-06-02T11:13:41-03:00 Tatiéle Zago Bonorino tatielebonorino.aluno@unipampa.edu.br Cindy Byane de Melo de Moura cindymoura.aluno@unipampa.edu.br Cenir Gonçalves Tier cenirtier@unipampa.edu.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O processo de envelhecimento transforma as pessoas de diversas maneiras, tornando-as mais fragilizadas. No entanto, a manutenção das relações pessoais e sociais propiciam uma melhor qualidade de vida para a pessoa idosa, sendo capaz de evitar complicações de ordem emocional (CARNEIRO et al., 2007). Com a chegada da pandemia COVID-19, foram aplicadas medidas de isolamento social para diminuir a disseminação do vírus e, estas tiveram significativo impacto no cotidiano e na saúde mental das pessoas idosas. OBJETIVO: Apresentar os efeitos da COVID-19 na saúde mental das pessoas idosas. MÉTODOS: Revisão integrativa que teve como descritores “saúde mental”, “idoso” e “covid-19”. Critérios de inclusão: artigos científicos, publicados entre 2019 a 2021, em português, implicações da pandemia e isolamento social em idosos. Critérios de exclusão: textos que abordassem apenas uma das partes do tema, capítulos de livros e em outros idiomas. RESULTADOS: Encontrou-se 40 artigos, sendo que destes, 18 foram selecionados. Visualize-se pelos estudos que o medo de adquirir o vírus e a perda de contato familiar desenvolvem uma maior ansiedade, bem como síndrome do pânico, solidão, tristeza, depressão e até mesmo o suicídio na pessoa idosa. CONCLUSÃO: A pandemia trouxe impacto para a vida de todas as pessoas e, em especial para a população idosa e, neste sentido, faz-se necessário enfoque na saúde mental destes. Sugere-se que a promoção da saúde mental deva ser um tópico importante para planejamento e implementação de ações tanto pelos profissionais de saúde de diferentes espaços de atuação, bem como por meio da extensão universitária.</span></p> 2022-05-22T19:15:37-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13540 VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR CONTRA PESSOA IDOSA 2022-06-02T11:13:48-03:00 Patrícia Tarouco Quincozes Felitti pquincozes.adv@hotmail.com Elizangela Halinski Cardoso elizahcardoso@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br Rosane Barbosa ro.barbosas@gmail.com Cesar Augusto Kampff cesarkampff@hotmail.com Elizangela Halinski Cardoso elizahcardoso@gmail.com Caroline Fagundes caroline@espacotao.net.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O direito da pessoa idosa permanecer na sua família é importante tendo em vista ser ela a base de sua história, nela que a pessoa idosa sente-se acolhida e amparada. O Estatuto do Idoso estabelece, inclusive, um sistema de proteção integral e absoluta prioridade, na qual compreendem vários direitos dentre eles a “viabilização de formas alternativas de participação, ocupação e convívio da pessoa idosa com as demais gerações”.</span> <span style="font-weight: 400;">OBJETIVO: analisar a relação da vítima idosa com o acusado da prática de violência.</span> <span style="font-weight: 400;">MÉTODO: o delineamento do estudo é quantitativo e descritivo. Os dados são oriundos dos relatos das vítimas nos históricos dos registros de ocorrências policiais. A coleta foi realizada no dia 4 de janeiro de 2021. Foram analisados 313 registros e 521 violências no período de 4 anos, estando distribuídos da seguinte maneira: 63 registros em 2017, 83 registros em 2018, 97 registros em 2019 e 70 registros em 2020. Nesse estudo levou-se em consideração os dados referentes a pessoas idosas que sofreram violência por parte dos familiares. Os resultados advêm do banco de dados do Observatório da Segurança de Novo Hamburgo. RESULTADOS: a pessoa acusada de violência contra a pessoa idosa costuma ser próxima. Na maioria são os filhos (42%), netos (8,6%), esposo(a)/companheiro(a)/namorado(a) (8,3%), ex-exposo(a)/ex-companheiro(a) (7%) e parentes (8,3%). Também aparecem outras pessoas (17,9%) e registros não informados (7,7%). CONCLUSÃO: Evidencia-se a importância desse estudo para que se possa pensar em políticas públicas mais efetivas que venham amparar essas pessoas idosas em situação de vulnerabilidade.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T19:23:50-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13542 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E MEDICAÇÕES EM USO POR PACIENTES IDOSOS DA PNS DE 2019 2022-06-02T11:13:41-03:00 César Tavaniello Neto cesartavaniello@hotmail.com Henrique Freire Zaffari hzaffari@gmail.com Rafaela Gageiro Luchesi Soares rafaglsoares@gmail.com Bernardo Roveda berroveda@hotmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A polifarmácia (uso de 5 ou mais medicamentos) é um problema frequente em idosos-jovens (60 a 79 anos) e longevos (80 anos ou mais). A discussão com o paciente a respeito dos seus medicamentos em uso apresenta-se como umas das formas de manejar tal condição. OBJETIVO: Observar com que frequência profissionais médicos que atendem nas unidades básicas de saúde verificam e discutem com os pacientes idosos sobre as suas medicações em uso. MÉTODOS: Estudo transversal descritivo baseado nos dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 (CAAE 11713319.7.0000.0008), inquérito de base domiciliar de âmbito nacional conduzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em parceria com o Ministério da Saúde envolvendo 94.114 participantes que </span><span style="font-weight: 400;">responderam à pergunta “H026 – O médico que atendeu você na sua última consulta médica na unidade básica de saúde verificou e discutiu os medicamentos que você está usando?” com as respostas: com certeza sim, provavelmente sim, provavelmente não e com certeza não. </span><span style="font-weight: 400;">RESULTADOS: Responderam à pergunta-chave 2893 idosos-jovens e 345 longevos. De maneira geral, os participantes responderam positivamente, com mais da metade respondendo com certeza sim (51,3%) e provavelmente sim (27,6%). Apesar de não significativo (p=0,430), o percentual de respostas positivas foi menor entre os idosos-jovens (78,6%) do que entre os longevos (82%). CONCLUSÃO: Concluímos que a maioria dos profissionais da atenção primária à saúde rotineiramente discutem os medicamentos em uso com seus pacientes geriátricos. Mesmo assim, observamos que essa prática pode e deve ser ampliada, auxiliando, assim, no manejo dos casos de polifarmácia.</span></p> 2022-05-22T19:37:38-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13543 ESPIRITUALIDADE E RELIGIOSIDADE DO PACIENTE IDOSO ONCOLÓGICO NO ENFRENTAMENTO AO CÂNCER 2022-06-02T11:13:44-03:00 Jéferson William Fraga jeffu86@hotmail.com Fernanda da Silva Souza fernandarodrigues@feevale.br Marina Fritz marinafritznh@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O processo de envelhecer modifica as causas de mortes, evidenciando-se as doenças crônicas, típicas desta faixa etária e com as quais os indivíduos necessitam conviver por um longo período de tempo. Estas doenças, especialmente as neoplásicas, são responsáveis por debilitar a saúde do idoso gradativamente. Durante o enfrentamento ao câncer, a espiritualidade e religiosidade aparentam representar importante papel diante das características da doença. OBJETIVO: Conhecer por parte do paciente idoso oncológico como a espiritualidade e a religiosidade influenciam no enfrentamento do câncer. MÉTODOS: Consiste em uma pesquisa de revisão integrativa da literatura, base BVS. RESULTADOS: O idoso portador de câncer vivencia inúmeras dificuldades em relação à doença e seu tratamento, entre elas, as mudanças da imagem corporal e da dinâmica familiar, efeitos colaterais ocasionados pela terapia antineoplásica, cansaço relacionado aos deslocamentos a outros municípios, necessidade de alimentação, associado à falta de recursos que implicam no tratamento. Pacientes oncológicos, idosos e internados em Unidade de Terapia Intensiva, necessitam especialmente de cuidados espirituais, pois se encontram em momento de fragilidade, relacionando a infinidade de sentimentos, momento de dor, angústia e incertezas. É necessário que as equipes de saúde tratem este tema com respeito, visando minimizar os sofrimentos e usar esta estratégia como forma de enfrentar as dificuldades, para que estes enfermos reencontrem o sentido da vida. CONCLUSÃO: </span><span style="font-weight: 400;">A&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">qualidade de vida relacionada à saúde</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;e à&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">espiritualidade</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;abordam condições necessárias para o melhor&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">enfrentamento</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;pelas&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">pessoas</span><span style="font-weight: 400;">, alívio das repercussões provocadas pelo&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">câncer</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;e melhor&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">conhecimento</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;para auxiliar os&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">profissionais de saúde</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p> 2022-05-22T19:44:29-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13544 VIOLÊNCIA CONTRA PESSOAS IDOSAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA 2022-06-02T11:13:48-03:00 Cindy Byane de Melo de Moura cindymoura.aluno@unipampa.edu.br Gilson André de Sá Vargas Júnior gilsonvargas.aluno@unipampa.edu.br Tatiele Zago Bonorino tatielebonorino.aluno@unipampa.edu.br Milena Dal Rosso da Cruz milenacruz.aluno@unipampa.edu.br Cenir Gonçalves Tier cenirtier@unipampa.edu.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A população em geral está passando por uma transição demográfica, onde o número de pessoas idosas está em constante aumento. Concomitante a isso, poderá haver maior incidência de doenças crônicas, fator que acarretará dependência de cuidado, colocando os idosos em situação de vulnerabilidade. Esse aspecto torna-se relevante pois é no momento de fragilidade que a violência ocorre, podendo ser de ordem física, psicológica, patrimonial, etc. Ainda, a negligência, recusa, abandono ou omissão de cuidados necessários ao idoso também são levados em consideração (ANTEQUERA </span><em><span style="font-weight: 400;">et al.</span></em><span style="font-weight: 400;">, 2021). OBJETIVO: Analisar os fatores que predispõem a violência contra idosos. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão integrativa realizada na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), com os descritores: abuso de idosos, violência, violência doméstica e idoso. Critérios de inclusão: artigos no idioma português, publicados entre 2019 e 2021, tendo como questão de pesquisa: “Quais os fatores que predispõem a violência contra idosos?” e critério de exclusão: os que não se encaixaram ao de inclusão. RESULTADOS: Encontrou-se 48 artigos e, destes, 21 se enquadram nos critérios da pesquisa. Destaca-se que os principais fatores influenciadores para a violência contra pessoas idosas são: vulnerabilidades físicas e cognitivas, falta de estrutura social/econômica e alta dependência de cuidado. Enfatiza-se que o ato da violência pode partir do núcleo familiar ou não. CONCLUSÃO: Ressalta-se a necessidade e importância de uma rede de apoio às pessoas idosas vítimas de violência, bem como a elaboração e implementação de políticas que tenham como foco o cuidado e proteção dessa população ainda tão vulnerável.</span></p> 2022-05-22T19:52:54-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13545 REVISÃO SISTEMÁTICA DE ARTIGOS EMPÍRICOS SOBRE EQUOTERAPIA COM IDOSOS 2022-06-02T11:13:46-03:00 Jackeline Barbosa Matarazo jackebarbosa@hotmail.com Eduarda Rezende Freitas eduardarezendefr@gmail.com <p>INTRODUÇÃO: O Brasil tem caminhado para se tornar um país de velhos. Nos últimos anos observou-se uma inversão da pirâmide etária, com aumento no número de pessoas com mais de 60 anos. A partir disso, ações que promovam saúde e bem-estar na velhice tornaram-se urgentes. Um exemplo de intervenção que tem se mostrado eficaz para alcançar esses objetivos é a Equoterapia. OBJETIVO: Este estudo objetivou analisar o estado da arte de artigos empíricos sobre Equoterapia com idosos. MÉTODO: A partir de quatro bases de dados, buscou-se por publicações sobre essa temática, em português ou inglês, entre 2000 e 2020. Dos 862 artigos recuperados, apenas 13 analisaram intervenções equoterapêuticas especificamente com idosos. RESULTADOS: Brasil (46,15%) e Estados Unidos (38,46%) são os países que mais publicaram sobre o tema. Quanto à amostra, mulheres (62,40%), idosos saudáveis (23,08%), com demência (15,38%) ou déficit de equilíbrio (15,38%) foram os mais investigados. Equilíbrio (61,54%) e Escala de Equilíbrio de Berg (30,77%) constituíram, respectivamente, a variável e o instrumento mais analisados. Em relação às intervenções, 7,69% utilizaram a Equoterapia associada a psicoterapia, nas demais (92,31%) adotou-se somente a Equoterapia. Benefícios, como melhora do equilíbrio, da flexibilidade e da qualidade de vida, foram obtidos em 92,31% das intervenções. CONCLUSÃO: Apesar de poucos artigos recuperados, esse método de tratamento se mostra promissor para o cuidado em saúde de idosos. Espera-se, que à medida que resultados sobre sua eficácia com alguns grupos e condições clínicas sejam divulgados, mais pesquisas sejam realizadas.</p> 2022-05-22T20:00:11-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13546 ANÁLISE DA RACIONALIDADE DA RELAÇÃO MUNICIPAL DE MEDICAMENTOS DE PELOTAS QUANTO A UTILIZAÇÃO DA HIDROXICLOROQUINA 2022-06-02T11:13:40-03:00 Vanessa Radin nessaradin@gmail.com Jaqueline Radin radinjaqueline@gmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br Edison Luiz Devos Barlem ebarlem@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A emergência da pandemia da Covid-19, bem como a falta de tratamento eficaz, culminou no reposicionamento de medicamentos, como a hidroxicloroquina (HQ). Porém, a ciência já demonstrou a falta de eficácia desse medicamento contra o SARS-CoV-2, além de orientar sobre cautela na prescrição e/ou descontinuação, principalmente em pacientes idosos (60 anos ou mais). Algumas consequências como o prolongamento do intervalo QT, arritmia e hipoglicemia foram associadas ao uso da HQ durante o tratamento da Covid-19. Assim, percebe-se a oportunidade de analisar a racionalidade da Relação Municipal de Medicamentos, do município de Pelotas (RS), ao contemplar o uso da HQ. OBJETIVO: Analisar as interações medicamentosas potencialmente perigosas (IMPP) entre os medicamentos da REMUME de Pelotas (RS), com a HQ; além de classificá-los como Medicamentos Potencialmente Inapropriados para Idosos (MPIs). MÉTODOS: Para identificação de IMPP foi utilizado o website “drugs.com” e, para identificação de MPIs os Critérios de Beers (2019). Os medicamentos identificados foram categorizados em: medicamentos de uso contínuo e medicamentos para tratamento de curta duração, como os antimicrobianos. RESULTADOS: A REMUME de Pelotas conta com 158 medicamentos. Foram identificadas 32 IMPP com a HQ, sendo 17 envolvendo medicamentos de uso contínuo e 14 de curta duração. Entre os MPIs envolvidos nas IMPP, 9 foram medicamentos de uso contínuo e 2 para tratamento de curta duração. CONCLUSÃO: O conhecimento das IMPP e os MPIs envolvidos podem contribuir para a prevenção de danos relacionados a esses medicamentos, além conscientizar sobre a importância do manejo adequado de medicamentos durante a Covid-19.</span></p> 2022-05-22T20:08:52-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13547 ENVELHECIMENTO BEM-SUCEDIDO E O AUTOCUIDADO NO CÂNCER DE MAMA 2022-06-02T11:13:42-03:00 Fernanda Rodrigues fernandarodrigues@feevale.br Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br Elizangela Halinski Cardoso elizahcardoso@gmail.com Rosane Barbosa ro.barbosas@gmail.com Maristela Cassia de Oliveira Peixoto maristelapeixoto@feevale.br Jéferson William Fraga jeffu86@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O câncer de mama é uma doença incidente nas mulheres em processo de envelhecimento e as estratégias de autocuidado são fundamentais para possam tratar a doença, ou melhorar sua saúde, além de contribuir para que envelheçam de maneira bem sucedida. OBJETIVO: Conhecer as estratégias de autocuidado utilizadas por mulheres em tratamento quimioterápico por câncer de mama, e analisa-las a luz do modelo SOC de envelhecimento bem-sucedido proposto por Baltes. MÉTODOS: Delineamento exploratório, descritivo e qualitativo. Foi realizado numa clínica privada de quimioterapia do Vale do Rio dos Sinos no RS, através de entrevista semiestruturada com 09 pacientes no mês de fevereiro de 2021. Todas assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). RESULTADOS: Foram criadas três categorias:&nbsp; 1 - A importância do cuidado de si para mulheres com câncer de mama em processo de envelhecimento e o modelo SOC, onde todas as participantes relataram a importância do cuidar de si e das pessoas de suas relações familiares e sociais; 2 - Cuidados com o corpo e o modelo SOC, onde a maioria relatou conhecer a importância da alimentação na sua recuperação e no bom funcionamento de seus corpos, demonstrando a adoção de comportamentos novos para alcançar metas e; 3 - Cuidados com a mente e o modelo SOC, todas relataram ser importante o pensamento positivo, oração, família e terapia como estratégias de auto cuidado. CONCLUSÃO: Foi possível concluir que as estratégias de auto cuidado utilizadas por essas mulheres favorecem o envelhecimento bem-sucedido.</span></p> 2022-05-22T20:15:59-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13548 QUALIDADE DE VIDA DO IDOSO DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19 2022-06-02T11:13:46-03:00 Adrieli Carla Prigol a.c.prigol@gmail.com Edilson Lima dos Santos edilson-san@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A pandemia da COVID-19 evoluiu de forma rápida e global. A população idosa, foi caracterizada como de maior risco, associada a vulnerabilidade e as formas mais graves da doença, pois possuem prognóstico desfavorável quando associados à imunossenescência. O mundo adotou medidas de distanciamento social gerando sofrimento psíquico e financeiro. Portanto, é necessário discutir o impacto da COVID-19 na saúde integral do idoso. OBJETIVO: abordar de forma reflexiva a saúde do idoso nos tempos de pandemia. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, realizada através da BVS, utilizando os operadores booleanos Saúde AND Idosos AND COVID, no período de 2019 a 2021, nos idiomas português e inglês. RESULTADOS: O isolamento social foi instituído para minimizar a disseminação do vírus. Desse modo, em especial na vida dos idosos, ocorreram mudanças significativas, como a redução das visitas aos familiares, os grupos de convivência e os aspectos biopsicossociais. A pandemia revelou que o sentimento de isolamento esteve relacionado à tristeza e depressão, visto que, idosos que aderiram ao distanciamento total sentiram-se tristes e que as mulheres idosas sofreram mais de ansiedade, solidão e tristeza. Nos arranjos familiares, os idosos assumiram o papel de cuidador, aumentando a sobrecarga do idoso e sentimento de obrigatoriedade do cuidado. CONCLUSÃO: O isolamento social causou sérios distúrbios psicoafetivos no idoso. A pandemia, enfatizou que é necessário um arranjo familiar bem estruturado, devido as práticas de ageísmo contra o idoso. Estimular as medidas de isolamento social constituíram-se como ação protetiva ao idoso, mas, minimizaram sua autonomia e independência.