CONSUMO DE ALIMENTOS CONFORME O GRAU DE PROCESSAMENTO E A AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MULHERES GAÚCHAS

  • Carolina Pagnoncelli Gabrielli
  • Simone Bonatto
  • Josiane Siviero
Palavras-chave: Estado nutricional, Alimentos processados, Envelhecimento

Resumo

Introdução: Ao longo da vida são estabelecidas preferências alimentares, predominando escolhas alimentares mais palatáveis a cada indivíduo sendo na maioria das vezes, alimentos industrializados. Essa composição alimentar ingerida diariamente e em grande quantidade, reflete no aumento do excesso de peso e da prevalência de outras doenças crônicas. Objetivo: avaliar as preferências alimentares, conforme o grau de processamento de alimentos e relacionar com a avaliação nutricional de mulheres moradoras da Serra Gaúcha. Método: Trata-se de um estudo transversal retrospectivo. A amostra foi composta por 204 mulheres com idade ≥ 50 anos. As variáveis demográficas analisadas foram: idade, estado civil, renda e escolaridade. Quanto a avaliação nutricional, foram consideradas circunferência da cintura (CC) e índice de massa corporal (IMC), e o consumo alimentar foi avaliado mediante a questionário de frequência alimentar (QFA). A análise estatística foi através do software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS). Resultados: Houve prevalência de excesso de peso e risco para doenças cardiovasculares (DCV). Quanto ao consumo alimentar, verificou-se que as entrevistadas que apresentavam excesso de peso e risco para DCV, ingeriam alimentos in natura e/ou minimamente processados em menor quantidade em comparação às eutróficas. Conclusão: O consumo dessa categoria de processamento de alimentos é um fator de proteção à obesidade e outras doenças crônicas, porém mais estudos são essenciais para evidenciar ainda mais este benefício.

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Publicado
2020-12-03
Como Citar
Gabrielli, C., Bonatto, S., & Siviero, J. (2020). CONSUMO DE ALIMENTOS CONFORME O GRAU DE PROCESSAMENTO E A AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MULHERES GAÚCHAS. Revista Brasileira De Ciências Do Envelhecimento Humano, 17(2). https://doi.org/10.5335/rbceh.v17i2.11962