UMA LEITURA DAS CONDIÇÕES DE LIBERDADE DOS ESCRAVOS EM ALEGRETE NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX

  • Márcio Jesus Ferreira Sônego Universidade de Passo Fundo

Resumo

O artigo pretende abordar alguns caminhos que poderiam levar os cativos à conquista de sua liberdade, e para isso, evidencia algumas variações de alforrias. O recorte temporal da pesquisa compreende os anos de 1832 a 1847 e as principais fontes primárias são as cartas de alforria emitidas em Alegrete e consultadas no Arquivo Público do Rio Grande do Sul. Almejamos discutir neste trabalho, como homens e mulheres escravizados em Alegrete, na primeira metade do século XIX, criaram estratégias na aquisição da liberdade através da compra ou concessão por parte dos seus senhores de cartas de liberdade. As cartas de alforria são fontes que permitem estudar algumas formas de manumissões em diferentes locais e regiões, pois trazem informações sobre o perfil dos senhores e dos cativos, os valores escravistas contidos nas cartas, ou seja, especificidades que cada lugar tem e que determinará a forma de alforria. Através de um detalhado estudo, foi possível verificar padrões de comportamento social, cultural e econômico que contribuíram para que os escravos que viveram em Alegrete conseguissem a tão sonhada liberdade.Palavras- Chaves: Alforria; Escravidão; Resistência.

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Publicado
2016-08-01
Como Citar
Jesus Ferreira Sônego, M. (2016). UMA LEITURA DAS CONDIÇÕES DE LIBERDADE DOS ESCRAVOS EM ALEGRETE NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX. Semina - Revista Dos Pós-Graduandos Em História Da UPF, 15(1). Recuperado de http://seer.upf.br/index.php/ph/article/view/6234