</span></p> 2022-05-22T20:21:17-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13549 ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO LGBT+: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA 2022-06-02T11:13:43-03:00 Cesar Augusto Kampff cesarkampff@hotmail.com Maristela Cassia de Oliveira Peixoto maristelapeixoto@feevale.br Patrícia Tarouco Quincozes Felitti pquincozes.adv@hotmail.com Rosane Barbosa ro.barbosas@gmail.com Elizangela Halinski Cardoso elizahcardoso@gmail.com Marcele Medina Silveira marcele.medina@hotmail.com Marina Fritz marinafritznh@hotmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO:</span> <span style="font-weight: 400;">Preconceito e discriminação são temas recorrentes em relação às pessoas idosas. Sendo assim, acompanhando o ritmo de envelhecimento da população mundial, a população LGBT+ idosa no Brasil e no mundo vem aumentando nas últimas décadas, atravessando um processo de transformação, quase sempre acompanhado pela indiferença, tanto da sociedade quanto do poder público. OBJETIVO: Verificar os impactos do envelhecimento nessa população, levando-se em consideração o preconceito e a discriminação, MÉTODO: O presente trabalho configura-se por uma revisão sistemática pelo método Prisma, onde foram encontrados 32 artigos pelas bases de dados SciElo e PubMed, entre os anos de 2005 e 2020. Os descritores utilizados foram: Envelhecimento AND LGBT+ AND Preconceito. Após os critérios de exclusão que incluíam artigos focados em sexualidade e população não idosa, restaram 3 artigos pertinentes ao objetivo deste estudo. RESULTADOS: Os artigos analisados vão além do preconceito por parte da sociedade, mas apontam para o descaso do poder público com o cuidado dessa população, através de políticas públicas efetivas. Os resultados encontrados salientam que a velhice LGBT+ é marcada pelo estigma negativo e falta de representatividade social, agravada pela violência que acomete essas pessoas. CONCLUSÃO: Ser idoso ou idosa e pertencer à população LGBT+, é conviver com preconceito, discriminação e segregação social, marcada pela agressão, autoflagelo, homicídio, suicídio, e ainda sofrer com a negligência do poder público.&nbsp; Evidencia-se, assim, a necessidade de estudos científicos que se debrucem sobre o tema da população idosa LGBT+, marcada pela invisibilidade e abandono.</span></p> 2022-05-22T20:30:06-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13550 EQUOTERAPIA COM IDOSOS SOB O OLHAR DO PROFISSIONAL 2022-06-02T11:13:44-03:00 Jackeline Barbosa jackebarbosa@hotmail.com Eduarda Rezende Freitas eduardarezendefr@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Há séculos já se falava sobre os benefícios da relação entre humanos e animais. Dentre as terapias assistidas por animais, a Equoterapia, que utiliza o cavalo como mediador, é uma das mais empregadas. O método pode ser utilizado como forma de tratamento complementar para pessoas de todas as idades, incluindo idosos. OBJETIVO: Este estudo objetivou avaliar a percepção de profissionais de Equoterapia sobre o atendimento a praticantes idosos. MÉTODOS: Participaram 14 profissionais (M=42,64; DP=10,18), de diferentes regiões do país, que já atenderam idosos. Eles responderam a um questionário disponibilizado de forma eletrônica, que continha questões objetivas e dissertativas sobre a prática com idosos. RESULTADOS: A amostra foi composta majoritariamente por mulheres (64,29%) e fisioterapeutas (51,14%). A média de tempo de trabalho com Equoterapia foi de 6,93 anos (DP=5,61). Quando questionados sobre os benefícios desse método com idosos, 100% afirmaram contribuir para a promoção de variáveis psicológicas (p. ex., socialização) e físicas (p. ex., equilíbrio). Em contrapartida, desafios também foram mencionados, como limitações do praticante (p. ex., mobilidade e medo) (50%) e do local de trabalho (p. ex., falta de equipe qualificada) (21,43%) e baixa demanda (7,14%). Os profissionais relataram que os praticantes apresentavam, em sua maioria, sequelas de AVC (35,71%) e Doença de Parkinson (14,29%). CONCLUSÃO: Profissionais que trabalham com Equoterapia consideram que o método auxilia na melhora de aspectos biopsicossociais de idosos, porém enfrentam desafios que podem dificultar ou impedir que essa prática seja realizada, desde limitações dos próprios pacientes como dos profissionais e locais de atendimento.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T20:36:29-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13551 OS ESTIGMAS SOCIAIS RELACIONADOS AO ENVELHECIMENTO E AS MEDIDAS DE ISOLAMENTO DO COVID-19 2022-06-02T11:13:45-03:00 Lucas Souza Santos lucasefi94@gmail.com Gustavo Roese Sanfelice sanfeliceg@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Durante a pandemia foram implementadas medidas de isolamento buscando o enfrentamento ao novo coronavírus, sendo os idosos os principais atingidos por pertencerem ao chamado “grupo de risco”. Dessa forma, analisar as repercussões desta estigmatização na saúde dos idosos torna-se relevante. OBJETIVO: Objetivou-se identificar os estigmas sociais relacionados ao envelhecimento, enfatizados pelas medidas de isolamento ao COVID - 19. MÉTODOS: Caracteriza-se por uma pesquisa qualitativa e descritiva, utilizando o método de estudo de caso. Participaram do estudo 20 idosos (60 anos ou mais), integrantes de um grupo de convivência de um município da serra gaúcha. Realizaram-se entrevistas semiestruturadas, via aplicativo </span><em><span style="font-weight: 400;">WhatsApp</span></em><span style="font-weight: 400;">, a partir de chamadas de vídeo, no período de maio a junho de 2021. O tratamento dos dados coletados ocorreu a partir do modelo proposto por Minayo (2004). RESULTADOS: De modo geral, os idosos não mencionaram preconceito em relação a sua idade durante este período pandêmico. Todavia, foram relatados desafios como isolamento social (depressão, síndrome do pânico e falta de convivência), o impacto econômico em seus familiares, a polarização política, além das diversas opiniões frente às medidas de proteção. Mencionaram como positivo o aumento dos conhecimentos sobre o coronavírus no decorrer da pandemia e a importância das tecnologias digitais para adaptação à nova rotina e manutenção dos cuidados. CONCLUSÃO: Pode-se perceber que a pandemia trouxe impactos importantes na vida dos idosos e na sua saúde de maneira multidimensional. Além disso, percebeu-se uma heterogeneidade de percepções e interpretações frente ao isolamento social e a pandemia de modo geral.</span></p> 2022-05-22T20:41:36-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13552 USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA PARTICIPAÇÃO SOCIAL DOS IDOSOS DURANTE A PANDEMIA DE CORONAVÍRUS 2022-06-02T11:13:47-03:00 Lucas Souza Santos lucasefi94@gmail.com Gustavo Roese Sanfelice sanfeliceg@feevale.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A pandemia do coronavírus causou mudanças na rotina das pessoas idosas, devido às medidas de isolamento impostas. Assim, uma das alternativas para manterem-se ativas foi a utilização de tecnologias e redes sociais digitais. Refletir os impactos destas ferramentas na rotina dos idosos durante esse período pandêmico se tornou relevante. OBJETIVO: Identificar o uso das redes sociais digitais como ferramenta para participação social dos idosos, durante a pandemia do coronavírus. MÉTODOS: Caracteriza-se por uma pesquisa qualitativa e descritiva, utilizando o método de estudo de caso. Participaram do estudo 20 idosos (60 anos ou mais), integrantes de um grupo de convivência de um município da serra gaúcha. Realizaram-se entrevistas semiestruturadas, via aplicativo </span><em><span style="font-weight: 400;">WhatsApp</span></em><span style="font-weight: 400;">, a partir de chamadas de vídeo, no período de maio a junho de 2021. O tratamento dos dados coletados ocorreu a partir do modelo proposto por Minayo (2004). RESULTADOS: Os resultados encontrados foram divididos em aspectos positivos e negativos. Como positivos, pode-se elencar o entretenimento, a comunicação, a informação, serviços bancários e de compras, atividades físicas via </span><em><span style="font-weight: 400;">internet,</span></em><span style="font-weight: 400;"> e processos de aprendizagens, como o próprio manuseio de ferramentas digitais, inserção em cursos </span><em><span style="font-weight: 400;">online</span></em><span style="font-weight: 400;">, entre outros. Todavia, os pontos negativos identificados foram o excesso de utilização, fraudes, notícias e informações falsas, além da preocupação frente ao manuseio e utilização dos recursos tecnológicos. CONCLUSÃO: Cabe pensar o uso das redes digitais pelos idosos de maneira positiva, todavia crítica, embasando estes idosos, para que assim possam utilizar de maneira segura e confiável todas as funcionalidades que estas ferramentas possuem.&nbsp;</span></p> 2022-05-22T20:47:20-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13567 AVALIAÇÃO DA REGULARIDADE DE ATENDIMENTOS, DEVIDO À HIPERTENSÃO ARTERIAL, EM IDOSOS JOVENS E LONGEVOS 2022-06-02T11:13:50-03:00 Rafaela Gageiro Luchesi Soares rafaglsoares@gmail.com César Tavaniello Neto cesartavaniello@hotmail.com Henrique Freire Zaffari hzaffari@gmail.com Bernardo Roveda berroveda@hotmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A avaliação da regularidade de atendimentos dos idosos jovens e longevos hipertensos é essencial para evitar os graves riscos da hipertensão descontrolada. </span><span style="font-weight: 400;">OBJETIVO: </span><span style="font-weight: 400;">Estudar o comportamento dos idosos jovens (60 a 79 anos) e longevos (80 + anos) em relação à procura por assistência nos serviços de saúde, devido à hipertensão arterial, entre os anos de 2013 e 2019. </span><span style="font-weight: 400;">MÉTODOS: </span><span style="font-weight: 400;">Estudo transversal descritivo e analítico relacionando dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 e 2019 (CAAE: 11713319.7.0000.0008). Utilizou-se dados obtidos das respostas em relação à seguinte pergunta feita para os participantes com diagnóstico de hipertensão arterial: “Q004 – O(a) Sr(a) vai ao médico/serviço de saúde regularmente por causa da hipertensão arterial?” RESULTADOS:</span> <span style="font-weight: 400;">Em 2013, responderam 4727 idosos jovens e 797 longevos. Já em 2019, foram 10451 idosos jovens e 1782 longevos. Nos idosos jovens, a porcentagem das respostas "Nunca vai" aumentou de 6,9% em 2013 a 7,8% em 2019. Nos longevos, essa resposta aumentou de 5,1% a 10,3%. Na resposta "Não, só quando tem algum problema" houve uma constância nos idosos jovens (28,2% em 2013 e 28,1% em 2019), enquanto nos longevos houve redução de 36% a 28,8%. Na resposta "sim", nos idosos jovens houve redução de 64,9% em 2013 a 64,1% em 2019. Nos longevos, aumentou de 58,9% para 60,9%. CONCLUSÃO:</span> <span style="font-weight: 400;">Conclui-se que em ambos os grupos, a procura por atendimentos de saúde devido à hipertensão arterial reduziu. Destaca-se a resposta “Nunca vai” em longevos, visto que sua porcentagem mais do que dobrou entre 2013 e 2019.</span></p> 2022-05-25T16:03:01-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13561 RELAÇÃO ENTRE INDICADORES DE SARCOPENIA E MORAR SOZINHO EM LONGEVOS COMUNITÁRIOS 2022-06-02T11:13:49-03:00 Marlon Cássio Pereira Grigol marlonfisio@gmail.com Josemara de Paula Rocha rocha.josemara.paula@gmail.com Renata Breda Martins nutri.renatamartins@gmail.com Ana Paula Tiecker anapaulatiecker@hotmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Indicadores de sarcopenia são importantes para avaliação da força muscular e saúde de longevos e seus resultados positivos podem influenciar na capacidade de morar sozinho. OBJETIVO: Investigar a relação entre indicadores de sarcopenia e morar sozinho em longevos comunitários. MÉTODO: Estudo observacional e analítico que avaliou longevos (≥ 87 anos) por conglomerados representativos de Porto Alegre, 2016-2018 (CAEE 55906216.0.0000.5336) caracterizando condições de saúde. Os indicadores de sarcopenia foram: força de preensão palmar (FPP) da mão dominante, circunferência da panturrilha (CP), perda de peso não intencional (&gt;4kg/ano) e teste Timed Up and Go (TUG). As associações foram testadas pelos testes de qui-quadrado, Fisher e teste </span><em><span style="font-weight: 400;">t de Student</span></em><span style="font-weight: 400;">. RESULTADOS: Participaram 139 longevos que moravam com cuidador/familiar e 26 sozinhos, média etária 92,5±2,63 anos, 71,9% mulheres e 65,5% viúvos. Indivíduos que moravam com cuidador/familiar tinham média de 16,4±7,40Kgf de FPP, 22,3±18,59seg de TUG, 32,8±3,97cm de CP e 82,3% relatou desconhecer ou não ter perda ponderal (n=135). Os que residiam sozinhos apresentaram média de 16,7±7,67Kgf de FPP (p=0,565), 16,5±6,90seg de TUG (p=0,010),&nbsp;33,3±3,76cm de CP (p=0,616) e 77,3% relatou não ter perda ponderal (p=0,058). CONCLUSÃO: Apenas o TUG foi significativamente associado com morar sozinho ou com cuidador/familiar. Os longevos que moravam sozinhos apresentaram melhor desempenho no TUG e melhor CP, porém apresentavam pior FPP, indicando risco de sarcopenia.</span></p> 2022-05-24T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13562 PANORAMA DA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 EM IDOSOS DOS MUNICÍPIOS DO CONSELHO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO METROPOLITANO DELTA DO JACUÍ 2022-06-02T11:13:50-03:00 Marina Borba Tósca marina.b.tosca@gmail.com Julia Belato Teixeira juliabelatoteixeira@gmail.com Caroline Goergen goergencarol@gmail.com Tehura Silveira Auozani tehura.auozani@gmail.com Carla Helena Augustin Schwanke schwanke@pucrs.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">Idosos fazem parte do grupo vulnerável para hospitalização e morte por COVID-19. A vacinação é uma estratégia eficaz para redução destes desfechos</span><strong>. Objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> Descrever a frequência de idosos vacinados contra&nbsp; COVID-19, por faixas etárias, nos municípios do Conselho Regional de Desenvolvimento (COREDE) Metropolitano Delta do Jacuí (MDJ). </span><strong>Métodos:</strong> <span style="font-weight: 400;">A percentagem de idosos vacinados, por grupo etário (60-64 anos=1, 65-69 anos=2, 70-74 anos=3, 75-79 anos=4 e ≥80 anos=5), foi obtida no site Monitoramento da Imunização COVID-19 (vacina.saúde.rs.gov.br), no dia 20/08/2021 às 09:15 horas.&nbsp; Foram considerados indivíduos com esquema vacinal completo (duas doses+dose única). Municípios membros do COREDE-MDJ: Alvorada, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Glorinha, Gravataí, Guaíba, Porto Alegre, Santo Antônio da Patrulha, Triunfo e Viamão.</span> <strong>Resultados:</strong><span style="font-weight: 400;"> A frequência de vacinação, considerando todos os grupos etários, variou de 67-100%. Considerando todas as faixas etárias, em sete dos 10 municípios, pelo menos 80% dos idosos foram vacinados e em nenhum município foi observada a vacinação de pelo menos 90% dos idosos. Os municípios com maior frequência de vacinação foram Porto Alegre (92%), Glorinha e Triunfo (100%), Glorinha (100%), Glorinha e Triunfo (100%) e Glorinha (100%), para os grupos 1, 2, 3, 4 e 5, respectivamente. Já o município com menor frequência foi Viamão (76%, 74%, 77%, 72% e 67%) para todos grupos etários. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A maioria dos municípios do COREDE-MDJ tem uma elevada percentagem de idosos vacinados. Porém, esforços precisam ser empenhados na busca pela ampla vacinação da população idosa.</span></p> 2022-05-25T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13564 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ÓBITOS POR INFLUENZA A SUBTIPO H1N1 NO BRASIL 2022-06-02T11:13:49-03:00 Bruno Sutani Barros Cardoso bruno.sutani@upe.br Rafael Tenório Falcão rafael.tenorio@upe.br Alexandre de Mattos Gomes alexandremattos@upe.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Em 2009, no México, foi identificado pela primeira vez o subtipo H1N1 do vírus Influenza A, com tosse, dor de garganta e febre como principais sintomas. Nesse cenário, o óbito constitui um possível desfecho e os idosos tidos como um grupo de risco. OBJETIVO: Caracterizar os óbitos por Influenza A subtipo H1N1 em idosos no Brasil. MÉTODOS: Tratou-se de um estudo retrospectivo em base de dados secundários, considerando todos os casos de óbitos em idosos por Influenza A (H1N1) no Brasil, no período de 2015 a 2019, utilizando as variáveis sexo (masculino e feminino), faixa etária (60-69 anos, 70-79 anos, 80 anos e mais) e escolaridade (nenhuma, 1 a 3 anos, 4 a 7 anos, 8 a 11 anos, 12 anos e mais). Os dados foram obtidos no Sistema de Informação sobre Mortalidade, base de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil, considerando a categoria J09 da Classificação Internacional de Doenças, abordando a H1N1. A análise foi realizada no programa Excel 16.0. RESULTADOS: Observou-se 641 óbitos em idosos por H1N1, com frequência pouco maior no sexo masculino (50,70%). Com relação as faixas etárias, as maiores ocorrências se deram entre 60-69 anos (48,67%) e 70-79 anos (28,54%). Quanto a escolaridade, fez-se mais frequente em 1 a 3 anos (22,30%), 4 a 7 anos (21, 37%). CONCLUSÃO: Portanto, visualizou-se maior quantia de casos contida em 60-69 anos, sem disparidades entre a ocorrência entre os sexos e com maior frequência presente em idosos com ensino fundamental incompleto.</span></p> 2022-05-25T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13565 VARIÁVEIS SOCIODEMOGRÁFICAS E ANTROPOMÉTRICAS SÃO EFICAZES PARA RASTREAR SARCOPENIAS PROVÁVEL E CONFIRMADA EM IDOSOS COMUNITÁRIOS? 2022-06-02T11:13:49-03:00 Larissa Franciny de Souza larissafrancinys@hotmail.com Laís Coan Fontanela laiscoan@hotmail.com Amanda Aparecida Oliveira Leolpodino aoliveiraleopoldino@gmail.com Vanessa Amaral Mendonça vaafisio@hotmail.com Ana Cristina Rodrigues Lacerda lacerdaacr@gmail.com Ana Lúcia Danielewicz ana.lucia.d@ufsc.br Núbia Carelli Pereira de Avelar nubia.carelli@ufsc.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Utilizar indicadores sociodemográficos e antropométricos pode ser uma estratégia prática, barata e eficaz para rastrear precocemente idosos com sarcopenia. OBJETIVO: Identificar pontos de corte em variáveis sociodemográficas e antropométricas para rastreio das sarcopenias provável e confirmada em idosos comunitários. MÉTODOS: </span><span style="font-weight: 400;">Estudo transversal com 308 idosos de ambos os sexos. Consideraram-se como fatores preditores as variáveis sociodemográficas (idade, escolaridade) e antropométricas [peso, estatura, índice de massa corporal (IMC), circunferências da cintura (CC) e da panturrilha dominante (CPD)]. Os desfechos foram as sarcopenias provável [avaliada por tempo ≥15 segundos no teste de sentar e levantar da cadeira de 5 repetições (TSLC5rep)] e confirmada (avaliada pelo TSLC5rep e equação de Lee). Para análise da capacidade de rastreio das variáveis sociodemográficas e antropométricas para as sarcopenias foram utilizadas análise de curva </span><em><span style="font-weight: 400;">Receiver Operating Characteristic</span></em><span style="font-weight: 400;"> (ROC). RESULTADOS: </span><span style="font-weight: 400;">Para rastreio da sarcopenia provável em idosas pode ser utilizada valores &gt;91 cm na CC (AUC:0,61 IC95%:0,53;0,69), em idosos a idade superior a 69 anos parece ser mais indicada (AUC:0,62 IC95%:0,52;0,70). Para rastreio da sarcopenia confirmada, as variáveis ​​idade (&gt;76 anos e &gt;73 anos), peso (≤58 cm e ≤71 cm), IMC (≤27,66 Kg/m2 e ≤24,45 Kg/m2), CC (≤92 cm e ≤98 cm) e CPD (≤35 cm e ≤34 cm) (AUC &gt;0,70 para todas as variáveis) podem ser utilizadas em mulheres e homens, respectivamente</span><span style="font-weight: 400;">. CONCLUSÃO: Variáveis ​​sociodemográficas e antropométricas são ferramentas simples e acessíveis para o rastreamento da sarcopenia em idosos.