DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS E LIMITAÇÕES EM IDOSOS

  • Valéria Baccarin Ianiski PUCRS
  • Luciana de Almeida da Cunha PUCRS
Palavras-chave: dcnt, limitações, idosos

Resumo

INTRODUÇÃO: As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são hoje a maior epidemia em saúde pública já vista, comprometendo a expectativa e qualidade de vida dos idosos¹. OBJETIVO: Descrever a proporção de idosos que tem diagnóstico de alguma DCNT e consequentemente limitações por esta causa. MÉTODO: Estudo descritivo de busca eletrônica de dados realizada através dos termos doenças crônicas e idoso no Sistema de Indicadores de Saúde e Acompanhamento de Políticas do Idoso (SISAP-idoso). A presença de DCNT, esta relacionada à proporção de idosos que referem ter recebido diagnóstico de DCNT e a presença de limitações, se caracteriza pela referência deles de ter alguma limitação provocada por DCNT. Os dados são oriundos da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. RESULTADOS: A proporção de idosos com DCNT no país é de 76,3%, sendo a maior proporção, 80,1%, encontrada nas mulheres. Dentre as regiões, foi observada maior proporção de DCNT na região Sul (81,8%) e também em ambos os gêneros (homens:79,3%; mulheres:83,7%). O estado de Santa Catarina apresenta a maior proporção de idosos com DCNT (83,7%). No Brasil, a proporção de idosos com limitação por DCNT é de 45,4%, sendo mais observada em mulheres, 47,6%. Frente as regiões, a região Sul assume mais da metade (51%) dos idosos com limitação por DCNT, sendo também observadas as maiores proporções com relação aos gêneros (homens:48,4%; mulheres:52,9%). O Rio Grande do Sul é o estado com mais limitações por DCNT (53,1%). CONCLUSÃO: A região Sul é a mais afetada pelas DCNT. As mulheres apresentam mais DCNT e também limitações provocadas pelas mesmas tanto em nível de país como de regiões.

Downloads

Não há dados estatísticos.
Publicado
2019-11-06
Como Citar
Ianiski, V., & Cunha, L. (2019). DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS E LIMITAÇÕES EM IDOSOS. Revista Brasileira De Ciências Do Envelhecimento Humano, 16(2), 49. https://doi.org/10.5335/rbceh.v16i2.10201