PROPORÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS A IDOSOS PELO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

  • Valéria Baccarin Ianiski
  • Flávia Picoli Gheno
Palavras-chave: Uso de medicamentos, Idoso, Sistema único de saúde

Resumo

Introdução: O aumento do envelhecimento da população corrobora para a maior prevalência de doenças crônicas e aumento da demanda de medicamentos e serviços de assistência à saúde. Objetivo: Descrever a proporção de medicamentos distribuídos a idosos do Brasil e suas regiões por sexo. Métodos: Estudo quantitativo descritivo de dados extraídos do Sistema de Indicadores de Saúde e Acompanhamento de Políticas do Idoso, em 2015 e 2018, provenientes do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde (SUS), em que foram incluídos idosos acima de 60 anos que receberam medicamento para tratamento de alguma doença. Resultados: A proporção de distribuição de medicamentos para idosos pelo SUS teve aumento de 1,25% (42,1%x43,3%) no Brasil, e maior proporção nas mulheres (2015:43,9%; 2018:44,7%) no período avaliado. A região Sudeste apresentou as maiores proporções de medicamentos distribuídos (2015:H:42,5%; M:46,9%; 2018:H:45,0%; M:48,6%) frente aos sexos. O Nordeste apresentou as menores proporções (2015:H:27,3%; M:29,9%; 2018:H:28,2%; M:29,7%) de distribuição de medicamentos tanto para homens quanto mulheres. Com relação aos estados da federação, a maior proporção de distribuição de medicamentos a idosos pelo SUS foi para homens em 2015 (44,5%) e 2018 (47,3%) em São Paulo e, para mulheres em 2015 na Paraíba (49,8%) e em 2018 em São Paulo (50,3%). Conclusão: As regiões Sudeste e Nordeste apresentaram as maiores e menores proporções de distribuição de medicamentos a idosos pelo SUS. Vale ressaltar que a maior proporção de distribuição de medicamentos pelo SUS foi para mulheres idosas, tanto no nível de país, regiões e estados da federação.

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Publicado
2020-12-04
Como Citar
Ianiski, V., & Gheno, F. (2020). PROPORÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS A IDOSOS PELO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Revista Brasileira De Ciências Do Envelhecimento Humano, 17(2). https://doi.org/10.5335/rbceh.v17i2.11966