</span></p> 2022-05-25T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13569 FATORES ASSOCIADOS E CONSEQUÊNCIAS DA POLIFARMÁCIA EM IDOSOS HIPERTENSOS 2022-06-02T11:13:50-03:00 Mariana Peixoto Dantas marianapeixoto.dantas@gmail.com Júlia Laís dos Santos julia_santos1303@hotmail.com Giovanna Seixas Doca Cortez iovannasdc@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Cada vez mais acentuado, o envelhecimento está fortemente atrelado à prevalência aumentada de hipertensão arterial e de demais condições crônicas, fator responsável por favorecer fenômenos como o da polifarmácia. Entendida como a administração de cinco ou mais fármacos simultaneamente por período igual ou superior a uma semana, a polifarmácia é precursora de episódios iatrogênicos, o que justifica uma análise mais aprofundada de suas repercussões. OBJETIVO: Investigar os fatores associados e as consequências da polifarmácia em idosos hipertensos. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão integrativa pautada na busca eletrônica no PubMed, sob o uso dos descritores “saúde do idoso”, “polimedicação” e “hipertensão”. Optou-se por trabalhos indexados nos últimos cinco anos e escritos na língua portuguesa, espanhola e/ou inglesa. Estudos que não contemplaram a temática em sua totalidade foram excluídos. Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, foram selecionados 05 artigos. RESULTADOS: Foi possível observar que fatores como a obesidade, o tabagismo, a não aderência às consultas de rotina e a diabetes concomitante à hipertensão estão associados à incidência aumentada da polimedicação. Além disso, constatou-se que cerca de 56% dos idosos hipertensos em polifarmácia manifestam maiores riscos de quedas e fraturas, bem como de apresentarem efeitos adversos secundários a interações medicamentosas nocivas. Ainda, cabe pontuar que 13,3% dos idosos polimedicados fazem uso de medicações anti-hipertensivas mesmo sem o diagnóstico de hipertensão arterial. CONCLUSÃO: Portanto, o presente estudo reforça a necessidade de se estruturar os protocolos clínicos na busca por fatores de risco para a polifarmácia, a fim de prevenir possíveis complicações.</span></p> 2022-05-26T12:31:38-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13570 COMPARAÇÃO DO USO DE MEDICAMENTOS PARA CARDIOPATIAS EM IDOSOS E LONGEVOS EM 2013 E 2019 2022-06-02T11:13:51-03:00 Henrique Freire Zaffari hzaffari@gmail.com Rafaela Gageiro Luchesi Soares rafaglsoares@gmail.com César Tavaniello Neto tavaniellocesar@gmail.com Bernardo Roveda berroveda@hotmail.com Josemara de Paula Rocha josemara.rocha@hotmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O tratamento farmacológico é muito frequente no controle clínico de cardiopatias, mas pode induzir à polifarmácia. É importante estudar a prevalência de cardiopatias e da farmacoterapia entre idosos jovens (60-79 anos) e longevos (80 anos ou mais). OBJETIVOS: Comparar o comportamento da prevalência de cardiopatia e uso de medicamentos em idosos e longevos. MÉTODOS: Estudo transversal descritivo e analítico relacionando dados das Pesquisas Nacionais de Saúde (PNS) de 2013 (CAAE 10853812.7.0000.0008) e 2019 (CAAE 11713319.7.0000.0008). Os participantes foram questionados quanto ao diagnóstico prévio de cardiopatia e uso de medicamentos. RESULTADOS: A frequência de participantes com diagnóstico de cardiopatias aumentou entre 2013 e 2019 tanto em idosos jovens (de 10,7% para 12%) quanto em longevos (15% para 19%). O uso de medicamentos para cardiopatias aumentou significativamente em idosos (72,3% para 81,3%, p &lt; 0,001) e em longevos não significativamente (87,2% para 88,8%, p = 0,167). Entre grupos etários, os longevos apresentaram maior percentual de farmacoterapia tanto em 2013 (p = 0,013) quanto em 2019 (p = 0,001). CONCLUSÃO: Observamos que a cardiopatia tem aumentado tanto em idosos quanto em longevos assim como o uso de medicamentos para essa condição. Apesar de não avaliada, a polifarmácia passa então a ser um tema pertinente à saúde de idosos e longevos cardiopatas. O uso inadequado de medicamentos pode induzir a sintomas colaterais importantes, mas a submedicação pode levar à instabilidade clínica de pacientes cardiopatas. Neste contexto a presença do médico geriatra é fundamental tendo esse o papel importante no uso racional de medicamentos.</span></p> 2022-05-26T12:46:23-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13580 AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSOS PRATICANTES DE EXERCÍCIOS FUNCIONAIS E VÔLEI ADAPTADO 2022-06-02T11:13:52-03:00 Gabriella Souza Oliveira Meireles Pimenta gabriellampimenta@hotmail.com Ester Teixeira Santos esterteixeirass@hotmail.com Heliard Rodrigues dos Santos Caetano heliard@unoeste.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A Organização Mundial da Saúde supõe que até 2025 a população mundial com 60 anos ou mais terá atingido 1,2 bilhões de pessoas e, em 2050, haverá dois bilhões de idosos. Diante disso, busca-se proporcionar hábitos saudáveis alternativos para minimizar possíveis patologias relacionadas ao processo de envelhecimento. Sendo assim, os benefícios da prática de exercícios físicos para idosos são indiscutíveis, pois propiciam mais saúde e independência funcional. OBJETIVO: Avaliar as capacidades funcionais em idosos praticantes de vôlei adaptado e circuito funcional. MÉTODOS: Foram incluídos 31 idosos, divididos aleatoriamente em dois grupos, Grupo Circuito Funcional (GCF=11) e Grupo Vôlei Adaptado (GVA=20), sendo realizados testes da American Alliance for Health, Physical Education Recreation and Dance (AAPHERD), para avaliar a aptidão funcional dos idosos. Para análise estatística foi utilizado teste de normalidade de Shapiro Wilk e o Teste de Student para comparação entre os grupos, o nível de significância adotado de p&lt;0,05. RESULTADOS: Os testes de AAPHERD que avaliam os componentes funcionais demonstraram significância estatística nos seguintes testes: Teste de sentar e levantar apresentou menor tempo para o GCF (12,36±1,43) quando comparado ao GVA (14,25±2,61) (p=0,03), enquanto o teste RESISFOR (p=0,01) mostrou que o GVA (21,7±5,66) obteve melhor resultado comparado ao GCF (16,45±3,93). CONCLUSÃO: Conclui-se que exercícios em circuito funcional e vôlei adaptado voltado para a população idosa contribuem melhorando a manutenção das capacidades funcionais dos idosos.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13630 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE CAUSAS DE MORTALIDADE GERIÁTRICA NO RIO GRANDE DO SUL EM 2020 2022-06-02T11:14:04-03:00 Pedro Anjo Nunes Neto pedro.neto@rede.ulbra.br Júlia Bittencourt Oliveira jbttencourt@outlook.com Pablo Eduardo Dombrowski pablodom@rede.ulbra.br Edinês Carolina Pedro edi_edines@hotmail.com Paula Bibiana Müller Nunes bibianamuller@yahoo.com.br <p>INTRODUÇÃO: A expectativa de vida da população gaúcha é crescente nas últimas décadas, aumentando a concentração da mortalidade nas faixas etárias mais elevadas. Há, portanto, uma mudança no perfil das doenças e nos determinantes causadores de morte. OBJETIVO: Analisar e quantificar óbitos de idosos no Rio Grande do Sul em 2020 de acordo com sua causa. MÉTODOS: Realizou-se estudo retrospectivo, quantitativo, incluindo dados de óbitos na faixa etária superior a 60 anos em 2020. Os dados foram obtidos pelo formulário eletrônico DataSUS. Criou-se banco de dados específico em Microsoft/Excel para análises referentes às variáveis de interesse. RESULTADOS: Constatou-se total de 31.296 mortes no intervalo. Dividiu-se os pacientes em 3 grupos de acordo com a idade. O primeiro grupo, entre 60 e 69 anos, teve como principal causa de mortes doenças infecciosas/parasitárias (2.632), seguida por neoplasias (1.757) e doenças do aparelho circulatório (1.552). O segundo grupo, entre 70 e 79 anos, teve a mesma causa principal, doenças infecciosas/parasitárias (3.126), seguida por doenças do aparelho respiratório (1.956) e por doenças do aparelho circulatório (1.872). O terceiro grupo, idade superior a 80 anos, teve mesma ordem do segundo, doenças infecciosas/parasitárias (3.420), seguido por doenças do aparelho respiratório (2.732) e por doenças do aparelho circulatório (2.029). &nbsp;CONCLUSÃO: Há predomínio da mortalidade por doenças infecciosas/ parasitárias nos 3 grupos, no entanto, após 70 anos, doenças do aparelho respiratório aparecem como segunda principal causa de morte, substituindo neoplasias. Os dados contribuem para o estabelecimento de estratégias de promoção de saúde em populações geriátricas possibilitando possíveis intervenções.</p> 2022-06-01T05:15:05-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13621 PERCEPÇÃO DE IDOSOS SOBRE UM PROGRAMA DE EXERCÍCIO FÍSICO ON-LINE NA PANDEMIA DE COVID-19 2022-06-02T11:14:02-03:00 Vanessa Dias Possamai possamai.vanessa@gmail.com Lúcia Faria Borges lucia.borges@ufrgs.br Priscilla Cardoso da Silva priscilla.cardoso@ufrgs.br Andrea Kruger Gonçalves andreakg@ufrgs.br <p><br><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A pandemia de COVID-19 fez com que a maioria das atividades físicas para idosos fossem alteradas do formato presencial para </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;">, devido a redução da propagação e contato com o novo coronavírus. OBJETIVO: Identificar a percepção dos idosos sobre um programa de exercícios físicos </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> durante a pandemia de COVID-19. METODOLOGIA: Participaram do estudo 127 idosos de um programa de exercício físico </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;">, estes responderam um questionário via Google forms após 10 meses de participação no programa, com questões (fechadas) sociodemográficas e sobre a percepção a prática de exercício físico </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;">. Foi realizada análise descritiva de frequência absoluta/relativa e análise categórica, Comitê Ética nº39.373</span><span style="font-weight: 400;">. RESULTADOS:</span><span style="font-weight: 400;"> A maioria dos participantes eram mulheres (94,5%, n=120), raça/etnia branca (83%, n= 106), casados (40%, n=52) ou viúvos (29,2%,n=38), nível superior de escolaridade (69,3%, n= 88), são aposentados (80%, n= 102)&nbsp; e renda de 1 a 3 salários mínimos (36%, n= 46). Quanto à permanência no programa físico, 50,4%(n=64) realizaram as atividades de modo assíduo com frequência igual e superior a 60% e, 49,6%(n=63) tiveram frequência inferior a 59%. Em relação à participação nas aulas e a percepção sobre as possíveis mudanças, os relatos abrangeram alterações nos aspectos físicos; sentir-se ativo e com saúde; qualidade de vida e; bem-estar físico e mental. CONCLUSÃO:</span><span style="font-weight: 400;"> Os idosos perceberam uma melhora do bem-estar físico, mental e social. </span><span style="font-weight: 400;">O exercício físico </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> foi importante neste momento de distanciamento e isolamento social para os idosos, ressaltando que esta prática é fundamental para manter-se ativo e com interação social.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13631 EDUCAÇÃO EM DOR E PILATES NO ENFRENTAMENTO DA DOR LOMBAR CRÔNICA EM ADULTOS E IDOSOS 2022-06-02T11:14:05-03:00 Maria Júlia da Cruz Souza mariasouza@estudante.ufscar.br Gabriela Oliveira Espósito gabrielaesposito@estudante.ufscar.br Otávio Augusto Fernandes Marques Bianco otavioafmb@gmail.com Mariane Marques de Campos marianemarquesc@gmail.com Karina Gramani Say gramanisay@ufscar.br <p>INTRODUÇÃO: Devido a influência negativa da Dor Lombar Crônica Inespecífica (DLCI) busca-se intervenções biopsicossociais que possam auxiliar no manejo da dor crônica. OBJETIVO: Identificar a influência da Educação em Neurociências da Dor (END) e do Método Pilates, associados a intervenções complementares, no tratamento da dor de adultos e idosos em ambiente virtual. MÉTODOS: Trata-se de um estudo experimental, longitudinal (CEP: 4.901.344/2021). Participaram 21 indivíduos, entre 18 e 75 anos, com DLCI por mais de seis meses, sem sintomas depressivos ou déficit cognitivo - rastreados pelo Inventário de Beck II e Mini Exame do Estado Mental. Foram excluídos aqueles com diagnóstico de Fibromialgia, Doença Inflamatória Ativa, fratura pregressa de coluna ou membros inferiores, neoplasias, esportistas regulares e aqueles que realizaram tratamento fisioterapêutico nos últimos seis meses ou tratamento cirúrgico para dor. Os participantes foram divididos em Grupo Adulto (n=10) e Grupo Idoso (n=11). Receberam três sessões de END, treze sessões do Método Pilates, cartilha com orientações sobre dor e prática de exercícios e intervenção com aplicativo educativo para dor. Foi avaliada a Intensidade da Dor, Conhecimento Neurofisiológico e Atitudes em relação à Dor. Foi realizado o teste de Shapiro-Wilk, Teste T-Student, T-pareado e U-Mann-Whitney e Wilcoxon (p≤0,05). RESULTADOS: Não houve diferença significativa intergrupos. Houveram diferenças positivas e significativas, na análise intragrupo, na intensidade dolorosa, emoção, controle, medicação, incapacidade e dano físico. CONCLUSÃO: Ainda que a idade não influencie significativamente nos desfechos estudados, as intervenções virtuais proporcionam alívio da dor e melhorias ao lidar com a dor crônica.</p> 2022-06-01T05:27:17-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13623 APTIDÃO FÍSICA DE IDOSOS CAIDORES PARTICIPANTES OU NÃO DE EXERCÍCIO FÍSICO ON-LINE NA PANDEMIA COVID-19 2022-06-02T11:14:02-03:00 Lúcia Faria Borges lucia.borges@ufrgs.br Vanessa Dias Possamai possamai.vanessa@gmail.com Priscilla Cardoso da Silva priscilla.cardoso@ufrgs.br Andrea Kruger Gonçalves andreakg@ufrgs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Neste momento de pandemia COVID-19, </span><span style="font-weight: 400;">o nível de atividade física da população idosa pode ter sofrido uma redução e consequentemente pode-se observar um aumento do número de quedas domiciliares. Assim, a busca pela prática de exercício físico </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> tornou-se uma alternativa de interação social e possibilidade de condicionamento físico durante o isolamento de idosos que já apresentaram quedas. OBJETIVO:</span><span style="font-weight: 400;"> Avaliar a aptidão física autorrelatada de idosos caidores participantes de um </span><span style="font-weight: 400;">programa de extensão universitária. MÉTODOS: Estudo transversal descritivo composto por</span><span style="font-weight: 400;"> 29 idosos caidores com </span><span style="font-weight: 400;">média de idade 75(±7anos) divididos entre os que realizavam exercício físico </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> há 10 meses (G1;n=13) e que não realizavam(G2;n=16) a partir de questionário </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> tipo likert sobre aptidão física (força muscular de membros inferiores/superiores-FMI/FMS; flexibilidade de membros inferiores/superiores-FLEXMI/MS; equilíbrio-EQ; resistência cardiorrespiratória-RC). Análise descritiva com frequência absoluta e relativa (IBM-SPSS®). Comitê Ética-Universidade nº parecer: 4.167.771. RESULTADOS: A maioria dos participantes do G1 classificou as variáveis FMI 76,9%(n=10), FMS 61,5%(n=8), FLEXMI/MS 69,2%(n=9) e RC 84,6%(n=11) como “muito boa”. Sobre EQ, 46,15%(n=6) avaliaram “ruim” e&nbsp; 38,5%(n=5) “muito bom”. No grupo G2, a maioria dos participantes avaliou a FMS, EQ e RC (56,25%;n=9) como “ruim”. Sobre FLEXMS, 50%(n=8) avaliaram como “muito boa”, FMI 43,75%(n=7) “muito boa” e 43,75%(n=7) “ruim”. Sobre a FLEXMI, 37,5%(n=6) avaliaram “muito boa”, 31,25%(n=5) “muito ruim” e&nbsp; 31,25%(n=5)“ruim”. CONCLUSÃO: O G1 apresenta uma melhor aptidão física autorrelatada comparado ao G2, podendo considerar o exercício físico </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> um dos responsáveis pela melhora e/ou manutenção do condicionamento físico neste momento de pandemia.&nbsp;</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13640 O PROGRAMA PRÓ-MAIOR E A PANDEMIA DE COVID-19: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENVELHECIMENTO BEM-SUCEDIDO 2022-06-02T11:14:06-03:00 Douglas Zanella Sbrissa douglaszspersonal@gmail.com Silvana Bianchi douglaszspersonal@gmail.com Jacinta Sidegum Renner douglaszspersonal@gmail.com Geraldine Alves dos Santos douglaszspersonal@gmail.com <p>INTRODUÇAO: O Programa Pró-Maior tem como premissa contribuir no processo de envelhecimento bem-sucedido de pessoas acima de 60 anos residentes no Município de São Leopoldo/RS. As atividades do programa ocorrem normalmente de forma presencial. Durante a Pandemia do Covid-19, o programa teve que ser reconfigurado sendo que as atividades passaram a ocorrer de forma remota. OBJETIVO: Compreender a percepção dos idosos quanto à efetividade das atividades realizadas de forma remota no programa. MÉTODO: Se caracteriza como um estudo aplicado, observacional descritivo e com análise de dados sob o paradigma qualitativo. O campo do estudo foi o Programa Pro-Maior da cidade de São Leopoldo/RS.&nbsp; O Grupo de colaboradores foi escolhido por conveniência e composto de 6 integrantes do Programa. O instrumento de pesquisa foi uma entrevista semiestruturada realizada via WhatsApp®. A análise e discussão foi realizada por categorização e triangulação RESULTADOS: Verificou-se que o Pró-Maior passou por diversas mudanças, desde a sua estrutura inicial para adaptar-se às necessidades do seu público. Com relação às narrativas dos entrevistados, foram formadas as categorias: “importância do programa na sua vida”, “importância da manutenção das atividades” e “dificuldades para manutenção das atividades”. Todos os entrevistados afirmaram sentir falta do convívio social imposto pelo distanciamento, reforçando a importância do programa nas suas vidas. CONCLUSÃO: As atividades oferecidas de forma remota, foram importantes de diversas formas, no entanto, a falta da presença, da proximidade e das trocas que só podem ser realizadas de forma presencial foi a maior e mais recorrente queixa.