EFEITOS DO MÉTODO ISOSTRETCHING NA POSTURA E FLEXIBILIDADE DE IDOSAS

  • Gisele Oltramari Meneghini FSG Centro Universitário da Serra Gaúcha
  • Jaqueline Marostica Schu FSG Centro Universitário da Serra Gaúcha
  • José Davi Oltramari FSG Centro Universitário da Serra Gaúcha
  • Daiane Giacomet FSG Centro Universitário da Serra Gaúcha
  • Alexandra Renosto FSG Centro Universitário da Serra Gaúcha
  • Alenia Varela Finger Minuscoli FSG Centro Universitário da Serra Gaúcha
Palavras-chave: Reeducação Postural, Fisioterapia, Flexibilidade

Resumo

Introdução: O termo "idoso" refere-se à indivíduos maiores de 60 anos, sendo que com o processo fisiológico de envelhecimento sofrem importantes alterações posturais, gerando encurtamentos musculares, tendinosos e do tecido conjuntivo. O método Isostretching aborda a reeducação da postura, acarretando em um aumento da flexibilidade e correções de curvas fisiológicas. Desta forma, objetivou-se com este estudo, verificar os efeitos do Método Isostretching na posturae flexibilidade de idosas. Materiais e métodos: O estudo caracterizou-se por um ensaio quase experimental, onde as participantes foram avaliadas e reavaliadas pelos seguintes instrumentos: uma ficha de avaliação fisioterapêutica (anamnese), avaliação postural (baseada na avaliação Ângela Santos), fotogrametria computadorizada (avaliação postural), Teste do terceiro dedo ao chão (flexibilidade) e escala visual analógica (dor). Resultados: Obteve-se significativos ganhos com relação ao alívio da dor e ganho de flexibilidade após a intervenção com o Método Isostretching. Comparando os momentos pré e pós intervenção, observou-se diferença estatisticamente significativa na redução da dor, ganho de flexibilidade que resultou em redução dos ângulos coxofemoral etibiotarsico, melhora postural em relação a protusão cervical e a flexão de joelhos. Durante o teste do terceiro dedo ao chão verificou-se os ângulos da cadeia posterior, onde pré intervenção 16 participantes possuíam encurtamento muscular e alteração nos ângulos coxofemoral e tibiotarsico, após a intervenção apenas 1 participante permaneceu com encurtamento muscular. Em relação a escala visual analógica inicialmente 5,9% das participantes apresentavam quadro álgico, após 2,23% ainda apresentavam sintomas. Consideração final: O método Isostretching proporcionou aumento da flexibilidade de cadeia posterior, alivio do quadro álgico e promoveu melhora postural. 

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Publicado
2019-11-07
Como Citar
Meneghini, G., Schu, J., Oltramari, J., Giacomet, D., Renosto, A., & Minuscoli, A. (2019). EFEITOS DO MÉTODO ISOSTRETCHING NA POSTURA E FLEXIBILIDADE DE IDOSAS. Revista Brasileira De Ciências Do Envelhecimento Humano, 16(2), 36. https://doi.org/10.5335/rbceh.v16i2.10222