</p> 2022-06-01T17:18:25-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13624 COMPORTAMENTO DE IDOSOS SOBRE UM PROGRAMA DE EXERCÍCIO FÍSICO ON-LINE NA PANDEMIA DE COVID-19 2022-06-02T11:14:02-03:00 Priscilla Cardoso da Silva priscilla.cardoso@ufrgs.br Lúcia Faria Borges lucia.borges@ufrgs.br Vanessa Dias Possamai possamai.vanessa@gmail.com Andrea Kruger Gonçalves andreakg@ufrgs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O COVID-19 alterou a rotina, convívio social e hábitos de exercício físico principalmente nos idosos, devido ao isolamento social. Para amenizar os possíveis malefícios deste comportamento, o exercício </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> surgiu como alternativa. OBJETIVO: Investigar o comportamento de idosos ativos sobre exercício físico e a pandemia de COVID-19. MÉTODO: Estudo transversal descritivo com </span><span style="font-weight: 400;">42 </span><span style="font-weight: 400;">idosas (68±5anos) participantes de programa de exercício físico </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> da Universidade aberta para pessoas idosas (UNAPI ATIVA). Foi utilizado um questionário </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> sobre exercício físico e comportamento após 18 meses do início da pandemia. Análise estatística descritiva por frequência absoluta/relativa (Comitê Ética:4.167.771). RESULTADOS: Indicaram que 95%(n=40) realizavam exercício físico antes da pandemia, reduzindo para 71%(n=30) durante. Interesse no programa foi pelo bem estar físico 98%(n=41), mental 69%(n=29), social 55%(n= 23), aprendizagem 40%(n=17) e ocupação do tempo livre 29%(n=12). Sobre a pandemia, 67%(n=28) consideraram-se bem informados; 5%(n=2) foram infectados; 33%(n=14) relataram que familiar e 59%(n=25) amigos tiveram COVID-19. A respeito do isolamento social, 69%(n=29) consideraram-se bastante isolados, 24% (n=10) totalmente e 7%(n=3) mais ou menos. Em relação a vacina, 81%(n=34) estavam imunizados com as 2 doses, 17%(n=7) 1 dose, e uma idosa não tinha interesse. Sobre o receio de ser infectado, 45%(n=19) tem receio, 26%(n=11) nem pouco nem muito receio. CONCLUSÃO: Há um comportamento positivo sobre a prática de exercício físico durante a pandemia. Mesmo com a vacinação e o relaxamento das medidas protetivas, o isolamento e receio de serem infectados mantêm-se altos, podendo ser influenciados pelo conhecimento de pessoas próximas terem sido acometidas pelo COVID-19.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13632 O SUPORTE FAMILIAR DE NONAGENÁRIOS E CENTENÁRIOS DO AMPAL DURANTE A COVID-19. 2022-06-02T11:14:05-03:00 Aline Mendes da Rosa alinemdrosa@hotmail.com Julia de Freitas Machado juliadfmachado@hotmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Introdução</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Nonagenários e centenários, com elevadas taxas de comorbidades, necessitam de um maior suporte social. Este suporte pode estar comprometido durante a COVID-19.</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Objetivo</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Estudar a funcionalidade familiar durante a COVID-19 em 2020.</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Método</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Estudo transversal e analítico com nonagenários e centenários do projeto Atenção Multiprofissional ao Longevo. O suporte familiar foi medido pelo APGAR (cinco itens: ajuda recebida, compartilham problemas, apoio recebido, afeição recebida e tempo compartilhado).</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Os dados foram coletados por telefone entre maio e julho de 2020 e comparados com dados anteriores dos mesmos longevos. Observamos a relação das mudanças antes e durante os primeiros meses da COVID19 em cada item do APGAR com gênero, faixa etária e se mora sozinho.</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Resultados</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Entrevistados 55 participantes, 74% era mulher e 20% residia sozinho. A ajuda que recebeu diminuiu em 4% dos participantes e aumentou em 16% deles. Houve diminuição de 2% no compartilhamento de problemas, apoio recebido e afeição recebida. Entretanto, os participantes relataram uma diminuição de 40% do tempo com a família, maior nos com 90 a 94 anos (52% p=0,118) e morando sozinho (64% p=0,074).</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Conclusão</p> <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">Os nonagenários e centenários apresentaram bom apoio familiar, mas referiram diminuição do tempo que passam com os familiares, mesmo morando com a família. Essa diminuição do contato com familiares pode resultar em aumento de sintomas depressivos e de ansiedade.</p> 2022-06-01T05:38:39-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13625 LAZER DE IDOSOS EM CASA: O PRIMEIRO ANO DA PANDEMIA DE COVID-19 2022-06-02T11:14:03-03:00 Priscilla Cardoso da Silva priscilla.cardoso@ufrgs.br Vanessa Dias Possamai possamai.vanessa@gmail.com Lúcia Faria Borges lucia.borges@ufrgs.br Andrea Kruger Gonçalves andreakg@ufrgs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O COVID-19 impactou modificações no estilo de vida da população idosa. Estes foram os que mais sofreram com o distanciamento social, a solidão e os cuidados de saúde. Recomendações de órgão de saúde orientam a busca de atividades físicas e mentais, além do incentivo de práticas de lazer diversificadas para amenizar as possíveis consequências do confinamento. OBJETIVO: Identificar as atividades de lazer no tempo livre de idosos praticantes de exercício físico </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> no primeiro ano da pandemia de COVID-19. MÉTODO: Estudo transversal, exploratório e descritivo, com idosos ativos de um programa de extensão universitária através de questionário </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;">. Análise estatística descritiva de frequência absoluta/relativa.</span> <span style="font-weight: 400;">Comitê Ética nº39.373. RESULTADOS: Participaram 139 idosos (73±7média de idade) destes 92% (n=128) eram mulheres e 8%(n=11) homens. A maioria são divorciados/viúvos (52%, n=72), moram acompanhados (57%, n=79), aposentados (88%, n=122) e escolaridade ≥12 anos (67%, n=93). Questionados sobre o tempo livre, </span><span style="font-weight: 400;">52,5%(n=73) referiram a leitura; 36,7%(n=51) assistir televisão; 25,2%(n=35) trabalhos manuais; 22,3%(n=31) trabalhos domésticos; 13,7(n=19) uso de tecnologia (conversas virtuais,</span><em><span style="font-weight: 400;"> lives</span></em><span style="font-weight: 400;">,...); 10,8% relação familiar; 10,1% (n=14) jogos; 9,4% (n=13) jardinagem; 9,4% (n=13) descanso; 7,9% atividade física; 7,9% (n=11) passeios (compras, animais); 7,2% (n=10) culinária; 6,5% (n=9) cursos; 4,3% (n=6) dançar/cantar/ouvir música; e 1,4% (n=2) trabalho voluntário. </span><span style="font-weight: 400;">CONCLUSÃO: Tempo livre está relacionado ao lazer nas atividades culturais, artesanais e relações sociais. Mostrando-se presente o uso da tecnologia e a dificuldade de definir o lazer no tempo fora das obrigações pessoais (limpeza da casa e cuidados de familiares).</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13634 ATITUDES DE RESPONSABILIDADE FILIAL E COMPORTAMENTOS DE CUIDAR DE FILHOS CUIDADORES DE IDOSOS 2022-06-02T11:14:05-03:00 Marines Aires maires@uri.edu.br Marília Bruna Murari mariliabmurari@hotmail.com Laísa Cargnin pc.marcelalaisa@gmail.com Letice Dalla Lana leticelana@unipampa.edu.br Lisiane Manganelli Girardi Paskulin lpaskulin@hcpa.edu.br Naiana Oliveira dos Santos naiaoliveira07@gmail.com Carolina Baltar Day carolinabday@gmail.com Fernanda Lais Fengler Dalpizzol fenglerfernanda@gmail.com <p><strong>I</strong><strong>ntrodução:</strong> A responsabilidade filial é uma norma social relacionada ao comportamento dos filhos no cuidado aos pais idosos. <strong>Objetivos: A</strong>nalisar a associação entre atitudes de responsabilidade filial e comportamentos de cuidar de filhos cuidadores de idosos em uma região do Noroeste do Rio Grande do Sul<strong>. </strong>&nbsp;<strong>Métodos:</strong> Estudo transversal com amostra de 100 filhos&nbsp;da Região Noroeste do Rio Grande do Sul. A coleta de dados foi realizada por meio da entrevista no domicílio por meio do protocolo de responsabilidade filial. As atitudes de responsabilidade filial foram avaliadas pelas escalas de Expectativa Filial e Dever Filial e os comportamentos por meio das escalas de Atividades Básicas (AVDs) e Instrumentais da vida Diária (AIVDs), apoio emocional, companhia e apoio financeiro. A análise inferencial foi realizada com base na correlação de Pearson. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa (1.997.406). <strong>Resultados:</strong> Houve predomínio de filhas cuidadores (63%), casadas (68%) com média de idade 48,7 ± 11,0, 49% residia com o idoso. As atitudes de expectativa filial apresentaram associação estatisticamente significativa com o comportamento de cuidar em relação a ajuda nas AIVDs (p =0,007). <strong>Conclusão: </strong>Tais achados demonstram que os filhos cuidadores que ajudam nas AIVDs apresentaram escores significativamente mais baixos de expectativa filial. Os resultados fornecem subsídios para a Enfermagem no processo de cuidar do idoso e cuidador bem como para o planejamento de um cuidado integral.</p> 2022-06-01T05:52:06-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13626 CLASSIFICAÇÃO DE PRIORIDADE PARA CONSULTAS AMBULATORIAIS DE IDOSOS EM SISTEMA DE REGULAÇÃO INFORMATIZADO 2022-06-02T11:14:03-03:00 Karen Chisini Coutinho Lütz karenchisini@gmail.com Lisiane Manganelli Girardi Paskulin paskulin@ufrgs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Sistemas informatizados de regulação permitem definir prioridades no atendimento baseadas em protocolos, possibilitando equidade no acesso aos serviços de saúde. Conhecer como estas priorizações se dão entre pacientes idosos pode apoiar os gestores na operacionalização de políticas destinadas a este grupo etário. OBJETIVO: Verificar a associação entre a classificação de prioridade de consultas ambulatoriais de idosos por sexo e grupo etário. MÉTODOS: Estudo transversal analítico com dados secundários de 81.760 solicitações de consultas no sistema Gerenciamento de Consultas (GERCON) em 2019. Incluídos atendimentos de idosos residentes em Porto Alegre e excluídos registros de retorno e duplicados. Foram considerados idosos jovens até 79 anos e longevos com 80 anos ou mais. A prioridade é definida por cores (vermelho, laranja, amarelo, verde e azul), realizada na solicitação e na regulação das consultas. Utilizado teste qui-quadrado, complementado pela análise dos resíduos ajustados. Projeto&nbsp;aprovado</span><strong>&nbsp;</strong><span style="font-weight: 400;">por Comitê de Ética em Pesquisa (30418320.0.3001.5338). RESULTADOS: Na solicitação, a cor azul (44,1%) predominou entre os idosos jovens (47,3%) e as mulheres (45,9%) (p&lt;0,001). A cor verde apresentou maior proporção nos longevos (13%) (p&lt;0,001) e a vermelha nos homens (22,5%) (p=0,002). Na regulação, a cor amarela (35,6%) predominou nos idosos jovens (37%) e mulheres (37%) (p&lt;0,001). Longevos mantiveram maior proporção de classificação verde (8,6%) e homens na vermelha (14,3%) (p&lt;0,001). CONCLUSÃO: O grau de prioridade foi elevado pelo regulador que identificou maior gravidade e necessidade de atendimento em menor tempo. Os homens mantiveram a prioridade mais urgente e os longevos a pouco urgente em ambas as avaliações.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13615 DETERMINANTES DO COMPORTAMENTO LONGITUDINAL DA HABILIDADE FUNCIONAL EM LONGEVOS 2022-06-02T11:14:01-03:00 Josemara de Paula Rocha rocha.josemara.paula@gmail.com Viviane Maura Rubert vivirubert@hotmail.com Renata Breda Martins nutri.renatamartins@gmail.com Liziane da Rosa Camargo lizicamargo.nutri@gmail.com Marlon Cássio Pereira Grigol marlonfisio@gmail.com Ana Paula Tiecker anapaulatiecker@hotmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">INTRODUÇÃO: Ações estratégicas voltadas para a capacidade funcional na longevidade devem compreender determinantes da manutenção das habilidades funcionais, componente importante do envelhecimento bem-sucedido. OBJETIVO: Investigou-se a mudança anual na facilidade em atividades funcionais (AF) em longevos e determinantes dentre Desfechos Clínicos Adversos em Saúde (DCAS), indicadores de síndromes geriátricas (ISG) (polifarmácia, multimorbidade e recorrência de quedas), características sociodemográficas, da função cardiorrespiratória, metabólica (sinais, sintomas, microespirometria, manuvacuometria e dosagem de peptídeo natriurético atrial do tipo B) e atividades diárias (CAAE 57390716.3.0000.5336). MÉTODOS: Incluiu-se longevos (≥87 anos) porto alegrenses, não-institucionalizados, sem hospitalização recente, deambuladores independentes com ≥16 pontos no Miniexame do Estado Mental. A diferença percentual do escore da avaliação inicial e final (1 ano) da facilidade em 12 atividades graduadas em: 0=não conseguir, 1=difícil, 2=mais ou menos fácil, e 3=fácil foi associada pelo teste de qui-quadrado, análise de variância e regressão linear simples e ajustada aos determinantes. RESULTADOS: Participaram 96 longevos, 65 mulheres, média de 92,5±3,04 anos. No modelo final, apenas obesidade, quedas e atendimentos médicos recorrentes e número de medicamentos permaneceram associados à mudança anual da facilidade em AF. Obesidade correlacionou-se com declínio na facilidade de 10,85% (p=0,018), quedas, -3,52% (p=0,007) e atendimentos, -3,90% (p=0,001). Cada medicamento a mais correlacionou-se a um aumento de 1,66% nessa taxa (p=0,002). CONCLUSÃO: Quedas e atendimentos médicos, assim como na literatura com idosos mais jovens, associaram-se com declínio funcional. Obesidade e número de medicamentos correlacionaram-se diferentemente com essa mudança, que estudos anteriores, reforçando a necessidade de abordar diferenciadamente essas variáveis nos longevos.</p> 2022-06-01T02:36:54-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13612 SAÚDE ORAL E ESTADO NUTRICIONAL DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS EM DUAS CIDADES BRASILEIRAS 2022-06-02T11:14:00-03:00 Christina Cotrim chriscotrim.nutri@gmail.com Laíse Rodrigues dos Santos laisers@gmail.com Anna Karla Carneiro Roriz karlaroriz@hotmail.com Carine de Sousa Andrade carine.andrade@gmail.com Henrique Salmazo henriquesalmazo@gmail.com Lilian Barbosa Ramos lilianbramos@gmail.com <p><strong>INTRODUÇÃO</strong><span style="font-weight: 400;">: No âmbito institucional, diversos aspectos interferem na qualidade de vida dos idosos, dentre eles a condição de saúde, a qual pode influenciar no estado nutricional. Nessa perspectiva, há necessidade de mais estudos com ênfase na condição de saúde oral dessa população. </span><strong>OBJETIVO: </strong><span style="font-weight: 400;">Investigar a condição de saúde oral e o estado nutricional de idosos institucionalizados. </span><strong>MÉTODOS: </strong><span style="font-weight: 400;">Estudo transversal, multicêntrico, com idosos ≥60 anos, de ambos os sexos, residentes em Instituições de Longa Permanência, localizadas em Salvador - BA e em Brasília – DF. A condição de saúde oral foi avaliada pelo exame clínico intra oral e a auto percepção da saúde oral, pelo GOHAI (General Oral Health Assessment Index). A avaliação do estado nutricional foi realizada pela MAN (Mini Avaliação Nutricional). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética sob o nº. 3.793.529. </span><strong>RESULTADOS</strong><span style="font-weight: 400;">: O sexo feminino representou 58,7% da amostra e a média de idade foi 76 anos (DP:9,98). Quanto ao estado nutricional, 60,9% dos residentes estavam desnutridos ou em risco de desnutrição. A baixa percepção da saúde oral se mostrou presente em 80,4% dos idosos, sendo mais prevalente entre as mulheres (56,8%). Observou-se a prevalência de 71,7% dos idosos com edentulismo e 45,7% em uso de prótese mal adaptada. </span><strong>CONCLUSÃO: </strong><span style="font-weight: 400;">Os</span> <span style="font-weight: 400;">idosos, em sua maioria, apresentavam condição de saúde oral inadequada e desequilíbrio nutricional. Há que direcionar estratégias integradas preventivas e de tratamento no campo de nutrição e odontologia para idosos institucionalizados.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13622 SUSPENSÃO DE VISITAS A IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS COMO ESTRATÉGIA DE PREVENÇÃO DA COVID-19 EM MINAS GERAIS 2022-06-02T11:14:03-03:00 Tatiana Texeira Barral de Lacerda tatiana.barral@yahoo.com.br Marcella Guimarães Assis nataliahorta@pucminas.br Karla Cristina Giacomin kcgiacomin@hotmail.com Vitória Nunes vitorianunesfisio@gmail.com Luiza Gabriele Dutra Duarte luizagabrieledd@gmail.com Ana Paula Rodrigues Gonçalves rodriguesanapaula988@gmail.com Leani Souza Máximo Pereira leanismp.bh@gmail.com Leani Souza Máximo Pereira leanismp.bh@gmail.com <p>INTRODUÇÃO: A pandemia provocada pela COVID-19 exigiu atenção à população mais vulnerável, especialmente o idoso institucionalizado, em decorrência da maior prevalência de comorbidades pré-existentes e das características inerentes a uma moradia coletiva.&nbsp; Diante disso, medidas preventivas restritivas precisaram ser adotadas visando à redução do contágio, incluindo a suspensão de visitas de familiares e da comunidade em geral nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI). OBJETIVO: Investigar a adoção dessa medida restritiva nas Instituições de Longa Permanência para idosos do Estado de Minas Gerais (MG)/Brasil. MÉTODOS: Estudo transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da PUC Minas (Parecer n° 4.427.965). Todas as&nbsp; instituições mapeadas em Minas Gerais foram convidadas a participar da pesquisa, respondendo ao formulário eletrônico disponibilizado de janeiro a julho de 2021. RESULTADOS: Participaram do estudo 164 ILPI do Estado de MG, sendo 120 delas de caráter filantrópico e 44 privadas. Dessas instituições 95,7% relataram ter suspendido as visitas de familiares e da comunidade. Desde o início da Pandemia, orientações vêm sendo dadas por diversos órgãos governamentais, entidades científicas, movimento voluntário e profissionais de saúde, com destaque para as recomendações da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e da Frente Nacional de Fortalecimento às ILPI (FN-ILPI). CONCLUSÃO: É possível concluir que a grande maioria das ILPI investigadas&nbsp; tem adotado as orientações referentes à suspensão de visitas. A conclusão do esquema vacinal de idosos e funcionários, a redução do número de casos na população em geral são fatores que contribuem para avaliação planejada do retorno das visitas.</p> 2022-06-01T03:26:42-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13614 CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS E DOENÇAS AUTORREFERIDAS EM IDOSOS AVALIADOS PELO ESTUDO SAPPA NO AMAZONAS 2022-06-02T11:14:00-03:00 Johrdy Amilton da Costa Braga johrdybraga@gmail.com Adriano Carvalho de Oliveira acofisioufam@gmail.com Italo Amorim de Carvalho italo.carvalho1413@gmail.com Elisa Brosina de Leon elisadleon@ufam.edu.br Hércules Lázaro Morais Campos herculeslmc@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A diabetes mellitus do tipo 2 é forma mais comum dessa doença, responde por 90-95% do casos. É uma das doenças crônicas que mais acomete os idosos no Brasil. O “Estudo da Saúde na Atenção Primária da População Amazônica” (SAPPA) fornece dados sobre a saúde dos idosos com diabetes mellitus tipo 2 atendida pela atenção primária no estado do Amazonas. OBJETIVO: Descrever as características sociodemográficas e doenças auto referidas em idosos avaliados pelo estudo SAPPA no interior do Amazonas. MÉTODOS: Estudo transversal; aplicou-se um questionário sociodemográfico juntamente com o Índice de Comorbidade Funcional e o Autorrelatado de Saúde Percebida. CAAE: 25030719.4.0000.5020. RESULTADOS: A maioria dos idosos são do sexo feminino 70,6% (278); 51,5% (203) possuem entre 60-69 anos e são classificados como idosos jovens; 52,0% (205) são casados, 74,6% (294) são pardos; 95% (299) são aposentados embora 75,1% (296) referem trabalhar. A renda da maioria dos idosos é de 1 salário-mínimo 31,2% (123); 43,1% (170) dos idosos são analfabetos. As três doenças mais prevalentes mencionadas foram: artrite/artrose com 29,4% (116), osteoporose com 21,6% (85) e asma com 15% (59). Os problemas de saúde autorrelatados mais prevalentes foram: 48% (189) não se lembrar de fatos recentes, 37,8% (149) incontinência urinária nos últimos 12 meses e 34,8% (137) dor crônica nos últimos 12 meses. Quanto ao IMC, 36,3% (143) apresentam sobrepeso. CONCLUSÃO: Os idosos possuem baixa escolaridade e renda, possuem comorbidades e apresentam sobrepeso além do diabetes mellitus do tipo 2 que podem interferir diretamente na sua saúde global e funcionalidade.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13627 PREVENÇÃO DE QUEDAS NA UBS EM IDOSOS JOVENS E LONGEVOS - PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE, 2019 2022-06-02T11:14:04-03:00 Bernardo Roveda berroveda@hotmail.com César Tavaniello Neto cesartavaniello@hotmail.com Henrique Freire Zaffari hzaffari@gmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">INTRODUÇÃO: A queda no idoso é um evento preocupante, podendo causar incapacidade e morte. Deste modo, profissionais da saúde devem orientar os idosos sobre a prevenção de quedas. OBJETIVO: Comparar a abordagem da prevenção de quedas durante consultas entre idosos jovens e longevos. MÉTODOS: Estudo transversal descritivo e analítico com dados da PNS de 2019, a qual abrange todo o território nacional em uma amostra representativa da população brasileira avaliada em domicílios particulares. Foram entrevistados 43554 idosos, sendo que 3238 (7,4%) foram atendidos na última consulta em uma UBS, tornando-se elegíveis para responder se, durante a última consulta, receberam ou não orientações sobre como prevenir as quedas. A faixa etária e a variável dependente teve sua associação testada pelo qui-quadrado, aceitando p significativo &lt;0,05. RESULTADOS: Foram avaliados 2893 idosos jovens e 345 longevos. No total, 38,1% dos idosos responderam “com certeza sim”, sendo 46,4% dos longevos e 37,1% dos idosos jovens. A opção “provavelmente sim” foi escolhida por 25% dos entrevistados. A opção “com certeza não” esteve presente em 20,5% das respostas, sendo escolhida por 21,2% dos idosos jovens e 15,1% dos longevos. Os resultados obtiveram significância estatística (p&lt;0,05). CONCLUSÃO: A prevenção de quedas durante a consulta não foi abordada em parte expressiva dos entrevistados, especialmente no grupo dos idosos jovens. Apesar disso, a maior parte dos idosos tiveram essa questão presente em suas consultas, o que pode contribuir para a redução do risco de acidentes graves e que ameaçam a perda da funcionalidade e da qualidade de vida.</p> 2022-06-01T04:08:17-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13616 CARACTERIZAÇÃO SOCIODEMOGRÁFICA E DE CAPACIDADE FUNCIONAL EM IDOSOS PÓS AVE NO INTERIOR DO AMAZONAS 2022-06-02T11:14:00-03:00 Johrdy Amilton da Costa Braga johrdybraga@gmail.com Adriano Carvalho de Oliveira acofisioufam@gmail.com Lorena Forte Leão lorenna_leao@hotmail.com Rebeca Evangelista Folhadela rebecafolhadela@hotmail.com Maria Helena Ribeiro de Checchi mariahelenard@hotmail.com Elisa Brosina de Leon elisadleon@ufam.edu.br Hércules Lázaro Morais Campos herculeslmc@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é a segunda maior causa de mortes no mundo. Essa condição de saúde é responsável por deixar sequelas neurológicas permanecentes na maioria das pessoas acometidas. A diminuição a capacidade funcional pós AVE é fator fundamental para independência e a demanda de cuidados aos idosos. OBJETIVO: Caracterizar os dados sociodemográficos e a capacidade funcional de idosos pós-AVE no interior do Amazonas. MÉTODOS: Estudo transversal com 50 idosos com idade ≥60 anos, ambos os sexos, acometidos por AVE, avaliados em seus domicílios. Aplicou-se o questionário para os dados sociodemográficos e usou-se a Escala de </span><em><span style="font-weight: 400;">Rankin</span></em><span style="font-weight: 400;"> (ER). CEP: 08021219.1.0000.5020. Utilizou-se o programa </span><em><span style="font-weight: 400;">Microsoft Excel</span></em><span style="font-weight: 400;"> (versão 2016) e o PAST (</span><em><span style="font-weight: 400;">Paleontological Statistics Software Package for Education and Data Analysis</span></em><span style="font-weight: 400;">) versão 3.1 para a realização da tabulação e análise estatística, respectivamente. RESULTADOS: 72% (36) são do sexo masculino, 36% (18) tinham entre 70 a 79 anos, 50% (25) são analfabetos, 82% (41) são aposentados, 88% (44) recebem um salário mínimo, 46% (23) mora com cônjuge, 80% (40) são hipertensos, 70% (30) relatam ser ex-fumantes, 96% (48) relatam não fazer uso de álcool, 12% (6) tiveram dois episódios de AVE, 28% (14) não tinham deficiência significativa pela ER, CONCLUSÃO: Os idosos possuem baixa escolaridade e renda, são dependentes, possuindo moderada limitação de sua capacidade funcional.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13628 INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA: DESAFIOS PARA O CUMPRIMENTO DA RESOLUÇÃO COLEGIADA DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA 2022-06-02T19:48:35-03:00 Natália de Cássia Horta nataliahorta@pucminas.br Regiane Helena Medeiros Braga regibraga04@gmail.com Júlia das Graças Rodrigues de Almeida jgralmeida28@gmail.com Marco Aurélio Santos Pereira marcoaureliosrm@gmail.com Marina Celly Martins Ribeiro de Souza marinacelly.souza@gmail.com <p>INTRODUÇÃO: As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) têm seu funcionamento mínimo regido por Resolução de Diretoria Colegiado (RDC) preconizada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ligeiramente alterada em 2021. OBJETIVO: Descrever as dificuldades enfrentadas pela ILPI para seguimento da RDC. MÉTODOS: Pesquisa-ação realizada com gestores de 10 ILPI, filantrópicas e privadas de Minas Gerais. Dados coletados por videoconferências, formulários eletrônicos e entrevistas, de agosto de 2020 a julho de 2021, com análise descritiva dos achados. RESULTADOS: O principal dificultadores para o seguimento da resolução é a escassez de recursos financeiros e apoio governamental que trazem repercussões diretas na adequação da estrutura física seja para alimentação, lazer, higiene e conforto e hospedagem, eixos de análise deste estudo.&nbsp; Além disso, na repercussão quanto à conformação e recomposição da equipe no contexto da pandemia com impacto na qualidade do cuidado, também analisados. Nas instituições filantrópicas, o fato da maioria oferecer os cuidados desde antes de 2005, ano da primeira versão da RDC, e terem um&nbsp; número maior de residentes reforça este desafio, mas sem desconsiderar o grande impacto da COVID-19 na situação financeira das instituições privadas. CONCLUSÃO: Ter uma regulamentação com o padrão mínimo para funcionamento é tão imprescindível quanto a criação de estratégias de apoio financeiro para as ILPI. Destaca-se a distância existente entre o previsto e a realidade das instituições, agravado pela pandemia e a escassez de apoio governamental que impactam na garantia da qualidade do cuidado prestado aos residentes.</p> 2022-06-01T04:42:27-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13617 A QUALIFICAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS NO BRASIL 2022-06-02T11:14:01-03:00 Elisa Guimarães de Figueiredo elisa@facile.com.br Attílio Fernandes De Moro attiliofmoro@gmail.com Maria Teresinha de Oliveira Fernandes mtofernandes@gmail.com Roberta Andrade e Barros roberta.andrade.barros@gmail.com Tatiana Cristina Lopes tati-cristia@hotmail.com <p><strong>INTRODUÇÃO:</strong><span style="font-weight: 400;"> O advento da COVID-19 e os impactos de mortes em massa em Instituições de Longa Permanência (ILPI) no Brasil despertaram várias entidades para as políticas de proteção e cuidado voltadas para os idosos, o que justifica e torna relevante essa temática. </span><strong>OBJETIVO:</strong><span style="font-weight: 400;"> discutir políticas públicas para idosos e as Resoluções da Diretoria Colegiada (RDC) na qualificação das ILPI para o cuidado e proteção desses idosos no Brasil. </span><strong>MÉTODOS:</strong><span style="font-weight: 400;"> Trata-se de estudo qualitativo do tipo análise documental e revisão integrativa. A coleta de dados ocorreu entre julho/agosto de 2021 em </span><em><span style="font-weight: 400;">sites</span></em><span style="font-weight: 400;"> governamentais e nos bancos de dados da BVS. Na primeira etapa do estudo, foram analisadas</span> <span style="font-weight: 400;">as publicações desde a RDC 283/2005 até a RDC 502/2021, período contido no marco temporal de 1994 a 2021 da série histórica</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">das políticas públicas de saúde para idosos no Brasil. Na segunda etapa, foi realizada uma revisão integrativa sobre a temática em questão nesse delineamento temporal. A discussão desenvolveu-se à luz do arcabouço político, fundamentos técnicos e legais que orientam o cuidado às pessoas idosas institucionalizadas. </span><strong>RESULTADOS:</strong><span style="font-weight: 400;"> Manter o cuidado e a proteção do idoso institucionalizado dependem significativamente da alocação de recursos, qualificação de gestores, conhecimento da legislação pelas ILPI e pelos profissionais dessas instituições, ênfase na presença da Vigilância Sanitária em Saúde e representações colegiadas. </span><strong>CONCLUSÃO:</strong><span style="font-weight: 400;"> Espera-se que sociedade, Estado, famílias e gestores de IPLI integrem ações que contemplem a heterogeneidade desses serviços para a proteção e cuidados dos idosos pelo país e condições das ILPI evidenciadas pela pandemia com as interdições.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13629 COVID-19 E AS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS 2022-06-02T11:14:04-03:00 Patrícia Fonseca Martins patimartins94@gmail.com Thaís Chiarello Lopes thaischiarello@hotmail.com Bárbara Belmonte Bedin barbarabbedin@hotmail.com Giulia Goulart dos Santos giuliagoulart@outlook.com Gabrieli Billo Furtado gabrielibillo@gmail.com Eduarda Ritter de Lima eduardahitter2015@gmail.com Mariana Avila Monte marianamavila12@gmail.com Claudete Moreschi clau_moreschi@yahoo.com.br <p><strong>INTRODUÇÃO:</strong> As instituições de longa permanência para idosos (ILPIs) representam preocupação em relação a infecção pelo COVID-19, a síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2). Este momento pandêmico reforçou a necessidade do cuidado qualificado, e seguro, tornando-se fundamental a capacitação dos profissionais que realizam assistência a estas pessoas. <strong>OBJETIVO:</strong> Identificar a produção científica existente acerca da pessoa idosa e a pandemia por Covid-19 em ILPIS. <strong>MÉTODOS:</strong> Revisão Narrativa da literatura, realizada na base de dados Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), em agosto de 2021, com os descritores “idoso” and “COVID-19” and “assistência” and “ILPIS”. Foram incluídos artigos na íntegra, que abordam a temática pesquisada. O corpus final da revisão foi composto por 02 artigos. <strong>RESULTADOS:</strong> As duas produções analisadas são artigos de reflexão, provenientes de periódicos nacional.&nbsp; Os estudos refletiram sobre o despreparo dos profissionais, gestão, espaço físico, dificuldade de aquisição de Equipamento de Proteção Individual e testes do SARS- COV2, assim a população idosa está mais suscetível a contrair a COVID- 19, essas dificuldades tem impacto direto em ILPIs com poucos recursos, instituições estas que são destinadas a um cuidado integral, destinada a domicilio coletivo, onde está mais sujeito a contrair a COVID- 19, colocando em risco a saúde da pessoa idosa e profissionais. <strong>CONCLUSÃO:</strong> É possível observar diversas falhas neste contexto, e assim surge a necessidade da elaboração de planos estratégicos para o enfrentamento nesta situação, e também, o incentivo de maior investimento por parte da gestão das ILPIs, sejam elas privadas ou não.</p> 2022-06-01T05:05:22-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13618 BARREIRAS PARA A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA ON-LINE DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 2022-06-02T11:14:01-03:00 Vanessa Dias Possamai possamai.vanessa@gmail.com Priscilla Cardoso da Silva priscilla.cardoso@ufrgs.br Lúcia Faria Borges lucia.borges@ufrgs.br Andrea Kruger Gonçalves andreakg@ufrgs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A pandemia COVID-19 impactou a vida da população idosa em diferentes aspectos, entre eles, o comportamento frente à realização de atividade física. Com o distanciamento social, os locais de sua prática foram adaptados do formato presencial para o formato virtual, implicando na adesão ou não à prática de atividade física. OBJETIVO: Analisar as barreiras para não adesão a um programa </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;"> de atividade física para idosos na pandemia de COVID-19. MÉTODOS: Estudo descritivo observacional com 222 idosos participantes de um programa de extensão universitária presencial com média de idade de </span><span style="font-weight: 400;">75</span><span style="font-weight: 400;">±</span><span style="font-weight: 400;">7 anos. </span><span style="font-weight: 400;">Foi aplicado um questionário </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;">, enviado via aplicativo WhatsApp, com questões sobre a inserção no programa. As respostas foram analisadas por agrupamentos e categorizadas, posteriormente, foi realizada a distribuição de frequência e percentual. </span><span style="font-weight: 400;">Comitê de Ética-Universidade(nº39.373). RESULTADOS: Dos 222 idosos, 57%(n=127) aderiram às aulas on-line e 43%(n= 95) não aderiram. As principais barreiras para a não adesão foram 6,3%(n=6) limitação de tempo, 8,4% (n=8) opção individual, 7,3%(n=7) ausência de conhecimento das aulas </span><em><span style="font-weight: 400;">on-line</span></em><span style="font-weight: 400;">, 14,7%(n=14) preferências pelas aulas presenciais e pouca de motivação, 23,2%(n=22) falta de interesse na tecnologia (facebook) associado a limitação a internet, 17,9%(n=17) problemas de saúde e/ou dor e 22,2%(n=21) não justificaram. CONCLUSÃO: As principais barreiras encontradas estão associadas a falta de interesse e limitações quanto ao uso da internet/tecnologia. Reforçando a dificuldade dos idosos em acessarem e se adaptarem às novas tecnologias, acarretando a preferência por atividades de modo presencial.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13603 ESTRESSE E CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO EM IDOSOS DA COMUNIDADE 2022-06-02T11:13:57-03:00 Keika Inouye keikain@ufscar.br Pedro Henrique Machado Guiesi pedroguiesi@estudante.ufscar.br Pedro Grazziano pedrograzziano@estudante.ufscar.br Yasmin Caroline Vilela da Silva yasminvilela@ufscar.br Élen dos Santos Alves elendutra23@gmail.com Marcela Naiara Graciani Fumagale Macedo marcelagracianivest@hotmail.com Grazielle Ferreira Iroldi grazielleiroldi@estudante.ufscar.br Ariene Angelini dos Santos Orlandi ariene@ufscar.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">INTRODUÇÃO: A capacidade de lidar de forma positiva frente às mudanças impostas pelo envelhecimento é importante para o enfrentamento de eventos estressores. OBJETIVO: Identificar relação entre estresse e a capacidade de lidar com as mudanças de idosos da comunidade. MÉTODOS: A amostra foi composta por idosos cadastrados em cinco Unidades de Saúde da Família do município de São Carlos (SP). Para a coleta de dados, foram utilizados os seguintes instrumentos: Questionário de Caracterização, Escala de Estresse Percebido e questão específica sobre percepção de estar “lidando bem com as mudanças importantes que estão ocorrendo em sua vida”. Foram realizadas análises estatísticas descritivas e correlacional (Teste de Spearman). RESULTADOS: Dos 123 idosos entrevistados, 54,5% eram do sexo feminino (n=67). A média das idades foi de 69,88 anos (Q<sub>2</sub>=70, DP=6,92), de escolaridade foi de 3,03 anos (Q<sub>2</sub>=3, DP=2,92) e da renda familiar foi de R$2.328 (Q<sub>2</sub> =2.000, DP=1.122). A maior parte da amostra era casada (n=114, 92,7%). O escore total de estresse foi de 23,89 (Q<sub>2</sub>=24, DP=9,77). Em relação ao sentimento de lidar bem com as mudanças da vida, 55,2% (n=68) responderam “nunca” ou “quase nunca”, 29,3% (n=36) relataram “às vezes” e 15,5% (n=19) afirmaram “quase sempre” ou “sempre”. A análise correlacional entre estresse e a capacidade de lidar com as mudanças foi significativa, diretamente proporcional e de magnitude moderada (rho=0,565, p&lt;0,001). CONCLUSÃO: Conclui-se que quanto pior a percepção dos idosos em relação à capacidade de lidar com as mudanças que ocorrem na vida, mais elevado é o nível de estresse.</p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13604 CAPACIDADE FUNCIONAL DE USUÁRIOS DIABÉTICOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS. 2022-06-02T11:13:58-03:00 Lunna Nascimento Barroso barrosolunna@gmail.com Rosana Caldas Rêgo de Queiroz rosana_queiroz_182@hotmail.com Ítalo Carvalho italo.carvalho1413@gmail.com Hércules Lázaro Morais Campos herculeslmc@hotmail.com Elisa Brosina de Leon elisadleon@ufam.com.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O aumento da expectativa de vida da população acarreta importantes mudanças no perfil da população e, nesse contexto, também se altera o perfil epidemiológico, onde as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) somam-se às doenças transmissíveis, como o </span><em><span style="font-weight: 400;">Diabetes Mellitus tipo 2 </span></em><span style="font-weight: 400;">(DM2). O DM2 pode causar diversas alterações no cotidiano, não só pelos efeitos fisiológicos da doença, mas também pela falta de mudanças comportamentais, o que pode trazer prejuízos a funcionalidade. OBJETIVO:</span><span style="font-weight: 400;"> Investigar a capacidade funcional de usuários idosos com DM2 na Atenção Primária em Saúde residentes de municípios da Região Metropolitana de Manaus (RMM).METODOLOGIA: Trata-se de um estudo transversal observaciona com 289 idosos com DM2 atendidos pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em sete municípios da RMM. O desempenho funcional foi avaliado através do </span><span style="font-weight: 400;">Short Physical Performance Battery (SPPB). Foi utilizada análise estatística com o teste qui-quadrado, sendo p ≤ 0,05 o nível de significância adotado. O escore alcançado classificou os idosos em boa capacidade funcional, moderada, baixa e ruim/incapacidade funcional. RESULTADOS: Idosos com 80 anos ou mais apresentaram pior capacidade funcional (23,68% e p&lt; 0,0001). Indivíduos com menor/sem escolaridade apresentaram um índice mais significativo de capacidade funcional ruim ou incapacidade (11,76%; p=0,004). Em contrapartida, foi observado que indivíduos com boa capacidade funcional estudaram entre 9 e 11 anos (67,74%) e 12 anos ou mais (40%).CONCLUSÃO: Os dados obtidos reforçam que idade avançada e escolaridade podem contribuir para diminuição ou perda da capacidade funcional de idosos diabéticos assistidos pelas UBS da RMM.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13605 O SENESCENTE NIPÔNICO E O VOLUNTARIADO 2022-06-02T11:13:57-03:00 Luciana Mitsue Sakano Niwa lucianamsn@usp.br Suely Itsuko Ciosak ciosak@usp.br <p>INTRODUÇÃO: O envelhecimento populacional acontece de maneira acelerada no Brasil e no mundo. Manter os idosos ativos e produtivos na sociedade tem sido um dos desafios da longevidade. Uma forma de protagonismo da pessoa idosa é o trabalho voluntário. Considerando o aumento do número de idosos, a escassez de oportunidades para mantê-los ativos e produtivos na sociedade e que o voluntariado melhora a qualidade de vida, emergiu a proposição de investigar os motivos que levam os idosos a se tornarem voluntários. OBJETIVO: desvelar os motivos que levaram senescentes nipônicos a tornarem-se voluntários em projeto para idosos limitados. MÉTODOS: estudo qualitativo, com idosos evangélicos voluntários do projeto Lírios do campo para idosos limitados, de origem japonesa, utilizando o referencial teórico da motivação. A análise de conteúdo Bardin e o software Alceste foram utilizados. O estudo foi aprovado pelo CEP da EEUSP. RESULTADOS: 16 voluntários entrevistados, com ±70 anos. Dos discursos emergiram três categorias: Deus (chamado divino e disseminação do Evangelho); projeto (sentimento de pertencimento e utilidade) e valores (família e gratidão). Verificou-se que os motivos estão relacionados ao sentido de vida, que é servir a Deus, pertencendo ao projeto, fortalecidos pela cultura japonesa, sentimento de utilidade, expressão de gratidão/retribuição reforçados pelos valores relacionados a família. CONCLUSÃO: a influência da cultura se justapôs a evangélica quando buscam o sentimento de utilidade e servilismo ao ajudar os idosos. Esses achados contribuíram para compreender estes idosos e mostrar aos enfermeiros, outras iniciativas de atuação fortalecendo o envelhecimento ativo e saudável.</p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13606 VULNERABILIDADE CLÍNICO FUNCIONAL DE USUÁRIOS DIABÉTICOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA NA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS. 2022-06-02T11:13:58-03:00 Rosana Caldas Rêgo de Queiroz rosana_queiroz_182@hotmail.com Lunna Nascimento Barroso barrosolunna@gmail.com Hércules Lázaro Morais Campos herculesmc@hotmail.com Elisa Brosina de Leon elisadleon@ufam.edu.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O aumento de expectativa de vida no Brasil levou a uma transição epidemiológica, onde as doenças crônicas não transmissíveis passam a ser mais prevalentes, como a Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), que é associada a presença de fragilidade e influencia no grau de vulnerabilidade do idoso. A aplicação do Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional – 20 (IVCF-20) pode ajudar na criação de estratégias voltadas para as áreas em que os usuários apresentaram maior grau de vulnerabilidade. OBJETIVO: Avaliar a vulnerabilidade clínico funcional de usuários diabéticos na atenção primária residentes em municípios da Região Metropolitana de Manaus (RMM). MÉTODOS: Estudo transversal, com 289 idosos portadores de DM2 castrados no programa HIPERDIA e residentes na RMM. O questionário utilizado foi o IVCF-20. Dados foram submetidos à análise de frequência utilizando o teste qui-quadrado com </span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;"> significativo ≤0,05. RESULTADOS: 40,48% dos entrevistados foram classificados como em risco de fragilização, 32,17% como frágeis e 27,33% como robustos. Idosos com fragilidade foram mais prevalentes entre o sexo feminino (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">=0,0407), viúvos (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">=0,0154), com baixa escolaridade (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">=0,0142), apresentaram pior percepção de saúde (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">&lt;0,0001), prejuízo nas atividades de vida diária (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">&lt;0,0001), alteração de cognição (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">&lt;0,0001), alteração humor (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">&lt;0,0001), presença de incontinência (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">&lt;0,0001), alteração na capacidade de comunicação (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">&lt;0,0001), presença de polipatologia (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">&lt;0,0001) e internações recentes (</span><em><span style="font-weight: 400;">p</span></em><span style="font-weight: 400;">=0,0031). CONCLUSÃO: Os dados encontrados reforçam a efetividade do IVCF-20 na detecção do nível de vulnerabilidade em idosos, e demonstraram que a fragilidade em diabéticos teve relação com fatores socioeconômicos, aspectos de saúde e capacidade funcional.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13607 POLÍTICA PÚBLICA PARA O IDOSO NO MUNICÍPIO DE VACARIA 2022-06-02T11:13:58-03:00 Eliete Maria Scopel elietemariascopel@gmail.com Rosângela Fritsch RosangelaF@unisinos.br <p>INTRODUÇÃO: O aumento da população idosa é uma demanda que vem se apresentando como fato social desde o século XIX, no Brasil e no mundo, e traz preocupações a todos os países na questão de repensar as políticas públicas na perspectiva da cidadania para esse contingente populacional. OBJETIVO: Analisar a implementação da política pública para a pessoa idosa no município de Vacaria/RS. MÉTODO: Estudo qualitativo com uso da técnica análise documental: documentos internacionais, legislações nacionais e municipais referentes a política pública do idoso. RESULTADOS: Os debates internacionais sobre o envelhecimento, influenciaram na elaboração de instrumentos legais brasileiros como: a Política Nacional do Idoso e o Estatuto do Idoso, que são considerados balizadores históricos para a sociedade brasileira, pois representam um avanço na efetivação dos direitos fundamentais, políticos e sociais. O município de Vacaria em 1999, por meio de programas e serviços iniciou a implementação de políticas públicas para pessoa idosa. Embora o município conte com grupos de convivência, persistem fragilidades, tais como falta recursos humanos, diversificação de atividades e espaços para a realização das mesmas, além de maior protagonismo do idoso em atividades promovidas pelo município. CONCLUSÕES: Os documentos reconhecem o longevo como um cidadão de direitos que deve exercer sua cidadania, incorporaram compromissos governamentais para elaborar e implementar políticas públicas, com o intuito de enfrentar os desafios do envelhecimento. Todavia, o atendimento às necessidades das pessoas idosas, no município de Vacaria, ainda precisa avançar, estando longe de serem atendidas na sua integralidade como preveem os marcos legais.</p> 2022-06-01T01:24:33-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13608 CARACTERÍSTICAS COGNITIVAS DOS IDOSOS AVALIADOS NO ESTUDO SAPPA NO INTERIOR DO AMAZONAS 2022-06-02T11:13:58-03:00 Adriano Carvalho de Oliveira acofisioufam@gmail.com Johrdy Amilton da Costa Braga johrdybraga@gmail.com Italo Amorim de Carvalho italo.carvalho1413@gmail.com Elisa Brosina de Leon elisadleon@ufam.edu.br Hércules Lázaro Morais Campos herculeslmc@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A Diabetes Mellitus tipo II (DM2) está associada a déficits cognitivos, uma vez que, afeta o Sistema Nervoso Central, gerando mudanças estruturais e neurofisiológicas no cérebro. OBJETIVO: Descrever as características cognitivas de idosos diagnosticados com Diabetes </span><span style="font-weight: 400;">Mellitus</span><span style="font-weight: 400;"> tipo II e avaliados</span> <span style="font-weight: 400;">pelo “Estudo da Saúde na Atenção Primária da População Amazônica” (SAPPA) no interior do Amazonas. MÉTODOS: Avaliou-se os idosos através do Mini Exame do Estado Mental (MEEM) e do Teste de Fluência Verbal (TFV). RESULTADOS: Compõe o estudo 394 idosos, 70,6% (278) eram do sexo feminino desses 51,5% (203) possuem entre 60-69 anos; 74,6% (294) são pardos, 95% (299) são aposentados, 75,1% (296) referem trabalhar, 31,2% (123) recebem um salário-mínimo, 17,3% (68) moram com cônjuge, filho(s) e neto(s) e 43,1% (170) são analfabetos.&nbsp; 50,0% (117) possuem grave déficit cognitivo (MEEM) e não atingiram nem a nota mínima esperada; no TFV 10,7% (42) pontuaram abaixo da nota mínima que é de 9 para analfabetos; porém aqueles que apresentaram 8 ou mais anos de escolaridade 68,8 (271) atingiram a nota mínima esperada para o teste e 20,6% (81) pontuaram de 9 a 12 dentro do mínimo esperado para aqueles que se declararam analfabetos. CONCLUSÃO: Faz-se um desafio avaliar a cognição de idosos com DM2 por causa da diversidade dos níveis educacionais e analfabetismo no interior do Amazonas, os idosos avaliados</span> <span style="font-weight: 400;">pelo possuem déficit cognitivo que pode impactar diretamente sobre a sua funcionalidade e no modo como lidam com o DM2.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13609 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE QUEDAS PARA IDOSOS CAIDORES DA COMUNIDADE: CARACTERÍSTICAS INICIAIS DA AMOSTRA 2022-06-02T19:52:59-03:00 Areta Cachapuz Novaes retanovaes@estudante.ufscar.br Hotta Hotta Ansai jhansai@ufscar.br José Emanuel Alves joseemanuelalves@estudante.ufscar.br Luana Rafaela Porcatti luanaporcatti@estudante.ufscar.br Ana Luísa Janducci anajanducci@estudante.ufscar.br João Vitor Businaro joaovitor.cjt@hotmail.com Silsam Napolitano Alberto silsam@estudante.ufscar.br Karina Gramani Say gramanisay@ufscar.br <p>INTRODUÇÃO: As quedas acidentais em idosos são cada vez mais frequentes e podem causar várias complicações de saúde e até mesmo levar ao óbito. Desta maneira, programas de prevenção de quedas se tornam cada vez mais necessários e conhecer o perfil dos idosos caidores auxilia na elaboração desses programas. OBJETIVO: Caracterizar a amostra inicial de um programa de prevenção de quedas para idosos caidores da comunidade MÉTODOS: O projeto deste estudo clínico randomizado, aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal de São Carlos e no Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos, incluiu idosos brasileiros de ambos os sexos, com 60 anos ou mais, que sofreram ao menos 2 quedas no último ano e com acesso a internet. Composta por questionamentos sociodemográficos e condições de saúde, a avaliação foi realizada&nbsp; totalmente online e individual, por meio da plataforma Google Meet. RESULTADOS: Embora o grupo controle (GC n=15) e o grupo intervenção (GI n=16), tenham apresentado características semelhantes com a predominância de indivíduos brancos do sexo feminino, com média de 11 anos de escolaridade, com convênio médico e que sofreram em média 2 quedas, o GC é composto por voluntários mais longevos com média de 74,0 anos, enquanto o GI possui idosos mais jovens com média de 70,5 anos. No entanto, no GI, 68,75% (n=11) dos voluntários sofreram fratura prévia, enquanto que este valor é de apenas 33,34% (n=5) entre os idosos do GC.&nbsp; CONCLUSÃO: Foi possível delinear o perfil da amostra inicial do estudo.</p> 2022-06-01T02:00:44-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13610 SARCOPENIA E DOENÇAS AUTORRELATADAS EM IDOSOS DOMICILIADOS NO INTERIOR DO AMAZONAS 2022-06-02T11:13:59-03:00 Adriano Carvalho de Oliveira acofisioufam@gmail.com Johrdy Amilton da Costa Braga johrdybraga@gmail.com Pâmella Cunha Siqueira pamsiqueiracunha@gmail.com Maria Helena Ribeiro de Checchi mariahelenard@hotmail.com Elisa Brosina de Leon elisadleon@ufam.edu.br Hércules Lázaro Morais Campos herculeslmc@ufam.edu.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: </span><span style="font-weight: 400;">A sarcopenia é um dos componentes para definição da síndrome de fragilidade, que é altamente prevalente em idosos, conferindo maior risco para quedas, fraturas, incapacidade, dependência, hospitalização recorrente e mortalidade. Relaciona-se à uma vulnerabilidade fisiológica, à idade, resultante da perda da homeostase biológica e da capacidade do organismo de se adaptar às novas situações de estresse.&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">OBJETIVO: Caracterizar e correlacionar a presença de sarcopenia e doenças autorrelatadas em idosos avaliados em domicílios no interior do Amazonas. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal descritivo com idosos de ambos os sexos, residentes na cidade de Coari, Amazonas, Brasil. CAAE: 08021219.1.0000.5020. Avaliou-se a sarcopenia por meio do questionário SARC-F/BR e as doenças autorrelatadas pelo Índice de Comorbidade Funcional (ICF). RESULTADOS: 81 idosos, com idade entre 60 e 90 anos; 76,5% (62) eram do sexo feminino, 44,4% (36) eram analfabetos; 71,6% (58) apresentaram pelo menos 2 comorbidades sendo as mais prevalentes os problemas visuais 28,4% (23), doenças degenerativas da coluna 25,9% (21) e artrite/artrose 25,9 (21); 43,2% (35) apresentam risco de sarcopenia e 54,3% (44) dificuldades de carregar até 4,5 kilos e 63,0% (51) possuem dificuldade de subir escadas. A correlação </span><em><span style="font-weight: 400;">Pearson’s</span></em><span style="font-weight: 400;"> do SARC- F/BR e o ICF foi positiva e fraca =0,2194, sendo que os idosos apresentam sinais de sarcopenia, elevados índices de comorbidades e risco de fragilidade. CONCLUSÃO: Os idosos desse estudo apresentam sinais de sarcopenia, elevados índices de comorbidades e risco de fragilidade que são agudizados pelas condições sociodemográficas que apresentam.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13613 CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DA POLIFARMÁCIA E HIPERPOLIFARMÁCIA EM NONAGENÁRIOS E CENTENÁRIOS DO AMPAL 2022-06-02T11:14:00-03:00 Viviane Maura Rubert vivirubert@hotmail.com Fernanda Mambrini Só e Silva mambrini.fernanda@gmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento"><span style="color: black;">INTRODUÇÃO: Nonagenários e centenários são o grupo de idosos que mais cresce no Brasil, com alta prevalência de múltiplas morbidades. Entretanto, pouco se sabe sobre o uso concomitante de vários medicamentos nesses grupos: polifarmácia (5 ou mais medicamentos) ou hiperpolifarmácia (10 ou mais medicamentos) e sua possível relação com as características sociodemográficas. OBJETIVO: Relacionar características sociodemográficas com polifarmácia e hiperpolifarmácia em nonagenários e centenários do Projeto Atenção Multiprofissional ao Longevo (AMPAL) </span>(CAAE: 55906216.0.0000.5336). <span style="color: black;">MÉTODOS: Análise secundária das avaliações dos participantes do AMPAL realizadas em 2016, classificadas em: polifarmácia, hiperpolifarmácia e controle (&lt; 5 medicamentos). As características sociodemográficas foram observadas para os três grupos e a associação testada pelo Qui-quadrado. RESULTADOS: Entre os 243 participantes, 135 (56%) estavam em polifarmácia, 28 (12%) em hiperpolifarmácia. As frequências de polifarmácia e hiperpolifarmácia foram semelhantes entre homens e mulheres (p=0,959). O estado conjugal com maior frequência de polifarmácia foi o viúvo (59%) e com hiperpolifarmácia os divorciados (17%, p=0,724). Os pardos tiveram maior frequência de polifarmácia e os brancos a hiperpolifarmácia (p=0,561). Apesar de não ter sido significativo (p=0,700), quanto maior o grau de polifarmácia, menor foram os anos de estudo: controle com 6,4±4,18anos, polifarmácia 6,0±4,73anos e hiperpolifarmácia 5,6±3,85anos demonstrando uma relação linear. Os participantes que moravam sozinhos apresentaram menor frequência, tanto de hiper (5%) quanto de polifarmácia (49%, p=0,026). CONCLUSÃO: Concluímos que polifarmácia e hiperpolifarmácia foram prevalentes entre os nonagenários e centenários estudados, pois menos de um terço não apresentava nenhuma dessas características. Por outro lado, escolaridade e morar sozinho foram fatores protetores.</span></p> 2022-06-01T02:15:25-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13611 COGNIÇÃO E FUNCIONALIDADE DE IDOSOS MORADORES DA ZONA RURAL DE PARINTINS NO INTERIOR DO AMAZONAS 2022-06-02T11:13:59-03:00 Johrdy Amilton da Costa Braga johrdybraga@gmail.com Adriano Carvalho de Oliveira acofisioufam@gmail.com Yandra Alves Prestes yprestess18@hotmail.com Paulo Victor Alves Prestes paulovictor_prestes@hotmail.com Lorena Forte Leão lorenna_leao@hotmail.com Maria Helena Ribeiro de Checchi mariahelenard@hotmail.com Elisa Brosina de Leon elisadleon@ufam.edu.br Hércules Lázaro Morais Campos herculeslmc@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O envelhecimento populacional é um dos fenômenos mais expressivos do século XXI e a proporção da população mundial com mais de 60 anos dobrará de 12% para 22%, entre 2015 e 2050. No Brasil há diferentes formas de envelhecer. OBJETIVO: Descrever e caracterizar a forma de envelhecer dos idosos da zona rural do município de Parintins, no interior do Amazonas. MÉTODOS: Incluídos 50 idosos acima de 60 anos de idade, ambos os sexos e que vivem na comunidade rural. Aplicou-se um questionário sociodemográfico e realizou-se a avaliação multidimensional através dos testes cognitivos (Mini Exame do Estado Mental, </span><em><span style="font-weight: 400;">Informant Questionnaire on Cognitive Decline in the Elderly</span></em><span style="font-weight: 400;">, Teste de Fluência Verbal, Escala de Depressão Geriátrica, Teste de Trilha&nbsp; e&nbsp; Teste&nbsp; de&nbsp; Reconhecimento&nbsp; de&nbsp; Figuras)&nbsp; e de&nbsp; funcionalidade (</span><em><span style="font-weight: 400;">Short Physical Performance&nbsp; Battery</span></em><span style="font-weight: 400;">, Indice de Comorbidade Funcional, </span><em><span style="font-weight: 400;">World Health Disability Assessment&nbsp; Schedule </span></em><span style="font-weight: 400;">e </span><em><span style="font-weight: 400;">Functional Brazilian Older American Resourcers and Services Multidimensional Functional Assesment Questionnaire</span></em><span style="font-weight: 400;">). RESULTADOS: 60% (30) são do sexo feminino, 90% (45) naturais do interior do Amazonas. Apresentam baixos desempenhos cognitivos, 62% (31) pontuando &lt;9 no teste de fluência verbal, declínio físico funcional, 44% (22) apresentando dificuldade para ficar de pé 30 minutos usando o WHODAS, boa capacidade de autocuidado básicos, são independentes, não apresentam nenhuma dificuldade para sair de casa e são ativos na interação social no trabalho e na comunidade. CONCLUSÃO: Estudos com a população idosa rural apresentam características que podem ajudar na tomada de decisão em saúde para esse público que envelhece de maneira bem distinta dos idosos urbanos.</span></p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13594 ESTILO DE VIDA DE IDOSOS MUITO VELHOS DE UMA CIDADE LITORÂNEA DE SÃO PAULO 2022-06-02T11:13:56-03:00 Simony Leite Barbosa simonybarbosa@usp.br Suely Itsuko Ciosak siosack@usp.br Lidiane Dias dos Anjos anjos@modulo.edu.br Luciana Mitsue Sakano Niwa lucianamsn@usp.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">INTRODUÇÃO: O declínio das taxas de fertilidade, o rápido crescimento da população idosa está gerando sociedades envelhecidas, especialmente a população com 80 anos e mais, que irá triplicar até 2050. Contudo, é importante averiguar o estilo de vida dos idosos longevos e a qualidade de vida. OBJETIVO: verificar o estilo de vida e o perfil de idosos com 80 anos e mais. MÉTODOS: Estudo transversal, com idosos de 80 anos e mais, ambos os sexos, lúcidos, atendidos na UBS de Caraguatatuba-SP e que aceitaram a participar do estudo. Foram realizadas entrevistas utilizando o Mini mental para verificar a capacidade mental; questionário com dados socioeconômicos, demográficos, de saúde e o Pentáculo do bem-estar para o estilo de vida. Os dados foram submetidos a estatística descritiva e apresentados em tabelas de frequência. O projeto foi aprovado pelo CEP da EEUSP e autorizado pela secretaria municipal de saúde de Caraguatatuba. RESULTADOS: Dos 35 entrevistados, 60% eram mulheres, 74% viúvos,49% moravam sozinho, 57% tinham baixa escolaridade e a maioria renda de 1 a 3 SM. A saúde foi considerada boa e muito boa para 77%, 94% usavam exclusivamente o SUS, 17% tinham polifarmácia e 3% queda no último ano. O estilo de vida foi considerado regular para 60% e positivo para 34%, o componente com menor pontuação no pentáculo foi a atividade física. CONCLUSÃO: Os idosos longevos apresentavam boas condições de saúde, baixa escolaridade e estilo de vida regular e positivo. Observou-se a necessidade de estimular atividade física para melhorar a qualidade de vida.</p> 2022-05-31T02:43:32-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13589 VIDEONISTAGMOGRAFIA EM IDOSOS COM QUEIXA DE TONTURA E VERTIGEM 2022-06-02T11:13:54-03:00 Adriane Ribeiro Teixeira adriane.teixeira@gmail.com Adriana Laybauer Silveira alsilveira@hcpa.edu.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A presença de tontura e vertigem em indivíduos idosos é elevada, e pode estar associada a maior risco para quedas. A videonistagmografia é um dos exames realizados para avaliar o sistema labiríntico, por meio da análise do movimento ocular, sendo possível, identificar se a alteração é central ou periférica. OBJETIVO: analisar o resultado de avaliação por videonistagmografia em indivíduos idosos. MÉTODOS: A amostra foi composta indivíduos idosos, de ambos os sexos, com queixa de tontura ou vertigem, encaminhados para avaliação especializada. Todos foram avaliados por meio de videonistagmografia. Ao final da avaliação, foi definido o diagnóstico, que poderia ser normal, alteração periférica, alteração central, alteração mista ou diagnóstico inconclusivo. O projeto foi aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa na instituição de origem (parecer nº4.355.899). RESULTADOS: Foram incluídos na amostra 248 idosos, com idades entre 60 e 92 anos. A maior parte dos avaliados eram mulheres (70,96%). Constatou-se que somente sete (2,82%) apresentaram resultados normais. Alterações periféricas foram observadas em 18 (7,26%), centrais em 58 (23,39%) e mistas em 163 (65,72%) idosos. Em dois (0,81%) o diagnóstico foi inconclusivo. CONCLUSÃO: Constatou-se que as alterações diagnosticadas foram predominantemente do tipo misto, demonstrando que, na amostra de idosos avaliada, havia comprometimento central e periférico associados, e confirmando a importância da avaliação vestibular nesta faixa etária.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13595 IDOSOS COM HIV/AIDS: AÇÕES E EXPERIÊNCIAS DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE EM TEMPOS DE COVID-19 2022-06-02T11:13:56-03:00 Simony Simony Barbosa simonybarbosa@usp.br Suely Itsuko Ciosak siosack@usp.br <p>INTRODUÇÃO: Pessoas idosas vivendo com HIV/aids ou com problemas cardíacos ou pulmonares, tem maior risco de serem infectadas pelo vírus SARS-CoV-2 e apresentarem sintomas mais graves, portanto devem tomar todas as medidas de prevenção recomendadas, justifica se o presente estudo, considerando as dificuldades enfrentadas no mundo, em relação ao distanciamento social e a importância de manter o tratamento para o grupo de risco de pacientes idosos vivendo com HIV/aids. OBJETIVO: conhecer as ações e percepções dos profissionais de saúde no enfrentamento ao atendimento à idosos em tratamento de HIV/aids durante a pandemia do SARS-C0V-2. MÉTODO: estudo descritivo, exploratório, qualitativo, sob a ótica da fenomenologia social de Alfred Schütz, com profissionais de saúde, de ambos os sexos, que atuavam na Unidade de Atendimento a Moléstias Infectocontagiosas de Caraguatatuba-SP, em dezembro de 2020. Foram realizadas entrevistas com auxílio de um instrumento sobre a caracterização dos profissionais e questões norteadoras sobre as ações e percepções dos profissionais no período. RESULTADOS: trazem reflexões sobre as experiencias dos profissionais ao prestarem atendimento a pacientes idosos com HIV/aids em meio a Pandemia. As respostas sociais trouxeram contribuições e conhecimento sobre o envolvimento e a resiliência demonstrados pelos profissionais de saúde CONCLUSÃO: foi gratificante observar o compromisso terapêutico e afetivo-emocional desses profissionais com os clientes, prestando o melhor atendimento a todos, as experiencias dos profissionais são voltadas para o cuidado e bem-estar desses idosos, mesmo que passem por adversidades e adaptações do dia a dia, como a falta de recursos humanos e materiais devido a pandemia.&nbsp;</p> 2022-05-31T02:54:42-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13590 IDOSOS EM AMBULATÓRIO ESPECIALIZADO EM AVALIAÇÃO DE TONTURA E VERTIGEM 2022-06-02T11:13:54-03:00 Adriane Ribeiro Teixeira adriane.teixeira@gmail.com Adriana Laybauer Silveira alsilveira@hcpa.edu.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: a presença de tontura e vertigem podem ocorrer em qualquer faixa etária, mas os idosos são os maiores acometidos. OBJETIVO: avaliar a prevalência de idosos atendidos em ambulatório especializado, comparando com as demais faixas etárias. MÉTODOS: Foi feita uma análise retrospectiva, analisando-se a idade dos pacientes atendidos em ambulatório de avaliação labiríntica, em hospital universitário. Foram analisados os dados de janeiro de 2015 a dezembro de 2019. O projeto foi aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa na instituição de origem (Parecer 4.355.899). RESULTADOS: Foram incluídos na amostra 473 indivíduos, com idades entre 11 e 92 anos. Verificou-se que 173 (36,57%) eram adolescentes ou adultos e 248 (52,43%) idosos. Com relação aos idosos, (70,96%) eram mulheres. Dividindo-os por faixas de idade, constatou-se que 151 (60,89%) tinham entre 60 e 70 anos, 77 (31,04%) entre 71 e 80 anos, 19 (7,66%) entre 81 e 90 anos e um (0,40%) tinha mais de 90 anos. CONCLUSÃO: Constatou-se que os idosos foram o grupo mais prevalente na amostra avaliada, especialmente na faixa de idade entre 60 e 70 anos. Esta análise possibilita que os profissionais preparem-se para realizar atendimentos para este grupo etário.&nbsp; Além disso, o dado pode ser usado para alertar aos profissionais que atuam com envelhecimento que estejam atentos aos sinais e sintomas de alteração labiríntica nos idosos, uma vez que a tontura e a vertigem podem levar a quedas, mas que podem e devem ser tratadas, não só para minimizar tais eventos, mas especialmente as conseqüências que podem ocorrer.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13596 ASPECTOS FISIOTERAPÊUTICOS CONTRIBUINTES NA PREVENÇÃO DE QUEDAS EM PESSOAS IDOSAS 2022-06-02T11:13:56-03:00 Vítor Medeiros da Nóbrega Xavier Nobregavitor123@gmail.com Deise Correia de Araújo Silva deise-197@hotmail.com Beatriz Marinheiro Nunes fisiobeatriznunes@gmail.com Welma Magalhães Vieira de Brito welma_mvb@hotmail.com Maiscela Bezerra de Lima maiscela.limafisio2014@hotmail.com Yvinah Carvalho Castro Cunha Yvinahcarvalho@gmail.com Ana Cristina Silveira Martins nutricionistaanamartins@hotmail.com Cícera Patrícia Daniel Montenegro pmontenegro9@gmail.com <p><strong>INTRODUÇÃO:</strong> O aumento da expectativa de vida nos últimos anos, proporcionou o desenvolvimento de modalidades terapêuticas favoráveis à saúde e bem-estar das pessoas idosas. As limitações funcionais, perda de equilíbrio postural, diminuição da elasticidade, comprimento e número de fibras musculares, redução de atividades que requeiram um sistema motor mais forte e resistente associados às doenças neurológicas advindas do envelhecimento, podem contribuir para episódios de quedas. <strong>OBJETIVO:</strong> Analisar o impacto da fisioterapia como método de prevenção de quedas em idosos. <strong>MÉTODO:</strong> trata-se de um estudo metodológico, quanti-qualitativo com busca de artigos científicos nas bases de dados Google Scholar, LILACS e Medical Literature Analysis and Retrievel System On-line (MEDLINE/PubMed), utilizando as palavras-chave Envelhecimento”, “Fisioterapia”, “Prevenção” e “Qualidade de vida”, operador booleano <em>and</em> e estratégia População, Interesse e Contexto (PICo), no período de 2015 a 2020. <strong>RESULTADOS:</strong> os dados obtidos compreenderam a análise de 13 artigos, demonstrando que a intervenção fisioterapêutica em idosos proporciona melhorias do equilíbrio e coordenação motora, força muscular e flexibilidade, com consequente diminuição de quedas. <strong>CONCLUSÃO:</strong> A fisioterapia mostra-se como modalidade terapêutica relevante na prevenção do risco de quedas em idosos, possibilitando intervenção e orientações a serem seguidas elo idoso e seu cuidador, contribuindo assim, para qualidade de vida e o envelhecer saudável.</p> 2022-05-31T06:18:50-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13591 POPULAÇÃO IDOSA NO ENFRENTAMENTO A PANDEMIA DA COVID-19: EXPERIENCIA DO ENFERMEIRO EM UMA UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO 2022-06-02T11:13:54-03:00 Marina Uriarte Francisco Schauffert mschauffert@univali.br Julia dos Santos Alves Carvalho julia.1811@hotmail.com Gloria Maria Nunes gloriahnunes@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Em março de 2020 a Organização Mundial da Saúde decretou a pandemia de COVID-19, afetando o processo de trabalho dos profissionais da saúde em âmbito global, destacando os serviços de urgência e emergência que necessitaram de maiores adaptações para manter suas atividades 24 horas. OBJETIVO: Relatar a vivência da enfermagem na pandemia no atendimento à população idosa em Unidade de Pronto Atendimento.&nbsp; MÉTODOS: Trata-se de um relato de experiência acerca da atuação da enfermagem no atendimento ao idoso durante a pandemia de COVID-19 em Unidade de Pronto Atendimento no Município de Itajaí, Santa Catarina.</span> <span style="font-weight: 400;">RESULTADOS: No contexto pandêmico, as Unidades de Pronto Atendimento de Itajaí readequaram-se em diversos aspectos, como estrutura física, número de leitos e quantitativo profissional, para atender a alta demanda de pacientes com sintomas respiratórios, especialmente os idosos, dada sua prevalência dentre os atendimentos por quadro gripal e agravamento de sintomas respiratórios. Assim, destacou-se a importância do serviço de enfermagem no atendimento à população idosa desde a Classificação de Risco,&nbsp; quanto a identificação adequada de sinais e sintomas compatíveis com o vírus Sars-CoV-2 em idosos com diagnóstico prévio de doenças respiratórias; bem como na assistência, o cuidado emergente,&nbsp; intervenções com tubo orotraqueal e o encaminhamento para leitos hospitalares. CONCLUSÃO: A pessoa idosa requer atenção redobrada neste momento, portanto faz-se necessário a reflexão constante sobre as modificações emergentes do processo de trabalho da enfermagem para enfrentamento dos desafios que surgem na profissão e o papel do enfermeiro na atenção ao idoso no serviço de urgência e emergência.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13597 AS DIFERENTES TIPOLOGIAS DO COMPORTAMENTO SEDENTÁRIO ESTÃO ASSOCIADAS AO HISTÓRICO DE PROBLEMAS NO SONO EM IDOSOS COMUNITÁRIOS? 2022-06-05T22:20:28-03:00 Jaquelini Betta Canever jaquelini.canever@grad.ufsc.br Letícia Martins Cândido leticia.candido96@gmail.com Katia Jakovljevic Pudla katia.wagner@ufsc.br Ana Lúcia Danielewicz ana.lucia.d@ufsc.br Núbia Carelli Pereira de Avelar nubia.carelli@ufsc.br <p>INTRODUÇÃO: Alterações no sono são comuns em idosos devido ao processo da senescência. Alguns fatores de risco podem agravar essa condição. Entender a associação do comportamento sedentário (CS) com o histórico de problemas de sono pode auxiliar na elaboração de programas de intervenção. OBJETIVO: Verificar a associação entre CS e histórico de problemas no sono. MÉTODOS: Estudo transversal de dados de idosos participantes da Pesquisa Nacional de Saúde (2019). Tipologias do CS avaliadas: 1) Tempo assistindo televisão; 2) Atividades de lazer (celular, tablet, computador) e 3) Tempo despendido total (somatório tempo na televisão e lazer). O CS foi categorizado em &lt; 3; 3-6 e &gt; 6 horas/dia. O desfecho foi histórico de problemas de sono (dificuldade para adormecer, acordar frequentemente à noite ou dormir mais do que de costume) avaliados através do autorrelato nos últimos 15 dias. As associações foram verificadas através da regressão logística multivariável. RESULTADOS: Idosos que permaneceram entre 3-6 horas e &gt; 6 horas/dia em CS assistindo televisão apresentaram 9% (OR:1,09, IC95% 1,00; 1,18) e 13% (OR: 1,13, IC95% 1,02; 1,26) maiores chances em terem problemas de sono. Idosos que permaneceram entre 3-6 horas e mais do que 6 horas/dia apresentaram 13% (OR 1,13; IC95% 1,04; 1,22) e 11% (OR: 1,11; IC95% 1,01; 1,23) maiores chances de problemas de sono, respectivamente. CONCLUSÃO: Tempo superior a 3 horas/dia em CS assistindo televisão foram associados a problemas de sono. Estes achados reforçam a necessidade da redução do CS, com o intuito de minimizar os problemas no sono em idosos.</p> 2022-05-31T06:48:28-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13592 REMINISCÊNCIAS NA VIDA E NO VIVER DE PESSOAS IDOSAS E SUAS IDENTIDADES DE GÊNERO 2022-06-02T11:13:55-03:00 Luciana de Almeida da Cunha luciana.dealmeida@hotmail.com José Roberto Goldim jrgoldim@gmail.com <p><strong>Objetivo</strong><span style="font-weight: 400;">: analisar e descrever as memórias,</span> <span style="font-weight: 400;">suas trajetórias de vida, bem como, o processo de envelhecer sob a perspectiva individual e as possíveis vulnerabilidades associadas.</span><strong> Método:</strong><span style="font-weight: 400;"> Estudo exploratório e descritivo, de cunho qualitativo,</span> <span style="font-weight: 400;">realizado por meio de um questionário sociodemográfico e uma entrevista semiestruturada, com 69 participantes, sendo destes 24 mulheres e 10 homens heterossexuais e 20 mulheres e 13 homens homossexuais. O que emergiu das falas compôs o material para análise temática de conteúdo. </span><strong>Resultados:</strong><span style="font-weight: 400;"> A partir das transcrições das entrevistas, originaram-se 14 categorias a seguir: estigma, autoestima, dificuldade de aceitação, superação de limites, qualidade de vida, corpo como estereótipo, medo da morte, preconceito com a idade, saúde mental, aceitação da velhice, preconceito com a sexualidade, saúde/doença, medo da solidão e discriminação racial.</span><strong> Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> Nas percepções dos participantes, o estigma está associado apenas a homossexualidade, quanto a dificuldade de aceitação, as mulheres homossexuais tiveram mais dificuldades. O corpo como estereótipo se associou apenas com as mulheres, mas não com a orientação. O preconceito com a idade se associou com os heterossexuais apenas. A percepção do preconceito com a sexualidade foi associada apenas com os homossexuais. As mulheres percebem menos a discriminação racial que os homens, desconsiderando a orientação.</span></p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13599 APOIO SOCIAL AFETIVO DE IDOSOS: INFLUÊNCIA DA QUANTIDADE DE PESSOAS PRÓXIMAS 2022-06-02T19:38:51-03:00 Keika Inouye keikain@ufscar.br Pedro Grazziano pedrograzziano@estudante.ufscar.br Pedro Henrique Machado Guiesi pedroguiesi@estudante.ufscar.br Yasmin Caroline Vilela da Silva yasminvilela@ufscar.br Daniele Cristina Barbosa danielebarbosa@estudante.ufscar.br Élen dos Santos Alves elendutra23@gmail.com Grazielle Ferreira Iroldi grazielleiroldi@estudante.ufscar.br Ariene Angelini dos Santos Orlandi ariene@ufscar.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">INTRODUÇÃO: A disponibilidade de apoio social na velhice é importante para a manutenção do bem-estar. No entanto, a quantidade de pessoas próximas pode não estar relacionada a relacionamentos de qualidade. OBJETIVO: Identificar relação entre quantidade de pessoas próximas ao idoso e percepção de apoio social afetivo. MÉTODOS: A amostra foi composta por idosos cadastrados em cinco Unidades de Saúde da Família do município de São Carlos (SP). Para a coleta de dados, foram utilizados os seguintes instrumentos: Questionário de Caracterização, Domínio Afetivo da Escala de Apoio Social do Medical Outcomes Study (MOS) e questão específica sobre a quantidade de amigos íntimos ou familiares próximos que o idoso dispõe. Foram realizadas análises estatísticas descritivas e correlacional (Teste de Spearman). RESULTADOS: Dos 122 idosos entrevistados, 54,9% eram do sexo feminino (n=67). A média das idades foi de 69,94 anos (Q<sub>2</sub>=70, DP=6,91), de escolaridade foi de 2,96 anos (Q<sub>2</sub>=3, DP=2,84) e da renda familiar foi de R$2.326 (Q<sub>2</sub> =2.000, DP=1.127). A maior parte da amostra era casada (n=113, 92,6%). O escore total do domínio afetivo de apoio social foi de 88,47 pontos (Q<sub>2</sub>=100,00, DP=18,38). Em relação ao número de amigos ou familiares próximos, a média foi de 12,84 pessoas (Q2=5,00, DP=25,07). A análise correlacional entre quantidade de pessoas próximas ao idoso e percepção de apoio social afetivo foi significativa, diretamente proporcional e de magnitude fraca (rho=0,362, p&lt;0,001). CONCLUSÃO: Conclui-se que quanto maior a quantidade de pessoas próximas ao idoso, melhor é a sua percepção de apoio social afetivo.</p> 2022-06-01T00:24:49-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13593 REVISÃO SISTEMÁTICA SOBRE EXERCÍCIO FÍSICO NA SAÚDE E NA REDUÇÃO DE QUEDAS EM IDOSOS CAIDORES 2022-06-02T11:13:55-03:00 Lúcia Faria Borges lucia.borges@ufrgs.br Priscilla Cardoso da Silva priscilla.cardoso@ufrgs.br Vanessa Dias Possamai possamai.vanessa@gmail.com Andrea Kruger Gonçalves andreakg@ufrgs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: Cerca de 30% dos idosos caem ao menos uma vez ao ano. Sabe-se que a prática regular de exercício físico pode reduzir os episódios de quedas em idosos e minimizar ou retardar o declínio funcional que surge com o envelhecimento. OBJETIVO: Revisar na literatura os tipos de exercício físico que mais reduzem as quedas e melhoram as variáveis de saúde em idosos caidores. MÉTODOS: Em fevereiro de 2021, foi realizada uma busca nas bases de dados MEDLINE (via PubMed) e Scielo. Foram incluídos somente ensaios clínicos randomizados (ECR) publicados no ano de 2011 a 2021 que estudaram os efeitos do exercício físico na redução de quedas e variáveis de saúde. Foram excluídos estudos com dados incompletos e que não tinham como desfecho a redução de quedas. Registro protocolo: PROSPERO nº </span><span style="font-weight: 400;">CRD42021247264.</span><span style="font-weight: 400;"> RESULTADOS: A estratégia de busca resultou em 214 artigos, destes, 9 foram incluídos para análise final. No desfecho quedas, 6 artigos apresentaram redução significativa, um deles apresentou também melhora significativa do equilíbrio corporal. Todos artigos incluídos melhoraram a qualidade de vida relacionada à saúde com diferentes treinamentos de exercício físico (funcional, equilíbrio, força muscular, marcha). Após avaliação metodológica, 5 estudos apresentaram baixo risco de viés, 2 moderado e 2 alto. CONCLUSÃO: Exercícios físicos regulares com ênfase em equilíbrio, força muscular e marcha reduzem os episódios de quedas e melhoram a saúde de idosos caidores. Devido a importância do tema e o baixo número de ECR, sugere-se mais estudos sobre o assunto.</span></p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13582 ANÁLISE DAS HABILIDADES SOCIAIS NO ENVELHECIMENTO BEM-SUCEDIDO EM IDOSAS ALUNAS DE CURSOS DE INCLUSÃO DIGITAL 2022-06-02T11:13:53-03:00 Morgana Konrath psicomorganakonrath@gmail.com Geraldine Alves dos Santos geraldinesantos@feevale.br Patrícia Tarouco Quincozes Felitti pquincozes.adv@hotmail.com Marcele Medina Silveira marcele.medina@hotmail.com <p>INTRODUÇÃO: Relações sociais contribuem para dar sentido à vida, favorecendo a organização da identidade através da inter-relação entre as pessoas. Apesar de existirem estudos que indiquem uma associação entre as relações interpessoais, apoio social e qualidade de vida dos idosos, são poucas as pesquisas com foco específico nas habilidades sociais dessa população. OBJETIVO: O objetivo deste trabalho foi verificar o repertório de habilidades sociais, e para isto realizou-se uma análise das habilidades sociais e seus cinco fatores (Escore geral, Conversação assertiva, Abordagem afetivo-sexual, Expressão de sentimento positivo, Autocontrole / enfrentamento e Desenvoltura social). MÉTODO: O método teve delineamento quantitativo, descritivo e transversal, com uma amostra composta por 44 idosas, a partir de 60 anos, que são alunas de grupos de informática no município de Novo Hamburgo, RS, tendo a coleta sido realizada de junho a outubro de 2019. Para a investigação foi utilizado o Inventário de Habilidades Sociais IHS2-Del-Prette, que engloba cinco fatores. RESULTADOS: Analisando os resultados, constatou-se que a média do percentil no Escore Geral foi de 66,54, indicando um repertório elaborado de habilidades sociais. O fator com maior média de percentil (81,84) foi de Expressão de sentimento positivo, indicativo de repertório altamente elaborado de habilidades sociais. Já o fator com menor média (50,68) foi de Desenvoltura social, indicando bom repertório de habilidades sociais. CONCLUSÃO: A partir dos resultados encontrados nesta análise, foi possível concluir que o grupo estudado apresenta um bom repertório de habilidades sociais.</p> 2022-05-30T18:40:24-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13576 AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE EM IDOSOS E LONGEVOS NA PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE (PNS) DE 2013 E 2019 2022-06-02T11:13:51-03:00 Renata Breda Martins nutri.renatamartins@gmail.com Josemara de Paula Rocha rocha.josemara.paula@gmail.com Vivian Ulrich viviulrich@gmail.com Marlon Cássio Pereira Grigol marlonfisio@gmail.com Ângelo José Gonçalves Bós angelo.bos@pucrs.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A autopercepção de saúde é um relevante indicador de mortalidade e procura por serviços de cuidados à saúde. OBJETIVO: Comparar a autopercepção de saúde em idosos jovens e longevos brasileiros na PNS de 2013 e 2019. MÉTODOS: Estudo transversal, descritivo e analítico utilizando dados da PNS de 2013 (CAAE 10853812.7.0000.0008) e 2019 (CAAE 11713319.7.0000.0008). A PNS caracterizou as condições de saúde da população brasileira adulta (≥ 18 anos) por interrogatório domiciliar. Das 64.348 entrevistas em 2013 e 94.114 em 2019, incluiu-se idosos jovens (≥ 60 anos) e longevos (≥ 80 anos) que responderam a pergunta “J001- De um modo geral, como é o estado de saúde?” atribuindo as respostas: bom, muito bom, muito ruim, regular e ruim. RESULTADOS: Participaram 9.679 idosos jovens e 1.498 longevos em 2013 e, 19.712 idosos jovens e 3.016 longevos em 2019. Referiu-se mais frequentemente autopercepção “regular” em ambos grupos e anos pesquisados, com comportamento de mudança diferente entre os grupos. Idosos jovens diminuíram a autopercepção “regular” (43,1% para 41,1%) acompanhada de aumento do estado “muito bom” (5,9% para 8,3%). Longevos aumentaram a autopercepção “regular” (42,7% para 44,5%) e reduziram mais pontos percentuais na categoria “ruim” (12,8% para 10,8%).&nbsp; Autopercepção “bom” foi a segunda mais relatada, sendo 39,8% em 2013 e 39,9% em 2019 nos idosos, e 36,4% e 35,9% nos longevos. CONCLUSÃO: Em ambos os anos e grupos investigados as autopercepções “regular” e “boa” foram mais referidas. Idosos jovens e longevos diferiram nas mudanças, com piores indicadores entre os longevos.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13585 EXCESSO DE PESO E DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM INDIVÍDUOS DA REGIÃO NOROESTE DO RS 2022-06-02T11:13:53-03:00 Luma Stella Teichmann Bazzan luma_bazzan@hotmail.com Eliza Sella Battist sella_eliza@yahoo.com.br Taane de Oliveira Aguirre thayaguirre@gmail.com Adriane Cervi Blümke adriblumke@gmail.com Greisse Viero da Silva Leal greisse@hotmail.com <p>Introdução: O excesso de peso é um fator de risco para o surgimento e agravamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e para o aceleramento do envelhecimento celular, sendo um obstáculo importante para uma trajetória de vida saudável e com maior qualidade. Objetivo: Identificar a presença de DCNT e o estado nutricional em indivíduos adultos da região noroeste do Rio Grande do Sul. Métodos: Estudo transversal realizado à domicílio. Avaliou-se o estado nutricional através do cálculo peso divido pela altura², resultando no índice de massa corporal (IMC) e classificado de acordo com a Organização Mundial da Saúde: 18,5 a 24,9kg/m² para eutrofia, 25 a 29,9kg/m² para sobrepeso e &gt;30kg/m² para obesidade. Através da pergunta “Algum médico ou profissional de saúde já disse que o(a) Sr.(a) tem...”, definiu-se a presença das DCNT de cada indivíduo. Resultados: Foram entrevistados 139 adultos, com idade média de 42,53±12,2 anos, 79,9% do sexo feminino. Dos participantes, 65,5% (n=89) estava com excesso de peso, sendo 28,7% (n=39) com obesidade. Relacionado às DCNT, encontrou-se maior presença para problema crônico na coluna, como dor crônica nas costas ou no pescoço, lombalgia, dor ciática, problemas nas vértebras ou disco (33,09%, n= 46), seguido de hipertensão arterial (32,37 %, n= 45) e hipercolesterolemia (20,14%, n=28). Conclusão: A maioria dos participantes estavam com excesso de peso, podendo este ser um fator importante para o aparecimento e agravamento das doenças crônicas relacionadas com a coluna, pressão e colesterol elevados, como apresentado nos resultados da pesquisa.</p> 2022-05-30T22:43:18-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13577 DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS EDUCATIVOS PARA APOIO AO CUIDADO DE IDOSOS COM DOENÇA DE PARKINSON 2022-06-02T11:13:51-03:00 Caroline Soutinho Albuquerque carolineal@ufcspa.edu.br Maria Cristina Werlang mariacw@ufcspa.edu.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A transição demográfica que vem ocorrendo no Brasil traz consigo um aumento no número de indivíduos com doenças crônico degenerativas como a Doença de Parkinson (DP). A frequente polifarmácia e complexidade da farmacoterapia dessa população aponta para as dificuldades do uso de medicamentos por idosos com esta condição. OBJETIVO: Elaborar materiais educativos como apoio a protocolo clínico de cuidado farmacêutico para idosos com DP. MÉTODOS: Foram elaborados dois materiais para acesso físico e digital: um folder contendo informações relacionadas ao uso dos antiparkinsonianos e uma cartilha que contém conhecimentos referentes à doença.</span> <span style="font-weight: 400;">Para tanto, consultou-se a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais 2020, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da DP, referências secundárias (livros) e as bases </span><em><span style="font-weight: 400;">Micromedex</span></em><span style="font-weight: 400;">®, </span><em><span style="font-weight: 400;">Medscape®</span></em><span style="font-weight: 400;"> e </span><em><span style="font-weight: 400;">Drugs.com</span></em><span style="font-weight: 400;">®. Os materiais foram revisados por pares e fazem parte de um protocolo de cuidado farmacêutico ao idoso com Parkinson. RESULTADOS: Ambos foram construídos com linguagem clara, objetiva e acessível, fonte de fácil visualização e elementos de síntese da mensagem. O folder abrange o acesso aos medicamentos, o que fazer em caso de esquecimento, cuidados com a alimentação e o sono, principais efeitos adversos dos antiparkinsonianos e dicas gerais para auxiliar no monitoramento do tratamento. Já a cartilha aborda o que é a doença, os principais sintomas, como agem os medicamentos, quais as principais complicações do tratamento e recomendações gerais, que englobam, por exemplo, benefícios de atividades físicas, fisioterapia, entre outras informações. CONCLUSÃO: Os materiais educativos desenvolvidos integraram os conhecimentos necessários para orientação dos pacientes com DP, familiares e cuidadores.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13586 MEDICAMENTOS PARA DORMIR MELHORAM A PERCEPÇÃO DE QUALIDADE DO SONO EM IDOSOS CUIDADORES DE IDOSOS? 2022-06-02T11:13:54-03:00 Keika Inouye keikain@ufscar.br Sonia Goncalves da Mota soniagmota_47@hotmail.com Pedro Henrique Machado Guiesi pedroguiesi@estudante.ufscar.br Marcela Naiara Graciani Fumagale Macedo marcelagracianivest@hotmail.com Yasmin Caroline Vilela da Silva yasminvilela@ufscar.br Daniele Cristina Barbosa danielebarbosa@estudante.ufscar.br Élen dos Santos Alves elendutra23@gmail.com Ariene Angelini dos Santos Orlandi ariene@ufscar.br <p class="SBGG-RS2020ResumoPalavras-chaveAgradecimento">INTRODUÇÃO: As responsabilidades relacionadas ao cuidado podem agravar os distúrbios do sono e aumentar as chances de idosos cuidadores recorrerem ao uso de medicação para dormir. OBJETIVO: Identificar associação entre uso de medicamentos para dormir e qualidade do sono de idosos cuidadores. MÉTODOS: A amostra foi composta por idosos cuidadores de idosos cadastrados em Unidades de Saúde da Família do município de São Carlos (SP). Foram utilizados os seguintes instrumentos: Questionário de Caracterização, Componente 6 do Índice de Qualidade de Sono de Pittsburg e pergunta específica sobre uso de medicamentos para dormir. Os cuidadores foram divididos em dois grupos: (a) Grupo que usa medicamentos para dormir e (b) Grupo que não usa medicamentos para dormir. Foram realizadas análises estatísticas descritivas e comparativas (Teste de Mann-Whitney). Resultados: Dos 65 idosos cuidadores entrevistados, 56,9% eram do sexo feminino (n=37). A média das idades foi de 69,15 anos (Q<sub>2</sub>=69, DP=6,49), de escolaridade foi de 3,09 anos (Q<sub>2</sub>=3, DP=2,81) e da renda familiar foi de R$2.390 (Q<sub>2</sub> =2.090, DP=1.163). A maioria era casada (n=61, 93,8%) e cuidava de seu cônjuge (n=58, 89,2%). No grupo de cuidadores que usava medicamentos para dormir, o escore de qualidade do sono foi de 1,5 pontos (Q<sub>2</sub>=1,0, DP=0,63) e, no grupo que não usava medicamentos para dormir, o escore foi de 1,33 pontos (Q<sub>2</sub>=1,00, DP=0,774). As análises comparativas não evidenciaram diferenças significativas entre os grupos (U=332,50; p=0,301). Conclusão: Conclui-se que o uso de medicamentos para dormir não leva a melhor percepção de qualidade do sono em idosos cuidadores.</p> 2022-05-30T23:31:08-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13579 A INCIDÊNCIA E AS CAUSAS DE DEPRESSÃO EM IDOSOS DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 2022-06-02T11:13:52-03:00 Eduardo Tavares Lima Trajano eduardolimatrajano@hotmail.com Marco Aurélio dos Santos Silva santos-silvabiomec@hotmail.com Larissa Alexsandra da Silva Neto Trajano larissa.alexsandra@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O aumento na incidência de complicações graves de saúde de COVID-19 entre idosos, particularmente aqueles com doenças pré-existentes, intensificou seu isolamento físico e social, o que pode aumentar a prevalência e a gravidade de depressão entre esse grupo populacional. OBJETIVO: analisar a ocorrência e as causas de depressão em idosos durante a pandemia de COVID-19. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. As bases de dados utilizadas foram o National Library of Medicine (PubMed) e o Directory of Open Access Journals (DOAJ), utilizando os descritores “Depression”, “elderly” e “COVID-19”, com o operador booleano “AND”. Foram incluídos estudos publicados entre 2019 e 2021. Foram excluídos artigos: que não abordavam depressão exclusivamente em idosos, fora do tema, sobre depressão em idosos associados a exercício físico, estudos sem grupos controle, associados a doenças pré-existentes, cujo texto completo não foi encontrado e artigos duplicados. RESULTADOS: Um total de 17 artigos foram selecionados e o texto completo foi analisado. Os estudos analisados mostraram que os níveis de depressão variaram entre 11,4% a 86,6% nos idosos estudados. As principais causas de depressão em idosos foram a incerteza, a solidão, situação econômica, histórico familiar de depressão, doenças crônicas e qualidade de sono ruim. CONCLUSÃO: embora a ocorrência de depressão em idosos tenha tido grande variação entre os estudos analisados, é evidente que a pandemia teve influências negativas na saúde mental dos idosos. Desta forma, maior atenção a este grupo é necessária, uma vez que constituem um grupo de risco para depressão.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13578 PREVALÊNCIA DE POLIMEDICAÇÃO E MEDICAMENTOS MAIS PRESCRITOS EM IDOSOS 2022-06-02T11:13:52-03:00 Eduardo Tavares Lima Trajano eduardolimatrajano@hotmail.com Marco Aurélio dos Santos Silva santos-silvabiomec@hotmail.com Larissa Alexsandra da Silva Neto Trajano larissa.alexsandra@hotmail.com <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: A polimedicação é uma condição comum entre os idosos e está associada ao aumento dos custos de saúde, devido a maior mortalidade, quedas e taxas de hospitalizações; a reações adversas a medicamentos e a não adesão ao uso de medicamentos. OBJETIVO: analisar a prevalência de polimedicação e os medicamentos mais prescritos em idosos. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. As bases de dados utilizadas foram o National Library of Medicine (PubMed) e o </span><span style="font-weight: 400;">Scientific Electronic Library Online</span><span style="font-weight: 400;"> (SciELO), utilizando os descritores “polypharmacy”, “elderly” e “prevalence”, com o operador booleano “AND”. Foram incluídos estudos publicados em 2020 e 2021. Foram excluídos artigos de revisão de literatura, realizados com indivíduos abaixo dos 60 anos e artigos duplicados. RESULTADOS: Um total de 34 artigos foram selecionados e o texto completo foi analisado. Os estudos analisados mostraram que a polimedicação variou entre 21% e 93,3%, sendo que em 14 estudos a porcentagem de polimedicação foi menor que 50%, em 10 estudos a porcentagem variou entre 50 e 70% e em 10 estudos a ocorrência de polimedicação foi maior que 70%. Os estudos mostraram que os medicamentos mais prescritos são os anti-hipertensivos, cardiovasculares, hipolipemiantes, antiúlcera e os psicofármacos. Além disso, muitos estudos relataram um alto índice de prescrição de medicamentos potencialmente inadequados. CONCLUSÃO: A polimedicação é uma condição de alta prevalência na população idosa. A identificação de medicamentos mais prescritos são importantes para identificar e monitorar grupos de idosos mais vulneráveis à polimedicação ou à prescrição de medicamentos potencialmente inadequados.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13588 IMPORTÂNCIA DE AVALIAR COGNIÇÃO E FUNCIONALIDADE DO IDOSO PARA O SUCESSO DE TRATAMENTOS ORAIS REABILITADORES 2022-06-02T11:13:55-03:00 Victória Klumb klumbvictoria@gmail.com Laura Lourenço Morel lauramorel1997@gmail.com Emilly Ebersol da Silva emillyebe@outlook.com Fernanda Román Ramos alucafer@gmail.com Fernanda Faot faot@gmail.com Luciana de Rezende Pinto lucianaderezende@yahoo.com.br <p>INTRODUÇÃO: Conhecer o grau de dependência e funcionalidade do idoso permite que cirurgiões-dentistas planejem reabilitações orais compatíveis com a realidade e longevidade de cada indivíduo, considerando as capacidades físicas e cognitivas para o prognóstico do tratamento escolhido e evitando intervenções iatrogênicas. Isso torna necessária a adoção de ferramentas como o Mini Exame do Estado Mental e dos Questionários de Atividades Básicas de Vida Diária (ABDV) e de Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD) na rotina clínica odontológica, uma vez capazes de realizar a avaliação funcional e do grau de dependência do paciente geriátrico. OBJETIVO: Mostrar a importância de avaliar as capacidades cognitiva e funcional do paciente idoso que necessita de prótese total atendido na Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Pelotas. MÉTODOS: Amostra composta por 37 pacientes 60 anos ou mais, atendidos na Clínica de Prótese Total. Avaliação dos resultados feita através de análise descritiva dos questionários. RESULTADOS: 89% dos idosos apresentaram um risco aumentado para o desenvolvimento de déficit cognitivo. 27% demonstraram dependência em algum grau para a realização das atividades básicas de vida diária. 78% dos idosos são capazes de realizar as atividades necessárias para sobreviver cuidando de si, viver de forma independente e autônoma na comunidade. CONCLUSÃO: A maioria dos pacientes não apresentou características de dependência, ainda que tenham risco aumentado para déficit cognitivo. Porém, por se tratar de um instrumento de previsibilidade para o cirurgião-dentista, principalmente da manutenção dos tratamentos de reabilitação oral, é preconizado que essa avaliação seja feita anualmente.</p> 2022-05-31T02:32:04-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/13587 QUANTO TEMPO NO COMPORTAMENTO SEDENTÁRIO PODE PREDIZER MEDO DE CAIR E QUEDAS EM IDOSOS? 2022-06-02T11:13:53-03:00 Jaquelini Betta Canever jaquelini.canever@grad.ufsc.br Ana Lúcia Danielewicz ana.lucia.d@ufsc.br Amanda Aparecida Oliveira Leopoldino amanda.leopoldino@cienciasmedicasmg.edu.br Maruí Weber Corseuila marui.corseuil@ufsc.br Núbia Carelli Pereira de Avelar nubia.carelli@ufsc.br <p><span style="font-weight: 400;">INTRODUÇÃO: O medo de cair e o histórico de quedas são situações frequentes em idosos, que podem ser agravadas pelo comportamento sedentário (CS). OBJETIVO: Estabelecer valores de corte no CS que discriminassem quedas e medo de cair em idosos e verificar a associação entre estas condições. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal que incluiu 308 idosos comunitários. O CS foi avaliado pelo Questionário Internacional de Atividade Física. Os desfechos foram histórico de quedas nos últimos 12 meses e medo de cair (mais de 23 pontos na </span><em><span style="font-weight: 400;">Falls Efficacy Scale-International</span></em><span style="font-weight: 400;">). Os pontos de corte no CS foram estabelecidos conforme os valores de sensibilidade e especificidade avaliados pela Receiver Operating Characteristic Curves (ROC). Para verificar a associação entre o CS e o medo em cair e o histórico de quedas, utilizou-se a regressão logística multivariável. RESULTADOS: Os pontos de corte encontrados foram &gt; 4,1 [AUC: 0,59 (IC 95%: 0,53-0,65)] e &gt; 3,9 horas/dia [AUC: 0,58 (IC 95%: 0,52-0,64)] para o medo de cair e histórico de quedas, respectivamente. Os idosos com medo de cair tinham 1,71 (IC 95%: 1,03; 2,84) e 1,75 (IC 95%: 1,06; 2,89) maiores chances de ter medo de cair e de sofrer quedas, respectivamente. CONCLUSÃO: Valores superiores a 4,1 e 3,9 horas/dia em CS aumentam as chances de o idoso desenvolver medo de cair e sofrer quedas. Estes resultados podem contribuir para o desenvolvimento de protocolos de reabilitação por profissionais da saúde, bem como, estratégias para reduzir o CS em idosos promovidas através de políticas públicas.</span></p> 2022-05-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement##